Foi no ano de 1982 que foi plantada a semente daquela que é justamente
considerada como a grande referência nacional (e uma das internacionais) das
concentrações de motas, com a realização da primeira edição da Concentração
Internacional do Moto Clube de Faro!
Este grandioso evento tem como cenário o recinto do Vale das Almas
(junto ao Aeroporto de Faro) na Freguesia de Montenegro, com a Praia de Faro a
ser um dos locais predilectos dos Motociclistas e a Praça Central o local
escolhido para assinalar a sua presença bem como dar-lhes as boas vindas, em
nome da Freguesia e do Concelho de Faro.
Via
Neste pressuposto, a Câmara Municipal de Faro e a Junta de Freguesia de
Montenegro promoveram a inauguração
de um monumento erguido em homenagem à “Concentração Internacional de Motos de
Faro”, no dia 28 de Janeiro de 2012, localizado precisamente na Praça Central
da Praia de Faro (37º00'29.3"N 7º59'41.3"W).
terça-feira, 30 de janeiro de 2018
domingo, 24 de dezembro de 2017
Boas Festas 2017
A ‘Fita de Asfalto’ deseja a todos os motociclistas um Feliz Natal e
umas boas entradas no ano de 2018.
Via
Votos de Boas Festas e Boas Curvas... sempre em segurança!
Via
Votos de Boas Festas e Boas Curvas... sempre em segurança!
sábado, 23 de dezembro de 2017
Visto por aí #12
Na recente viagem que efectuei pelos Picos
da Europa, para além de ter desfrutado de belezas naturais verdadeiramente
espectaculares e paisagens de cortar a respiração, encontrei outra beleza na
forma de uma impecável Honda CB750 K0 de 1969/70, equipada com um top case algo artesanal e inserida num
grupo de maxi trails bem mais
contemporâneas que com ela percorriam as estradas de montanha locais, com
animados motociclistas britânicos já sexagenários aos seus comandos:
Honda CB750 K0 de 1969/70, vista em Boca de Huérgano-Espanha (Junho de 2017).
Para qualquer entusiasta de motos, a Honda CB750 (ou Honda Dream CB750 Four) é um modelo que dispensa apresentações. Consagrada com o título de “Mota do Milénio” (ver edição n.º 104 de Dez. 1999 da revista Motociclismo), é considerada a primeira superbike graças a uma performance e uma sofisticação fora do comum no ano do seu lançamento, em 1969, e pela grande influência que provocou no desenvolvimento do motociclismo mundial, acabando por provocar o colapso da poderosa indústria de motos inglesa.
O modelo CB750 K, ou K0 como também é conhecido, foi o primeiro de várias gerações que teve a sua grande mais-valia num motor tetracilíndrico em linha de 750cc, refrigerado a ar e de alta performance, ao que se juntou o arranque eléctrico, travão de disco na roda dianteira e uma caixa de 5 velocidades, tudo isto a um preço competitivo.
De 1969 a 1978, as diversas gerações (K0 a K8) foram equipadas com o motor de 4 cilindros SOHC de 736 cm3, com 4 carburadores, que debitava 67 bhp às 8.000 rpm e 59,8 Nm às 7.000 rpm. Apesar dos 218 kg de peso (a seco), a CB750 conseguia atingir os 200 km/h de velocidade máxima. Tudo isto com grande suavidade e fiabilidade.
Com uma postura de condução vertical, ou standard, a Honda CB750 definiu o que se veio a designar por Universal Japanese Motorcycle (UJM), ou seja, Motociclo Japonês Universal.
Honda CB750 K0 de 1969/70, vista em Boca de Huérgano-Espanha (Junho de 2017).
Para qualquer entusiasta de motos, a Honda CB750 (ou Honda Dream CB750 Four) é um modelo que dispensa apresentações. Consagrada com o título de “Mota do Milénio” (ver edição n.º 104 de Dez. 1999 da revista Motociclismo), é considerada a primeira superbike graças a uma performance e uma sofisticação fora do comum no ano do seu lançamento, em 1969, e pela grande influência que provocou no desenvolvimento do motociclismo mundial, acabando por provocar o colapso da poderosa indústria de motos inglesa.
O modelo CB750 K, ou K0 como também é conhecido, foi o primeiro de várias gerações que teve a sua grande mais-valia num motor tetracilíndrico em linha de 750cc, refrigerado a ar e de alta performance, ao que se juntou o arranque eléctrico, travão de disco na roda dianteira e uma caixa de 5 velocidades, tudo isto a um preço competitivo.
De 1969 a 1978, as diversas gerações (K0 a K8) foram equipadas com o motor de 4 cilindros SOHC de 736 cm3, com 4 carburadores, que debitava 67 bhp às 8.000 rpm e 59,8 Nm às 7.000 rpm. Apesar dos 218 kg de peso (a seco), a CB750 conseguia atingir os 200 km/h de velocidade máxima. Tudo isto com grande suavidade e fiabilidade.
Com uma postura de condução vertical, ou standard, a Honda CB750 definiu o que se veio a designar por Universal Japanese Motorcycle (UJM), ou seja, Motociclo Japonês Universal.
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