Miguel Oliveira voltou aos bons resultados na Austrália, onde terminou
no 7.º lugar depois de ter arrancado no meio do pelotão. O piloto português
segue em 11.º no Campeonato, mas à beira de reentrar no “top 10” da classe
Moto3.
Via
Na pista australiana de Phillip Island, Miguel Oliveira teve de
recuperar de mais um posicionamento a meio do pelotão na grelha de partida,
pois na qualificação obteve o 15.º tempo, ficando assim a fechar a quinta
linha.
O início da corrida não trouxe evolução, pois o lusitano completou a
primeira volta apenas em 17.º, mas depois encetou a recuperação. Sensivelmente
a meio da prova, na décima segunda de vinte e três voltas, ascendeu ao 10.º
lugar, e subiria mais três lugares na penúltima volta, com o atraso e uma
desistência de pilotos que rodavam à sua frente.
O australiano Jack Miller ganhou em casa, sendo que os seis primeiros
cruzaram a meta em bloco, num intervalo de dois décimos de segundo. Em 7.º
ficou então Miguel Oliveira, a 2,7s do vencedor.
Via
Com este resultado, Miguel Oliveira permanece no 11.º posto do
Campeonato, mas em igualdade pontual com o 10.º e apenas a 1 ponto do 9.º
classificado, quando restam apenas duas jornadas para terminar a competição,
que prossegue já no próximo fim-de-semana em Sepang, na Malásia.
Campeonato: 1.º Alex Marquez (Honda), 251 pontos; 2.º Jack Miller (KTM), 231; 3.º
Alex Rins (Honda), 210; 4.º Efren Vazquez (Honda), 187; 5.º Romano Fenati (KTM),
174; 6.º Alexis Masbou (Honda), 150; ... 11.º
Miguel Oliveira (Mahindra), 102; etc.
Fonte: Federação
de Motociclismo de Portugal
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
II Lisboa Art&Moto
Surgindo como uma evolução natural depois do sucesso da sua estreia no ano
passado, a 2.ª edição do Art&Moto
Lisboa, evento internacional e único do género em Portugal dedicado às
motos, ao surf, à arte e ao lifestyle,
decorreu durante o último fim-de-semana do passado mês de Abril novamente nas
instalações da carismática LxFactory, em Alcântara.
O Edifício J da LXFactory acolheu a edição 2014 do Art&Moto Lisboa.
Este ano a organização (colectivo Café Racer 351 e 351Works) montou o “quartel-general” do evento no Edifício J, um local bem mais espaçoso e com melhores condições para acomodar os expositores e as motas participantes, mantendo um espaço exterior reservado ao estacionamento das motas dos visitantes com exemplares dignos de especial destaque.
Tal como previsto, o Sábado (26 de Abril) foi o dia forte do evento e depois de um passeio matinal reservado a convidados, nem o tempo chuvoso foi obstáculo para a grande afluência de visitantes que se registou durante a tarde. Estava garantido novo sucesso!
O lema “Bigger, Better & Faster” assenta que nem uma luva nesta 2.ª edição, que apresentou um formato e dimensão maiores que no ano passado, num ambiente mais underground e mantendo sempre como referência a cultura custom e as motas vintage, sejam elas clássicas, café racers, scramblers, bobbers ou outras.
César Rufino (fundador do colectivo Café Racer 351) e respectiva equipa estão assim de parabéns pela forma como conseguiram pôr de pé (e novamente de forma gratuita) o Art&Moto Lisboa 2014, que contou com a presença de grandes “transformadores” de motas (os melhores a nível nacional, muitos já com reconhecida projeção além fronteiras, bem como algumas referências mundiais como é o caso os dinamarqueses Wrenchmonkees).
A bela BMW R75/5 ‘Recall’ dos portuenses da Ton-Up Garage.
A imponente Yamaha XJR 1300SP ‘CS_04 Stealth’ dos nortenhos Osvaldo Coutinho e Alexandre Santos da it roCkS!bikes.
Vestuário e acessórios a condizer no expositor da Brixton.
Limpeza, manutenção, recondicionamento, restauro e personalização de capacetes é com a Helmet Care.
A agressiva Ducati SS750 ‘Italian Sniper’ dos alfacinhas da Maria Riding Company.
A pequena grande Yamaha SR 250 do artífice do metal Jorge Brandão/Brandon Parts.
O surf clássico e as duas rodas numa bonita combinação da Breklim.
A esbelta Moto Guzzi V65 Lario ‘Mondego’ dos conimbricenses da Tricana Motorcycles.
A inaugural Kawasaki Z1000 ‘Natrium’ de Ricardo Santos da Elemental Rides.
Os produtos da 351Works bem enquadrados por uma Airstream ao melhor estilo americano.
As artes gráficas sempre presentes no Art&Moto Lisboa.
A custom tracker Honda SLR 650 de Ricardo Guerra da Piranha Works.
A selvagem Kawasaki Z1000R ‘La Bestia 1327’ dos espanhóis da Valtorón.
À noite, a actuação ao vivo do músico português Frankie Chavez animou os presentes e foi o fecho ideal deste evento com ‘E’ maiúsculo, que deverá regressar em 2015 certamente com novas ideias que o farão evoluir e a consolidar a sua existência como o maior do género em Portugal.
O Edifício J da LXFactory acolheu a edição 2014 do Art&Moto Lisboa.
Este ano a organização (colectivo Café Racer 351 e 351Works) montou o “quartel-general” do evento no Edifício J, um local bem mais espaçoso e com melhores condições para acomodar os expositores e as motas participantes, mantendo um espaço exterior reservado ao estacionamento das motas dos visitantes com exemplares dignos de especial destaque.
Tal como previsto, o Sábado (26 de Abril) foi o dia forte do evento e depois de um passeio matinal reservado a convidados, nem o tempo chuvoso foi obstáculo para a grande afluência de visitantes que se registou durante a tarde. Estava garantido novo sucesso!
O lema “Bigger, Better & Faster” assenta que nem uma luva nesta 2.ª edição, que apresentou um formato e dimensão maiores que no ano passado, num ambiente mais underground e mantendo sempre como referência a cultura custom e as motas vintage, sejam elas clássicas, café racers, scramblers, bobbers ou outras.
César Rufino (fundador do colectivo Café Racer 351) e respectiva equipa estão assim de parabéns pela forma como conseguiram pôr de pé (e novamente de forma gratuita) o Art&Moto Lisboa 2014, que contou com a presença de grandes “transformadores” de motas (os melhores a nível nacional, muitos já com reconhecida projeção além fronteiras, bem como algumas referências mundiais como é o caso os dinamarqueses Wrenchmonkees).
Pela primeira vez o universo do surf juntou-se às motas, com shapers, pranchas, praticantes e
fotografia, além de marcas de roupas e acessórios.
As artes e
os artistas também não podiam faltar à chamada, destacando-se a música, a
fotografia, as artes gráficas/ilustração e o vídeo, entre outros.A bela BMW R75/5 ‘Recall’ dos portuenses da Ton-Up Garage.
A imponente Yamaha XJR 1300SP ‘CS_04 Stealth’ dos nortenhos Osvaldo Coutinho e Alexandre Santos da it roCkS!bikes.
Vestuário e acessórios a condizer no expositor da Brixton.
Limpeza, manutenção, recondicionamento, restauro e personalização de capacetes é com a Helmet Care.
A agressiva Ducati SS750 ‘Italian Sniper’ dos alfacinhas da Maria Riding Company.
A pequena grande Yamaha SR 250 do artífice do metal Jorge Brandão/Brandon Parts.
O surf clássico e as duas rodas numa bonita combinação da Breklim.
A esbelta Moto Guzzi V65 Lario ‘Mondego’ dos conimbricenses da Tricana Motorcycles.
A inaugural Kawasaki Z1000 ‘Natrium’ de Ricardo Santos da Elemental Rides.
Os produtos da 351Works bem enquadrados por uma Airstream ao melhor estilo americano.
As artes gráficas sempre presentes no Art&Moto Lisboa.
A custom tracker Honda SLR 650 de Ricardo Guerra da Piranha Works.
A selvagem Kawasaki Z1000R ‘La Bestia 1327’ dos espanhóis da Valtorón.
À noite, a actuação ao vivo do músico português Frankie Chavez animou os presentes e foi o fecho ideal deste evento com ‘E’ maiúsculo, que deverá regressar em 2015 certamente com novas ideias que o farão evoluir e a consolidar a sua existência como o maior do género em Portugal.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

