quarta-feira, 15 de julho de 2015

III Lisboa Art & Moto #1/2

A 3.ª edição do Lisboa Art & Moto realizou-se nos dias 24, 25 e 26 de Abril, um evento internacional dedicado a um estilo de vida onde se cruzam as motas com a arte, o surf, a roupa e acessórios, o design, a música e outras formas de expressão cultural urbana.

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Tal como nas duas edições anteriores, em 2014 e 2013, a organização esteve a cargo do colectivo Café Racer 351 e 351Works, com acesso gratuito aos dois edifícios do complexo da LxFactory, em Alcântara, que este ano acolheram o evento. 

Um dos pontos altos dos três dias foi a exibição, em parque fechado e reservado, de motas dos próprios visitantes, muitas delas à altura do que se faz nos melhores ateliers do mundo, constituindo em si mesmo um espetáculo de grande qualidade estética e técnica.
Um studio set de fotografia foi montado no interior do pavilhão para que os interessados pudessem levar fotos de alta qualidade destas suas motos.

Parque reservado às motas dos visitantes com exemplares dignos de destaque (em primeiro plano pode ver-se a Triumph Trident “8ito” de Hugo Ramos – REV – Motorcycle Culture).

Triumph Bonneville Café Racer.

Honda CX500 “Wind 10” de 1984 (Wrench ‘n’ Wheels).

Yamaha XJ600 Café Racer.

Suzuki GSX550EF Café Racer.

Honda GL Goldwing Café Racer.

No espaço Factory L estiveram patentes exposições de diferentes formas de artes plásticas e artesanais.
No espaço maior, o Factory XL, os visitantes poderam apreciar verdadeiras obras de design de motas, nomeadamente, café racers, scramblers, street trackers e semelhantes, além dos últimos modelos das grandes marcas construtoras, a par com os melhores builders portugueses da atualidade, que marcaram presença com as suas mais recentes criações.
Também neste espaço maior e para complementar um lifestyle muito urbano e cosmopolita, estiveram expostas roupa de surf e casual, equipamento técnico e acessórios de moto, surfboards, capacetes personalizados e muitas mais produções e atividades de criadores nacionais e internacionais.

Ambiente perfeito para mais uma edição do Lisboa Art & Moto. 

Harley-Davidson XL1200S Sportster de 2001 (Rock Solid Motorcycles).

Matchless 3GLS Bobber de 1960 (Rock Solid Motorcycles).

Triumph Scrambler “La Tramontana” (Tramontana).

Triumph EVO prototype #0 (Ton-Up Garage).

Triumph Scrambler “NOBRAND” (Ton-Up Garage).

Triumph Custom (Ton-Up Garage).

Honda CX500 “Blubber” (Ton-Up Garage).

Kawasaki W650 “Gold Digger” (Ton-Up Garage).

Continua...

quinta-feira, 9 de julho de 2015

GP Holanda Moto3 - Miguel Oliveira VENCEDOR

Custou foi a primeira... a histórica vitória em Mugello. E, depois de um 5.º posto na Catalunha há umas semanas atrás, numa corrida em que esteve sempre na luta pela vitória, Miguel Oliveira voltou a ganhar, mostrando-se superior na corrida de Moto3 que abriu o programa do Grande Prémio da Holanda, em Assen.

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Depois de sessões de treinos livres não muito satisfatórias, Miguel Oliveira tentou outras soluções para a sua KTM que resultaram na qualificação, conseguindo um lugar na segunda fila da grelha, com o 6.º tempo.
Na partida, saltou de imediato para a frente e fez o “holeshot”, sendo o primeiro a chegar à curva inicial, mantendo-se na frente toda essa volta inaugural ao circuito holandês.
 


Rapidamente se formou um grupo de sete pilotos, que rodou junto durante toda a corrida, só que desta feita o piloto luso não era o representante solitário da KTM na cabeça da corrida, pois o grupo integrava ainda um agressivo Romano Fenati e o seu companheiro de equipa Brad Binder, com as hostes da Honda representadas por Enea Bastianini (novamente a sair da pole), Danny Kent, Jorge Navarro e Fabio Quartararo. 

Apesar das constantes e habituais trocas de posições, foi Miguel Oliveira que esteve mais vezes na frente e de forma mais autoritária, mostrando claramente que tinha ritmo para ganhar.
Se, na primeira metade da corrida, foram Oliveira, Fenati e Bastianini que se mostraram mais capazes de liderar, na fase final foram os homens da Estrella Galicia que se chegaram à frente, Navarro e Quartararo, este muito agressivo (demais...) e a assumir o comando na última volta.

Miguel Oliveira, seguindo a estratégia que tinha traçado, seguiu o jovem francês e superou-o já a poucas curvas do fim, rumo a um triunfo categórico e inteiramente merecido.
Quartararo foi segundo e Danny Kent, que se tinha mostrado relativamente comedido dentro deste grupo (se é que o termo pode ser usada em Moto3), a defender a sua liderança do campeonato, foi terceiro.

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Com este resultado, Miguel Oliveira recupera 9 pontos para Kent, ainda a assim a 63 pontos do português, e ganha 15 pontos a Bastianini que é segundo do campeonato, mas tem agora somente seis pontos de vantagem sobre Oliveira. 

O Mundial de Velocidade prossegue no fim-de-semana de 10 a 12 de Julho, com o G.P. da Alemanha, em Sachsenring, 9.ª prova da competição e que marcará o fim da primeira metade do campeonato.

Campeonato: 1.º Danny Kent (Leopard Racing - Honda), 165 pontos; 2.º Enea Bastianini (Gresini Racing Team Moto3 - Honda), 108; 3.º Miguel Oliveira (Red Bull KTM Ajo - KTM), 102; 4.º Romano Fenati (SKY Racing Team VR46 - KTM), 86; 5.º Efren Vazquez (Leopard Racing - Honda), 76; 6.º Fabio Quartararo (Estrella Galicia 0,0 - Honda), 74; 7.º Brad Binder (Red Bull KTM Ajo - KTM), 66; 8.º Isaac Viñales (Husqvarna Factory Laglisse - Husqvarna), 64; etc. 

Fonte: Motociclismo

domingo, 5 de julho de 2015

Abrandar não te vai matar

Tu decides sobre a tua velocidade...

... A física decide se vives ou morres.



Motorcycle Reconstruction é uma das campanhas de prevenção rodoviária especialmente dirigidas para as duas rodas promovida pela organização governamental australiana TAC (Transport Accident Commission). 

Abrandar não te vai matar!