No início da década 80 do século XX, mais concretamente em 1982, a empresa Sinclair Research Ltd. lançou no reino Unido aquele que viria a revolucionar o mercado dos computadores pessoais para uso doméstico, o mítico ZX Spectrum.
Quatro anos depois, em 1986, é publicado pela Ocean o jogo The Great Escape, da autoria da Denton Designs, onde, através de um ambiente em perspectiva isométrica 2.5D, o jogador controla um prisioneiro de guerra encerrado num campo fortemente guardado algures no Norte da Alemanha em 1942, com o objectivo de escapar deste local.

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Mas a que propósito vem esta referência a um jogo que aparentemente nada tem a ver com o mundo das motas, pensarão muitos de vocês. E à primeira vista terão toda a razão... ou será que não? Este simples mas interessante jogo foi inspirado no clássico filme A Grande Evasão (‘The Great Escape’ no original), realizado por John Sturges no ano de 1963, que conta com um elenco de luxo onde se destacam os actores Steve McQueen, James Garner, Richard Attenborough, Charles Bronson, James Coburn, entre muitos outros.
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Baseado numa história real ocorrida na Segunda Guerra Mundial (contada no livro homónimo de Paul Brickhill), este extraordinário filme narra a evasão de um grupo de prisioneiros de guerra aliados do campo alemão onde se encontravam encarcerados, através de um elaborado túnel construído pelos próprios durante o tempo em que permaneceram neste local.
Mas para os amantes das duas rodas, o filme ficou marcado pela emblemática cena da fuga do personagem interpretado por Steve “King of Cool” McQueen, o Capitão Virgil Hilts, que aos comandos de uma Triumph TR6 Trophy 650cc (disfarçada de mota do exército alemão) e após uma intensa perseguição, tenta saltar uma vedação de arame farpado na fronteira com a neutral Suíça.
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Segundo o guião original, a fuga do Capitão Virgil Hilts seria de comboio, mas como grande motociclista que era, Steve McQueen sugeriu ao realizador John Sturges que a fuga fosse antes efectuada através de uma mota, acabando ele próprio por conduzi-la durante toda a cena, com excepção do salto por imposição da seguradora da produção, que acabou por ser executado pelo duplo Bud Ekins.
Aqui fica toda a cena que se tornou num verdadeiro clássico dos filmes com motas:
Fontes: IMDB e Wikipédia
O dia está magnífico e o sol convida a um passeio ao ar livre. A pacata estrada serpenteia graciosamente por entre os campos verdejantes. A Honda, cheia de vigor, clama desesperadamente por acção!
Então nada mais resta do que fazer-lhe a vontade, até que...
Foi mesmo por uma unha negra.
A Repsol apresentou no passado Sábado em Madrid os seus pilotos oficiais para os diversos campeonatos de motociclismo em que estará envolvida em 2012. Desde o Moto GP ao Trial, todos foram mostrados ao público, entre eles o português Miguel Oliveira.
Os pilotos Repsol para 2012 (Miguel Oliveira em baixo à direita). Via
Em noite de quarta prova do campeonato do mundo de X-Trial, realizada na capital espanhola, a Repsol juntou como tem sido hábito nos últimos anos os seus pilotos. Toni Bou e Takahisa Fujinami participaram na prova de Trial Indoor, mas com eles estiveram igualmente os pilotos de velocidade da casa espanhola, desde Casey Stoner e Dani Pedrosa, até Miguel Oliveira, passando por Marc Marquez, Alex Rins, Maverick Vinales, Alex Marquez e Maria Herrera, que em 2012 defendem as cores da empresa madrilena não apenas nas pistas do mundial de Moto GP mas igualmente no CEV.
As grandes estrelas foram naturalmente Casey Stoner e Dani Pedrosa, que mostraram a Honda RC 213V com que vão competir em 2012, tendo Casey Stoner sido igualmente agraciado com uma réplica da sua moto destinada à sua recém nascida filha.
A Honda RC 213V de 2012. Via
Uma noite de festa onde vários milhares de espanhóis aplaudiram os seus heróis de vários quadrantes do motociclismo, entre eles Miguel “Mig44” Oliveira, este ano de novo no mundial para se estrear com todos os outros na categoria Moto 3, aos comandos da nova Honda 250cc a 4T da equipa Estrella Galicia (Monlau Competicion).
Fonte: Hype
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Para promover a modalidade de Enduro e captar novos praticantes, a Federação de Motociclismo de Portugal (FMP) decidiu admitir, ao abrigo da legislação em vigor, a participação de pilotos não federados nas suas provas, para competirem numa nova classe denominada “Hobby”, sempre com o principal objectivo destes praticantes ocasionais se tornarem pilotos federados.
As condições de participação nesta classe “Hobby” (integrada no Troféu VERDES), destinada exclusivamente a praticantes não federados, são as seguintes:
- O piloto não ter qualquer licença desportiva da FMP nos últimos três anos;
- Percurso mais simples e curto que os das classes de pilotos federados, nomeadamente com a “Especial Extreme” a ser percorrida ou não, de acordo com decisão da Comissão de Enduro da FMP e com o máximo de duas voltas ao percurso por dia.
- Obrigatoriedade de utilização de pneu ecológico ou homologado (DOT ou E), sendo proibido a utilização de pneus de MX ou com a inscrição “not for highway use”.
- O custo de participação será de 50,00€, compreendendo este valor a taxa de inscrição e o seguro de acidentes pessoais previsto nos artigos 2º, 5º, nº 1 e n.º 2 e 15º do Decreto-Lei n.º 10/2009 de 12 Janeiro.
- O piloto pode efectuar as verificações administrativas e técnicas no próprio dia da prova, devendo apresentar os seguintes documentos originais na verificação administrativa: Livrete da moto, Carta Verde, Carta de Condução e Declaração do praticante de que não tem quaisquer contra-indicações para a prática da modalidade, nos termos e para os efeitos do n.º 2 do artigo 40º da Lei 5/2007 de 16 de Janeiro.
CALENDÁRIO
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Fonte: Federação de Motociclismo de Portugal