Como que fazendo jus à expressão “não há duas sem três”, a ‘Fita de
Asfalto’ comemora hoje mais um aniversário, com um número que é um dos mais
curiosos e complexos (o três), ao qual lhe é normalmente atribuído uma elevada carga
simbólica nas mais diversas culturas e seus simbolismos.
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No que a
este blogue diz respeito e sendo este um projecto meramente pessoal e sem
pretensões de nenhuma espécie, não posso deixar de estar muito satisfeito com o
caminho traçado até à data, tanto pelo número de visitas que já recebeu
(63.902) desde a publicação do primeiro post, como pela quantidade de
diferentes países (114) das mais variadas zonas do mundo.
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Analisando os resultados das estatísticas, a ‘Fita de Asfalto’ tem uma
média mensal de 59 visitas e de 31 novos visitantes por mês, que contribuíram
para um total de 24.621 visitas em 2012 (um pouco menos de 4.500 que em 2011).
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Muito obrigado
e boas curvas (em segurança).
Como é sabido por todos nós, os motociclos e ciclomotores são uma mais-valia
nas deslocações urbanas face ao trânsito congestionado e muitas vezes caótico das
grandes cidades.
Infelizmente muitas vezes verificamos que estas não estão devidamente
preparadas para a circulação destes veículos de duas rodas, quer seja pelas deficientes
condições em que se encontram algumas (muitas) das suas ruas e avenidas, quer
pela falta de locais de estacionamento à superfície.
Conforme anteriormente
publicado, a Câmara Municipal de Lisboa desenvolveu um projecto que visou
essencialmente, e de forma integrada, requalificar, uniformizar e expandir a
oferta de lugares de estacionamento para motociclistas em Lisboa.
A novidade sobre este assunto é que finalmente encontrei um website que, sob a forma de um mapa da
cidade, indica a localização dos parques de motociclos existentes em Lisboa.
Mapa dos parques de
motociclos em Lisboa. Via
Dividido por freguesias, este mapa interactivo permite obter diversas
informações sobre estas zonas de estacionamento e é uma boa ajuda para os
motociclistas planearem os seus trajectos, bem como saber onde deixar a mota em
condições num dos muitos locais devidamente sinalizados para o efeito.
Aceda aqui.
Depois de a Honda ter terminado com a produção de uns dos seus ícones no
segmento das nacked utilitárias de
média cilindrada, a versátil e fiável CB500,
eis que chega agora uma nova mota para este segmento... a CB500
(!?).
A nova família CB500. Via
Apresentada
no último Salão de Milão (EICMA) em Novembro do ano passado e seguindo o que a
marca da asa dourada já tinha feito com as NC 700, à utilitária CB500F junta-se
também uma aventureira CB500X (inspirada na Crossrunner) e ainda uma desportiva
CBR500R (parecida com a CBR600RR), disponibilizando assim um variado leque de
opções a partir da mesma base.
A “utilitária” CB500F. Via
Em termos
de configuração do motor, a CB500 de 2013 apresenta um bicilíndrico paralelo de
refrigeração líquida (tal como no anterior modelo !?) com 471 cc de capacidade,
que debita 35 kW (cerca de 47 cv) de potência às 8.500 rpm e um binário máximo
de 43 Nm às 7.000 rpm. A sua alimentação é efectuada através do conhecido sistema
de injecção PGM-Fi da Honda.
A “aventureira” CB500X. Via
A
ciclística da CB500 recorre a um quadro tipo diamante, fabricado em tubos de
aço de 35mm de diâmetro, que utiliza o próprio motor como reforço para maior
rigidez e maneabilidade dos modelos. A suspensão dianteira recorre a uma
forquilha Kayaba de 41 mm e a suspensão traseira contra com um monoamortecedor Pro-Link,
que segundo o fabricante japonês faz com que a mota tenha um melhor controlo e uma
maior resposta às irregularidades do solo.
A “desportiva” CBR500R. Via
Ao nível
da segurança, o novo modelo vem equipado com um disco recortado com pinça dupla
no travão dianteiro e com um disco recortado com pinça simples no travão
traseiro, auxiliados por ABS (opcional na CB500F). Para último fica a boa notícia
no que respeita aos consumos, com a Honda a anunciar que as suas “500” consomem
apenas 3,7 litros por cada 100 km percorridos.