Miguel
Oliveira conseguiu no Japão fazer mais uma boa recolha de pontos para o
Campeonato. Graças ao 7.º lugar alcançado na pista de Motegi, o lusitano subiu
um lugar na tabela da classe Moto3, sendo agora 8.º classificado quando restam
por disputar três jornadas.
Via
A pista
japonesa é uma daquelas que Miguel Oliveira enfrenta este ano pela primeira
vez, implicando isso um natural processo de descoberta e adequação às
características do traçado. Nos treinos, o piloto sentiu algumas dificuldades
para obter a melhor eficácia da sua moto em aceleração à saída das curvas,
conseguindo o 11.º tempo para a grelha de partida.
Na
corrida, Oliveira instalou-se rapidamente no 10.º lugar, mas após quatro voltas
já tinha perdido o contacto com oito pilotos, falhando o objectivo de rodar no
grupo da frente – “isso desde o início
não foi possível, pois não conseguia acompanhar nenhuma das motos na recta e
perdi contacto com o grupo por causa disso”, explicou o português.
Assim,
Miguel acabou por ficar integrado num lote de cinco pilotos, em discussão pelo
9.º posto. Porém, já na última volta, no grupo da frente caíram dois pilotos, e
como tal entre os perseguidores a luta passou a travar-se pelo 7.º lugar,
conquistado por Miguel Oliveira, muito eficaz na derradeira passagem à pista.
O
resultado final possibilitou a Miguel Oliveira subir um lugar na classificação
do Campeonato, para oitavo. Neste ciclo oriental da competição, o “Mundial” de
Velocidade prossegue já no próximo fim-de-semana, na Malásia.
Via
Campeonato: 1.º Sandro Cortese (KTM)
255 pontos; 2.º Maverick Viñales (FTR Honda) 199; 3.º Luis Salom (Kalex KTM)
194; 4.º Romano Fenati (FTR Honda) 126; 5.º Alex Rins (Suter Honda) 119; 6.º
Danny Kent (KTM) 108; 7.º Zulfahmi Khairuddin (KTM) 92; 8.º Miguel Oliveira
(Suter Honda) 83; etc.
Fonte: Federação de
Motociclismo de Portugal
terça-feira, 16 de outubro de 2012
domingo, 14 de outubro de 2012
50.000 km
Foi ontem que a minha Honda VFR 800 Fi (RC46) atingiu a marca dos 50.000
km!
Os primeiros 50.000 km.
Num Sábado perfeito para andar de mota, com sol e temperaturas bastante agradáveis, especialmente considerando que já estamos em meados do mês de Outubro, o cenário dificilmente poderia ter sido melhor, percorrendo as belas curvas da N247 que serpenteia pelo verdejante Parque Natural de Sintra-Cascais a caminho da Vila de Sintra, Património Mundial da UNESCO, tendo como pano de fundo o Cabo da Roca, o ponto mais ocidental da Europa continental.
Bem sei que 50.000 km em quase 12 anos (desde Janeiro de 2001) está longe de ser considerada uma boa média (apenas cerca de 4.200 km por ano), isto apesar de já ter efectuado algumas viagens ao país vizinho. Mas o destaque desta líder do segmento das sport-turismo vai para a fiabilidade e para o seu comportamento all-round, fazendo jus à fama que ostenta com o célebre motor V4 de transmissão primária por cascata de engrenagens a ser uma fonte inesgotável de prazer e de ausência de problemas.
Que venham mais 50.000 km.
Os primeiros 50.000 km.
Num Sábado perfeito para andar de mota, com sol e temperaturas bastante agradáveis, especialmente considerando que já estamos em meados do mês de Outubro, o cenário dificilmente poderia ter sido melhor, percorrendo as belas curvas da N247 que serpenteia pelo verdejante Parque Natural de Sintra-Cascais a caminho da Vila de Sintra, Património Mundial da UNESCO, tendo como pano de fundo o Cabo da Roca, o ponto mais ocidental da Europa continental.
Bem sei que 50.000 km em quase 12 anos (desde Janeiro de 2001) está longe de ser considerada uma boa média (apenas cerca de 4.200 km por ano), isto apesar de já ter efectuado algumas viagens ao país vizinho. Mas o destaque desta líder do segmento das sport-turismo vai para a fiabilidade e para o seu comportamento all-round, fazendo jus à fama que ostenta com o célebre motor V4 de transmissão primária por cascata de engrenagens a ser uma fonte inesgotável de prazer e de ausência de problemas.
Que venham mais 50.000 km.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Passeio MC Sintra 2012
O recinto da Feira de São Pedro de Sintra foi palco de mais uma edição do passeio de motas
antigas organizado pelo Moto Clube de Sintra, onde se reuniram os amantes das
motas antigas e clássicas num primeiro fim-de-semana de Setembro solarengo e
bastante convidativo a passeios ao ar livre... de mota, claro!
Recinto do evento com as motas em exposição.
Embora este ano o número de participantes tenha ficado um pouco aquém de edições anteriores (serão os efeitos da crise?), quem se deslocou ao Largo D. Fernando II não deu o seu tempo por mal empregue, e para além dos locais de venda de peças e demais parafernália que se apresentaram em maior número, pôde admirar belos exemplares que são, hoje, representativos da indústria motociclística mundial de outras épocas.
Recinto do evento com as motas em exposição.
Em exposição estiveram modelos de duas rodas bastante interessantes e diversificados, todos com mais de 25 anos de idade, onde, definitivamente, não se enquadrava o triciclo Piaggio Ape Calessino (um tuk-tuk ou riquexó auto) numa acção de publicidade da empresa Turislua sobre os passeios turísticos que esta organiza na Vila de Sintra. Aqui ficam alguns exemplares interessantes:
Ducati Elite 200/SS (1959).
Honda CB175 (1969-1973).
Norton Commander P53 com motor rotativo Wankel (1989–1992).
Heinkel 150 Type 14.00.
BMW R80G/S Paris Dakar (1984–1987).
Ducati Meccanica Bologna 250 MKI (anos 60).
Kreidler Van Veen.
No final e como habitualmente a organização premiou as melhores motas presentes nas diversas categorias, salvaguardando que este evento não é um concurso de restauro mas sim um passeio de motas antigas e clássicas. Assim, os prémios atribuídos funcionam como um reconhecimento do bom trabalho efectuado nestas máquinas e também como um incentivo a todos os proprietários para recuperarem e manterem os seus exemplares em boas condições.
1. Harley-Davidson VLD (1934) de António Machado – Melhor side-car
2. Lambretta LD 150 (1957) de Gonçalo Torres – 3ª Melhor scooter
3. Zündapp Bella (1960) de Alcino Mouro – 2ª Melhor scooter
4. Piaggio Vespa GS (1964) de Jaime Ferreira – Melhor scooter
5. Yamaha CS3E (1971) de José Coração – Melhor moto dos anos 70 e Melhor moto japonesa
6. Moto Guzzi de Orlando Gallego1 – Melhor moto desportiva
7. Honda C110 (1964) de Manuel Custódio – 3º Melhor ciclomotor
8. Macal Porsche de Manuel Fonseca – 2º Melhor ciclomotor
9. Macal Cross (1978) de Carlos Martins – Melhor ciclomotor
10. Ducati Paso (1984) de Pedro Dias – Melhor moto dos anos 80
11. Kawasaki H1 (1974) de Rodolfo Rodrigues – 2ª Melhor moto dos anos 70
12. MV Agusta Raid (1960) de José Salvado – 4ª Melhor moto dos anos 60
13. Honda CB72 (1966) de Nuno Barradas – 3ª Melhor moto dos anos 60
14. MV Agusta de Henrique Sobral – 2ª Melhor moto dos anos 60
15. Mondial de Ivo Silva – Melhor moto dos anos 60
16. BMW R26 (1959) de Hugo Esteves – 4ª Melhor moto dos anos 50
17. Ariel VH (1954) de José Botelho – 3ª Melhor moto dos anos 50
18. BMW R51/2 (1951) de Arlindo Simões – 2ª Melhor moto dos anos 50
19. Ariel RH (1946) de João Gama – 2ª Melhor moto dos anos 40
20. Triumph Speed Twin (1948) de António Baptista – Melhor moto dos anos 40
21. Norton International (1937) de Peter Clarke2 – Melhor moto dos anos 30
22. FN M60 (1925) de Armindo Silva – Melhor moto dos anos 20
23. Norton Mercury de Orlando Mota – Melhor moto não restaurada
24. Matchless Competition (1954) de Martyn Knight – Melhor moto dos anos 50 e Melhor moto do encontro
Para o ano haverá certamente mais.
____________________
1 Piloto do Moto Clube de Sintra, Orlando Gallego foi campeão em 1999 e 2000 na Classe 1 (500cc) do Troféu Nacional de Motos Clássicas.
2 No final de Junho de 2010, Keith Saunders (67 anos) e o seu cunhado Peter Clarke (71 anos) embarcaram numa aventura de mais de 3.200 km aos comandos de duas velhas Piaggio Ape (The Strolling Bones Charity Tour), que os levou desde o Algarve até Inglaterra, com o objectivo de realizar uma recolha de fundos em benefício de crianças vítimas de doenças terminais.
Recinto do evento com as motas em exposição.
Embora este ano o número de participantes tenha ficado um pouco aquém de edições anteriores (serão os efeitos da crise?), quem se deslocou ao Largo D. Fernando II não deu o seu tempo por mal empregue, e para além dos locais de venda de peças e demais parafernália que se apresentaram em maior número, pôde admirar belos exemplares que são, hoje, representativos da indústria motociclística mundial de outras épocas.
Recinto do evento com as motas em exposição.
Em exposição estiveram modelos de duas rodas bastante interessantes e diversificados, todos com mais de 25 anos de idade, onde, definitivamente, não se enquadrava o triciclo Piaggio Ape Calessino (um tuk-tuk ou riquexó auto) numa acção de publicidade da empresa Turislua sobre os passeios turísticos que esta organiza na Vila de Sintra. Aqui ficam alguns exemplares interessantes:
Ducati Elite 200/SS (1959).
Honda CB175 (1969-1973).
Norton Commander P53 com motor rotativo Wankel (1989–1992).
Heinkel 150 Type 14.00.
BMW R80G/S Paris Dakar (1984–1987).
Ducati Meccanica Bologna 250 MKI (anos 60).
Kreidler Van Veen.
No final e como habitualmente a organização premiou as melhores motas presentes nas diversas categorias, salvaguardando que este evento não é um concurso de restauro mas sim um passeio de motas antigas e clássicas. Assim, os prémios atribuídos funcionam como um reconhecimento do bom trabalho efectuado nestas máquinas e também como um incentivo a todos os proprietários para recuperarem e manterem os seus exemplares em boas condições.
1. Harley-Davidson VLD (1934) de António Machado – Melhor side-car
2. Lambretta LD 150 (1957) de Gonçalo Torres – 3ª Melhor scooter
3. Zündapp Bella (1960) de Alcino Mouro – 2ª Melhor scooter
4. Piaggio Vespa GS (1964) de Jaime Ferreira – Melhor scooter
5. Yamaha CS3E (1971) de José Coração – Melhor moto dos anos 70 e Melhor moto japonesa
6. Moto Guzzi de Orlando Gallego1 – Melhor moto desportiva
7. Honda C110 (1964) de Manuel Custódio – 3º Melhor ciclomotor
8. Macal Porsche de Manuel Fonseca – 2º Melhor ciclomotor
9. Macal Cross (1978) de Carlos Martins – Melhor ciclomotor
10. Ducati Paso (1984) de Pedro Dias – Melhor moto dos anos 80
11. Kawasaki H1 (1974) de Rodolfo Rodrigues – 2ª Melhor moto dos anos 70
12. MV Agusta Raid (1960) de José Salvado – 4ª Melhor moto dos anos 60
13. Honda CB72 (1966) de Nuno Barradas – 3ª Melhor moto dos anos 60
14. MV Agusta de Henrique Sobral – 2ª Melhor moto dos anos 60
15. Mondial de Ivo Silva – Melhor moto dos anos 60
16. BMW R26 (1959) de Hugo Esteves – 4ª Melhor moto dos anos 50
17. Ariel VH (1954) de José Botelho – 3ª Melhor moto dos anos 50
18. BMW R51/2 (1951) de Arlindo Simões – 2ª Melhor moto dos anos 50
19. Ariel RH (1946) de João Gama – 2ª Melhor moto dos anos 40
20. Triumph Speed Twin (1948) de António Baptista – Melhor moto dos anos 40
21. Norton International (1937) de Peter Clarke2 – Melhor moto dos anos 30
22. FN M60 (1925) de Armindo Silva – Melhor moto dos anos 20
23. Norton Mercury de Orlando Mota – Melhor moto não restaurada
24. Matchless Competition (1954) de Martyn Knight – Melhor moto dos anos 50 e Melhor moto do encontro
Para o ano haverá certamente mais.
____________________
1 Piloto do Moto Clube de Sintra, Orlando Gallego foi campeão em 1999 e 2000 na Classe 1 (500cc) do Troféu Nacional de Motos Clássicas.
2 No final de Junho de 2010, Keith Saunders (67 anos) e o seu cunhado Peter Clarke (71 anos) embarcaram numa aventura de mais de 3.200 km aos comandos de duas velhas Piaggio Ape (The Strolling Bones Charity Tour), que os levou desde o Algarve até Inglaterra, com o objectivo de realizar uma recolha de fundos em benefício de crianças vítimas de doenças terminais.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

