segunda-feira, 11 de abril de 2011

Insólito

Na primeira corrida realizada em Donington Park no passado dia 27 de Março, a contar para o Mundial de SBK, o impensável aconteceu ao piloto francês Maxime Berger da equipa italiana Supersonic Racing Team...



... e este foi o estado em que ficou a jante de magnésio da sua Ducati 1098R!




Será este o verdadeiro exemplo do conceito “roda livre”? lol


Realmente impressionante.


quarta-feira, 6 de abril de 2011

7º Salão Motorclássico


O Salão Motorclássico é o principal evento de Lisboa para aficionados de automóveis e motociclosclássicos. Recebe expositores de áreas tão variadas como stands de automóveis, motociclos e velocipedes clássicos, oficinas especializadas e fornecedores de peças, automobilia, publicações e miniaturas de colecção. Os museus, clubes, associações e organizadores de ralis também marcam a sua presença neste Salão, dando a conhecer ao público as suas colecções, novidades e exposições temporárias.

Depois de seis edições de sucesso, o Salão Motorclássico regressa em 2011, nos dias 8, 9 e 10 de Abril, na Feira Internacional de Lisboa, no Parque das Nações, ocupando cerca de 20.000m2 de exposição.

Organização: Museu do Caramulo

terça-feira, 5 de abril de 2011

GP Jerez 125cc - Miguel Oliveira cai



Tal como as previsões indicavam, a corrida de 125cc do Grande Prémio de Espanha, em Jerez de la Frontera, disputou-se com piso molhado, com a chuva a cair mais forte na segunda metade da corrida, causando diversas quedas, principalmente entre os homens da frente.

Entre estes contou-se, infelizmente, o nosso Miguel Oliveira, que apenas na sua segunda corrida do Mundial estava a caminho de uma prestação que poderia ter sido verdadeiramente épica. Depois de uma boa partida, era terceiro colocado atrás dos dois homens do Team Aspar, Terol e Faubel, quando sofreu uma queda, um “highside”, estavam decorridas cinco voltas, deitando por terra as suas justificadas aspirações a um grande resultado em Jerez.

Na frente os dois homens da Bankia Aspar lutavam pela vitória, e mais atrás a luta pelo último lugar do pódio era bastante animada, mas a chuva cobrou quedas a vários homens destes grupos, embora muitos tenham conseguido continuar. Sandro Cortese e Efren Vasquez cairam mas prosseguiram para terminar em 6º e 9º, respectivamente, e já na última volta foi o azarado Hector Faubel que caiu, perdendo a hipótese de discutir a vitória em casa e terminando em 11º lugar, depois dos problemas mecânicos no Qatar.

Na frente, Nicolas Terol consegue assim a sua segunda vitória consecutiva, e Jonas Folger herda o segundo lugar, na corrida como no campeonato, estando já a 19 pontos de Terol. Johann Zarco foi terceiro, na frente dos rookies Danny Kent e Taylor Mackenzie, que beneficiaram das várias quedas para fazerem os melhores resultados das suas carreiras.



Fonte: Motociclismo

segunda-feira, 4 de abril de 2011

13º Lés-a-Lés (2011) - A preparação



Depois de garantido o lugar à partida da 13ª edição do Portugal de Lés-a-Lés, o tempo que falta para o início da grande maratona será naturalmente ocupado, entre outras coisas, com a preparação para o evento.

A principal preocupação é sem dúvida garantir desde logo o alojamento da(s) equipa(s) nas localidades onde serão efectuadas as partidas das duas etapas (ou próximo destas), que na edição de 2011 serão as Vilas de Mogadouro e de Castelo de Vide, respectivamente.

Para as verificações técnicas a realizar no primeiro dia em Mogadouro (antes de prólogo), cada conjunto condutor/mota terá que ter a respectiva documentação em dia, nomeadamente, a Carta de Condução, o Livrete e o Seguro da mota (não é aceite documentação de seguro enviada por fax).


Livrete e carta de condução

É ainda obrigatório que a mota esteja em boas condições de fiabilidade, com os pneus em óptimo estado, com o nível sonoro do escape dentro do permitido por lei (ou conforme indicado no respectivo Livrete), com matrícula homologada, com retrovisores, com as luzes e os piscas em perfeito estado de funcionamento e com um kit ou ferramenta para reparar um eventual furo.


Kit de reparação de furos

O percurso que os motociclistas terão de percorrer no prólogo e nas duas etapas do Lés-a-Lés encontra-se indicado num road-book, a fornecer pela organização após a aprovação nas verificações técnicas (quem quiser pode consultar aqui os road-book das edições anteriores para ir treinando). Para efectuar a sua leitura de uma forma prática e confortável, é recomendável a utilização de um desenrolador de road-book devidamente instalado na mota (mais profissional ou mais artesanal conforme as possibilidades e os gostos de cada um). Em alternativa poderá ser usado um saco de depósito com bolsa transparente.


Como ler o road-book


Desenrolador de road-book DIY

Neste evento de três dias do tipo “maratona” ou “aventura”, com muitas horas em cima da mota e com milhares de quilómetros para percorrer, há que contar SEMPRE com os imprevistos que mais cedo ou mais tarde irão bater à porta. De entre os diferentes objectos que cada motociclista poderá optar por levar e para além do seu equipamento individual de protecção (capacete, blusão, luvas, botas, etc.), aconselho pelo menos a inclusão de óleo para a corrente (se aplicável), uma “aranha” ou esticadores, um reservatório para beber água, uma caixa de primeiros socorros, papel higiénico, protecção para o sol e/ou para a chuva, uma pequena lanterna, um mapa das estradas, um telemóvel e algum dinheiro, entre outros.

Obs.: A organização fornecerá a cada participante uma folha com diversos contactos úteis para serem accionados em caso de necessidade, inclusive numa situação de desistência.

Por último e para que aumentem fortemente as probabilidades da festa correr sobre rodas, é MUITO IMPORTANTE levar grandes doses de civismo, paciência e boa disposição, juntamente com a câmara fotográfica/filmar para captar aqueles momentos especiais...

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Energia Nuclear? Não Obrigado



“Ó papão mau vai-te embora
lá de cima do telhado
Deixa dormir o menino
um soninho descansado

Deixa de ficar à espreita
com vontade de assombrar
Os que vivem nesta terra
com o pesadelo nuclear

No olhar de uma criança
pode ver-se a luz do mundo
Não lhe vamos deixar como herança
um planeta moribundo

Nuclear não, obrigado
Antes ser activo hoje
do que radioactivo amanhã
Nuclear não, obrigado

Se queremos energia
sem envenenar o ar
Temos o calor do sol
o vento e a força do mar”

Nuclear não, obrigado – álbum Perto de ti – Lena d’Água (1982)
Letra de Luís Pedro Fonseca
Música de Carlos Fortuna