sábado, 30 de agosto de 2014

Motorclássico 2014 #2/2

No Salão MotorClássico propriamente dito e entre os veículos de duas rodas, destacava-se a mostra intitulada “Casal, a Moto Portuguesa”, dedicada à conhecida marca de Aveiro. Aqui podiam ser admirados sete modelos da série ‘K’: uma K188 Enduro (1977), duas K276 (1983), uma K185 Trial (1974), uma K601.6 SS (1980), uma K191 SSS (1980) e uma K554 RZ50 (1988).

Ciclomotores e motociclos Casal, modelos K554 RZ50 (1988), K191 SSS (1980), K601.6 SS (1980), K185 Trial (1974) e K276 (1983). 

Ainda no âmbito das exposições temáticas, duas outras mostras marcaram presença na FIL, a “Jeep Attack!” dedicada a veículos militares e a “Maserati – Centenário do Tridente” comemorativa dos 100 anos da marca italiana.
Na primeira, organizada pela Associação Portuguesa de Veículos Militares (a única entidade no nosso país a cuidar do património histórico militar), encontrava-se uma Harley-Davidson WLA dos anos 40 (II Guerra Mundial).
Na segunda, os automóveis antigos da exclusiva marca de Bolonha chamavam a atenção (e de que maneira) dos visitantes, destacando-se o A6G/54 2000 Zagato, raramente visto no nosso país e cuja cotação ronda os € 1.400.000, bem como o elegante 3500 GT de 1962 com motor de 6 cilindros em linha de 220hp.


Harley-Davidson WLA dos anos 40 (II Guerra Mundial). 


Maserati 3500 GT (1962). 

Como já vem sendo hábito, no Salão MotorClássico estiveram diversos expositores nacionais e internacionais relacionados com os veículos antigos e clássicos, nomeadamente clubes e associações, restauradores, comerciantes de peças, livros e revistas, brinquedos, entre muitos outros, com vários modelos de duas rodas presentes nos seus espaços.

Royal Enfield Continental GT, a café racer de série da ex-marca inglesa no stand da Senatejo. 

Kawasaki Z1 900cc DOHC da década de 1970, no stand promocional da Automobilia de Aveiro (Clube Aveirense de Automóveis Antigos). 


Honda CB 750 Four dos anos 70, no stand promocional da Automobilia de Aveiro (Clube Aveirense de Automóveis Antigos). 


A original Vespa 125 Daniela (construída em madeira) destacava-se no stand da Fundarte Restauros. 

Flandria Rekord (€ 5.800) e em segundo plano uma Peugeot BB3 Sport (€ 2.750), duas moped desportivas dos anos 60. 


Aguarelas de clássicos da autoria de Gilberto Gaspar da Aguarelas Clássicos Project. 


Piaggio Vespa 90 Super Sprint (1965-1971) em destaque no stand do Vespa Clube de Lisboa. 


Sachs Lebre 47cc (1968/69) adquirida pela antiga JAE - Junta Autónoma das Estradas em 1969, no stand da EP – Estradas de Portugal. 


Honda CB 250 T (1979) “cafeinada”, Harley-Davidson F1000 (1916), AJS 18 CS (1953) e uma pouco comum EFS Gaivota com motor Zündapp (1963), todas no stand do Moto Clube de Sintra. 


Expedições e/ou viagens para todos os gostos no stand da empresa Mundo de Aventuras. 


Triumph Terrier 150cc (1954) e Fiorelli Bengala 50cc (1960) no stand da APME - Associação Portuguesa do Motociclismo de Época. 


Santamaria Zündapp Novi Ligure 49cc (anos 50). 


BMW R25 250cc (anos 50). 


Kawasaki 500 H1 Mach III (anos 70). 


Zündapp KS 601 Sidecar (anos 50). 


SO4 de 95cc, a obra-prima de João Mendes. 


Honda Z50A MiniTrail (anos 70). 


Carnielli Vittoria RHS (anos 50).

Macal M50 Mini com motor Fichtel & Sachs 47cc, modelo senhora. 

As neoclássicas da Triumph, no stand da marca britânica. 

Entre as Solex e outras francesas encontrava-se uma Motoconfort dos anos 20 (€ 2.000) no stand da Luso Solex 2000. 

No espaço dedicado ao Leilão Motorclássico – Veículos & Automobilia foi possível contactar com muitos dos cerca de 150 lotes que seriam levados à praça no dia 5 (sábado) pela leiloeira Aqueduto. Entre peças de automobília e veículos clássicos (automóveis ou motociclos) encontravam-se duas moped, uma Peugeot 104 de 1974 (€ 250) e uma Solex 5000 de 1975 (€ 250).

Peugeot 104 de 1974 (€ 250) e Solex 5000 de 1975 (€ 250) prontas para ir a leilão.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

GP República Checa Moto3 - Miguel Oliveira em 7º

Miguel Oliveira voltou a ser sétimo classificado na classe Moto3 do “Mundial” de Velocidade. Desta vez aconteceu na República Checa, numa corrida em que um grupo de dezasseis pilotos rodou compacto na dianteira até à bandeirada final.

Via 

Em Brno aconteceu uma corrida invulgar, com metade do pelotão a rodar em bloco durante todo o tempo. Dezasseis pilotos cruzaram a meta em menos de 2 segundos, o que reflecte bem a situação de equilíbrio gerada, com indecisão para todas as posições até à meta. 

Desta vez, Miguel Oliveira conseguiu um bom registo na qualificação, ao obter o 5.º melhor tempo numa sessão em que a chuva também marcou presença. Assim, o lusitano arrancou da segunda fila da grelha para mais uma boa exibição, sem necessidade de proceder a desgastantes recuperações. 

Inicialmente posicionado no 7.º lugar, Oliveira passou toda a corrida a oscilar desde o 5.º até ao 8.º posto, mas na segunda metade da prova rodou a maior parte do tempo entre os seis primeiros. Houve toques e frequentes mudanças de posição numa corrida espectacular, que o piloto português acabou por concluir em 7.º, a 470 milésimos de segundo do vencedor, o francês Alexis Masbou.

Via 

No Campeonato, face à diferença pontual existente, Miguel Oliveira já sabia que não iria conseguir ascender na tabela. Aliás, até baixou um lugar, para 9.º, embora em igualdade pontual com o 8.º classificado, após esta décima primeira ronda da competição. A próxima corrida terá lugar no último Domingo de Agosto, no circuito britânico de Silverstone.

Campeonato: 1.º Jack Miller (KTM), 169 pontos; 2.º Alex Marquez (Honda), 146; 3.º Efren Vazquez (Honda), 145; 4.º Romano Fenati (KTM), 135; 5.º Alex Rins (Honda), 125; 6.º Alexis Masbou (Honda), 117; 7.º Isaac Viñales (KTM), 96; 8.º Enea Bastianini (KTM), 71; 9.º Miguel Oliveira (Mahindra), 71; etc.

Fonte: Federação de Motociclismo de Portugal