Para os apreciadores do género, no próximo dia 1 de Março chega às salas de cinema do país o filme Ghost Rider: Espírito de Vingança, a sequela das peripécias de Johnny Blaze (Nicolas Cage), famoso pelas suas proezas em cima de uma mota e que vendeu a alma ao diabo para proteger aqueles que mais amava... até que um dia o diabo veio reclamar o que era seu, o que o transforma num implacável caçador de demónios fugitivos a soldo do senhor das trevas.
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Nesta segunda aventura do herói da Marvel Comics, realizada por Mark Neveldine e Brian Taylor com a tecnologia da moda, o 3D, Johnny Blaze/Ghost Rider (novamente interpretado pelo actor Nicolas Cage) encontra-se escondido na Europa Oriental, quando é recrutado por uma seita para travar as intenções do diabo, que tenta assumir a forma humana. E para o ajudar nesta espinhosa tarefa, nada melhor do que o último modelo da brutal Yamaha V-Max!
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Trailer do filme:
Fonte: IMDb
Josh Brookes - BSB Cadwell Park (Agosto 2010). Via
Muitos circuitos espalhados pelo mundo encerram em si certos locais que, ao longo dos anos, com o passar de muitos pilotos e motociclistas comuns, foram-se tornando em verdadeiros locais de culto.
Laguna Seca será sempre conhecida pela curva “Corckscrew” (o saca-rolhas), Le Mans tem na longa “Reta Mulsanne” o seu ponto alto, Nurburgring Nordshleife tem o “Caracciola Karussel” (a famosa curva com banking muito pronunciado) e, Spa Francorchamps separa os “meninos dos homens” nas curvas “Eau Rouge” e na “Radillon”.
Mas talvez um dos locais mais espectaculares onde um piloto de moto tem de passar, seja relativamente desconhecido dos fãs das duas rodas fora do Reino Unido: a infame “The Mountain” no circuito de Caldwell Park.
Este ponto da pista é para onde todos os fotógrafos apontam as suas máquinas quando pretendem captar as melhores imagens. Após passarem por uma chicane apertada, da esquerda para a direita, os pilotos têm subir uma colina que muitas vezes “cospe” os pilotos que por lá passam demasiado confiantes nos seus dotes de pilotagem.
Os pilotos mais experientes do Campeonato Britânicos de Superbikes (BSB), acham que tudo o que ali se passa é bastante natural... até alguma coisa correr mal!
Fonte: Motociclismo
A edição de 2012 da Auto Expo (a maior exposição de veículos motorizados da Ásia e a segunda maior do planeta) decorreu no passado mês de Janeiro em Nova Deli, Índia, e revelou ao mundo uma nova mota, ainda em fase de protótipo, da histórica marca Royal Enfield: a Continental GT.
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Seguindo a filosofia da britânica Royal Enfield Continental GT 250cc de meados da década de 1960 (sem dúvida uma das motas mais desejadas pelos jovens motociclistas ingleses da altura), o novo modelo de inspiração café racer, muito bonito na minha modesta opinião, é basicamente a primeira mota totalmente nova a ostentar o emblema da Royal Enfield em 40 anos.
Desde que a Royal Enfield fechou as suas portas em Inglaterra no ano de 1967, os modelos da marca (Classic, Bullet e Thunderbird nas versões 350cc e 500cc) passaram apenas a ser produzidos na Índia, nas instalações da antiga fábrica satélite da Madras Motor Company criada em 1949 e que entretanto se tornou numa empresa independente, actualmente sob a designação de Royal Enfield Motors Limited.
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Com um design old school leal ao conceito café racer tipicamente britânico de meados do século XX, a Continental GT representa um enorme passo em frente para a empresa e afigura-se como um modelo realmente diferente dos anteriores produtos baseados na Bullet (a Royal Enfield já tinha apresentado um protótipo de uma café racer na edição de 2010 da Auto Expo, mas era claramente um conceito baseado no quadro da Bullet).
A nova Continental GT agora apresentada tem por base um quadro completamente novo, revelando um nível de acabamento e detalhe tal que lhe confere imediatamente um ar de “pronta para entrar em produção”.
Aqui ficam algumas das características conhecidas da Royal Enfield Continental GT:
Estética
Como é típico do estilo café racer, as linhas deste modelo assentam maioritariamente em torno de um longo e esguio depósito de combustível, pintado num vermelho racing com as palavras ‘Royal Enfield’ nas laterais e ‘Continental GT’ no topo, ao qual se junta um pequeno banco (individual) de cariz desportivo com a habitual “corcunda” na extremidade.
O guiador é composto por um par de “clip-ons” colocados numa posição baixa e os poisa pés situam-se lá para trás, perto da roda traseira e com várias posições de fixação, o que confere uma postura de condução agressiva e bem ao gosto dos “aceleras de café”.
Outros pormenores contribuem ainda para o apuro estético deste belo protótipo, tais como a instrumentação por intermédio de um conjunto de dois mostradores individuais, o escape tipo “megafone” e os espelhos retrovisores fixados nas extremidades nos avanços.
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Motor
A ficha técnica deste motor não é conhecida, nomeadamente os dados relativos à sua capacidade, potência e binário, mas pelo que foi dado a observar, muito provavelmente estaremos em presença do monocolíndrico de 500cc com injecção electrónica que equipa o modelo Classic 500, com cerca de 30cv de potência máxima e um binário máximo um pouco superior a 40 Nm. Mas será que a versão final da Continental GT se ficará por estes valores algo “anémicos”?
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Ciclística
O quadro da Continental GT é totalmente novo e representa uma estreia para a Royal Enfield, numa configuração de duplo berço em detrimento do clássico berço simples onde o motor é parte integrante da estrutura, que equipa os restantes modelos da marca. Com o seu aspecto minimalista e os componentes reduzidos apenas ao essencial (tal como se espera de uma café racer), prevê-se um peso total não muito elevado que irá contribuir para uma melhor performance.
Com um novo quadro, um novo braço oscilante, uma suspensão traseira com amortecedores a gás da conhecida marca Sueca Öhlins (incluindo um amortecedor de direcção) e travões de disco nas duas rodas, estamos em presença de uma mota desportiva de estilo clássico, embora sem dispensar alguma da tecnologia e segurança dos nossos dias.
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Lançamento
A Royal Enfield ainda não avançou oficialmente uma data para o lançamento da Continental GT, mas os responsáveis da marca presentes na Auto Expo mencionaram que a mota poderá ver a luz do dia algures durante o ano de 2013, na Índia.
Caso a Royal Enfield Continental GT seja comercializada mantendo a actual configuração, será mais uma café racer pronta a ir para a estrada sem que os seus proprietários necessitem de efectuar grandes modificações ao conjunto (tal como acontece com as Moto Guzzi V7 Café Classic e V7 Racer, por exemplo). Para aqueles que gostam de levar a coisa um pouco mais além, podem dedicar-se a “cafeinar” o seu motor que, apesar se não serem conhecidos os seus valores de potência e binário, não deverá ser certamente uma referência no meio.
Fontes: Two Wheels e Bike Chronicles of India
Não há dúvida que as scooters possuem um conjunto de características únicas que as tornam ideais para enfrentar a “selva urbana” das grandes cidades, especialmente pela sua grande facilidade de condução e baixo consumo de combustível.
Mas atenção que nem tudo são rosas e todo o cuidado é pouco, especialmente para os mais distraídos, onde o mais pequeno descuido pode trazer graves dissabores tanto para o veículo como para quem o conduz.
A CONDUÇÃO PRUDENTE EVITA O ACIDENTE!
Museu do Caramulo – Fundação Abel e João de Lacerda
Dois irmãos, Abel e João de Lacerda, fundam nos anos cinquenta, um invulgar museu, numa pequena povoação chamada Caramulo, situada numa montanha no centro de Portugal, no concelho de Tondela, distrito de Viseu, com luxuriante vegetação, virada a Sul, sobre um vale extenso de 80 Km.
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Resumo histórico
A localidade do Caramulo nasce em 1921, na vertente sul da Serra do mesmo nome, fruto da iniciativa de um médico, Jerónimo de Lacerda que, do nada, criou a maior estância sanatorial do País e da Península Ibérica. Magnífica obra urbanística dotada de infra-estruturas únicas em Portugal, naquela data.
Em 1938 já possui água canalizada ao domicílio, uma exemplar rede de esgotos urbanos e respectiva estação de tratamento, sistema de recolha de lixos com forno crematório, energia eléctrica produzida a partir de central hídrica própria, bem como um planeamento urbanístico invulgar, com estradas largas com passeios, espaços verdes e jardins públicos de beleza incomparável e numa proporção nunca vista.
É neste cenário que, em 1921 e 1923, nascem dois filhos do Dr. Jerónimo de Lacerda, Abel e João. Cientes de que o progresso da medicina ditaria o fim do Caramulo enquanto centro de tratamento, Abel, que enveredara pela carreira de economista, e o seu irmão João, médico, iniciam a procura de ideias que assegurem a sobrevivência da sua terra e a continuação da obra herdada. Decidem programar a transformação das estruturas existentes em turismo de altitude e retirar ao nome Caramulo o epíteto de doença, convertendo o cenário serrano em pólo de atracção cultural e artística.
É com esta ideia em mente que Abel de Lacerda, apaixonado pela arte, constrói um edifício, com os mais modernos conceitos de museologia, para expor uma invulgar colecção de objectos de arte constituída por 500 peças de pintura, escultura, mobiliário, cerâmica e tapeçarias, que vão da era Romana até Picasso.
João de Lacerda, apaixonado por automóveis, constrói outro edifício anexo ao primeiro, vocacionado para expor 100 automóveis e motos, dentro do princípio de que todos os veículos pudessem sair facilmente, para exibição e conservação.
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Com a morte prematura de Abel de Lacerda em 1957, criou-se a Fundação Abel de Lacerda - hoje Fundação Abel e João de Lacerda - proprietária dos dois museus de Arte e Automóveis, abertos ao público há mais de 50 anos e visitado por mais de um milhão de pessoas.
Para além da exposição permanente e de exposições temporárias, o Museu do Caramulo organiza ainda diversas actividades anuais relacionadas com os veículos automóveis, das quais se destacam o Caramulo Motorfestival (que inclui a Rampa do Caramulo, Rally de Clássicos, Passeios Históricos, Feira Automobilia, Exposições e Actividades Outdoor) e o Salão MotorClássico (o maior evento português relacionado com a temática dos clássicos, que se realiza nas instalações da FIL – Feira Internacional de Lisboa, no Parque das Nações).
A exposição
A colecção de automóveis, motociclos e velocípedes do Museu do Caramulo foi iniciada por João de Lacerda, em 1955, ao adquirir um Ford T de 1925. Desde então, a colecção foi aumentando, encontrando-se hoje em exposição no Caramulo.
Embora a maioria dos exemplares expostos sejam os veículos de quatro rodas (com 70 automóveis, dos quais 14 são veteranos), as duas rodas encontram-se bem representadas através de 30 motociclos que em conjunto com os automóveis representam 36 marcas de 7 países diferentes. Existe ainda uma variada colecção de bicicletas e triciclos antigos.
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FN (1911). Via
BSA 520cc (1925). Via
Bianchi 250cc (1935). Via
Conjunto de modelos Indian. Via
Informações
Morada: Rua Jean Lurçat, 42 – 3475-031 Caramulo
GPS: 40º34’11"N 8º10’18"W
Telefone: (+351) 232 861 270
Fax: (+351) 232 861 308
E-mail: info@museu-caramulo.net
Página Web: http://www.museu-caramulo.net/
Aberto de segunda-feira a domingo, das 10:00 às 13:00 e das 14:00 às 17:00 (horário de Inverno), das 10:00 às 13:00 e das 14:00 às 18:00 (horário de Verão).
Fontes: Museu do Caramulo e Wikipédia