Um veículo que alie o charme e a eficiência de uma mota, com o conforto
e a segurança de um carro parece o melhor de dois mundos. Será? A resposta está
no Lit Motors C-1.
Lit Motors C-1. Via
A equipa da americana ‘Lit Motors’ reinventou o conceito de transporte
pessoal com este “Concept-1”, um veículo 100% eléctrico que apresenta uma
particularidade verdadeiramente interessante e inovadora ao nível da segurança.
O C-1 é um “AEV – Auto-balancing Electric Vehicle”, i.e., um veículo
eléctrico autoequilibrado, que utiliza dois giroscópios para se manter na
vertical quando está parado (em funcionamento). Vem também equipado com dois
apoios laterais que são acionados quando o C-1 está estacionado (desligado).
A grande mais-valia que este sistema de autoequilíbrio apresenta é a
garantia de que o C-1 mantém sempre a posição vertical, independentemente das condições
a que o veículo esteja sujeito, nomeadamente forças laterais de elevada
intensidade.
Em termos de prestações, os números avançados pela ‘Lit Motors’ preveem
uma velocidade máxima superior a 160 km/h, uma aceleração de 0-100 km/h em
menos de 6 segundos e uma autonomia de cerca de 320 km por carga.
Para além do condutor, o C-1 tem espaço para acomodar um segundo
passageiro adulto e uma pequena mala. O preço base estimado é de $24,000.
Fonte: Lit Motors
quinta-feira, 10 de março de 2016
terça-feira, 1 de março de 2016
Visto por aí #4
Foi durante a apresentação
do 18.º Lés-a-Lés que me deparei com esta BMW R75/7 do final dos anos 70
(provavelmente de 1978) estacionada junto ao Grande Hotel de Luso, devidamente equipada
e pronta para enfrentar os (muitos) quilómetros desta grande maratona
mototurística em solo nacional, sem se deixar intimidar pelas grandes
aventureiras maxitrail presentes:
BMW R75/7 do final dos anos 70, vista no Luso (Janeiro de 2016).
A sétima (e última) série da R75 foi lançada no Outono de 1976, denotando uma forte inspiração nos modelos de maior cilindrada da marca bávara, com destaque para o depósito de combustível com 24 litros de capacidade e o guarda-lamas frontal (R90S), bem como as tampas das cabeças dos cilindros redesenhadas.
O motor é um bicilíndrico “boxer” a 4T arrefecido por ar, com 745,3 cc (45.46 cu in) de cilindrada, uma potência máxima de 50 hp (37 kw) às 6.200 rpm e um binário máximo de 58,8 Nm (43.4 lbf ft) às 5.000 rpm.
Oferecendo o melhor compromisso entre potência e economia, a R75/7 disponibiliza uma excelente performance e uma posição de condução muito confortável, nitidamente direccionada para uma vertente mais turística, ajudada por uma transmissão por veio à roda de trás, uma suspensão de longo curso com bom amortecimento e uma autonomia superior a 400 quilómetros...
Em 1978, a BMW substituiu a R75/7 pelo novo modelo R80/7, embora algumas R75/7 ainda tenham sido produzidas na Europa durante esse ano.
BMW R75/7 do final dos anos 70, vista no Luso (Janeiro de 2016).
A sétima (e última) série da R75 foi lançada no Outono de 1976, denotando uma forte inspiração nos modelos de maior cilindrada da marca bávara, com destaque para o depósito de combustível com 24 litros de capacidade e o guarda-lamas frontal (R90S), bem como as tampas das cabeças dos cilindros redesenhadas.
O motor é um bicilíndrico “boxer” a 4T arrefecido por ar, com 745,3 cc (45.46 cu in) de cilindrada, uma potência máxima de 50 hp (37 kw) às 6.200 rpm e um binário máximo de 58,8 Nm (43.4 lbf ft) às 5.000 rpm.
Oferecendo o melhor compromisso entre potência e economia, a R75/7 disponibiliza uma excelente performance e uma posição de condução muito confortável, nitidamente direccionada para uma vertente mais turística, ajudada por uma transmissão por veio à roda de trás, uma suspensão de longo curso com bom amortecimento e uma autonomia superior a 400 quilómetros...
Em 1978, a BMW substituiu a R75/7 pelo novo modelo R80/7, embora algumas R75/7 ainda tenham sido produzidas na Europa durante esse ano.
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