quinta-feira, 28 de agosto de 2014

GP República Checa Moto3 - Miguel Oliveira em 7º

Miguel Oliveira voltou a ser sétimo classificado na classe Moto3 do “Mundial” de Velocidade. Desta vez aconteceu na República Checa, numa corrida em que um grupo de dezasseis pilotos rodou compacto na dianteira até à bandeirada final.

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Em Brno aconteceu uma corrida invulgar, com metade do pelotão a rodar em bloco durante todo o tempo. Dezasseis pilotos cruzaram a meta em menos de 2 segundos, o que reflecte bem a situação de equilíbrio gerada, com indecisão para todas as posições até à meta. 

Desta vez, Miguel Oliveira conseguiu um bom registo na qualificação, ao obter o 5.º melhor tempo numa sessão em que a chuva também marcou presença. Assim, o lusitano arrancou da segunda fila da grelha para mais uma boa exibição, sem necessidade de proceder a desgastantes recuperações. 

Inicialmente posicionado no 7.º lugar, Oliveira passou toda a corrida a oscilar desde o 5.º até ao 8.º posto, mas na segunda metade da prova rodou a maior parte do tempo entre os seis primeiros. Houve toques e frequentes mudanças de posição numa corrida espectacular, que o piloto português acabou por concluir em 7.º, a 470 milésimos de segundo do vencedor, o francês Alexis Masbou.

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No Campeonato, face à diferença pontual existente, Miguel Oliveira já sabia que não iria conseguir ascender na tabela. Aliás, até baixou um lugar, para 9.º, embora em igualdade pontual com o 8.º classificado, após esta décima primeira ronda da competição. A próxima corrida terá lugar no último Domingo de Agosto, no circuito britânico de Silverstone.

Campeonato: 1.º Jack Miller (KTM), 169 pontos; 2.º Alex Marquez (Honda), 146; 3.º Efren Vazquez (Honda), 145; 4.º Romano Fenati (KTM), 135; 5.º Alex Rins (Honda), 125; 6.º Alexis Masbou (Honda), 117; 7.º Isaac Viñales (KTM), 96; 8.º Enea Bastianini (KTM), 71; 9.º Miguel Oliveira (Mahindra), 71; etc.

Fonte: Federação de Motociclismo de Portugal

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Motorclássico 2014 #1/2

Tal como sucedeu em 2013 com a realização de diversos eventos “de peso” no mesmo fim-de-semana (Dia Nacional do Motociclista, Lisboa Motoshow e MotorClássico), este ano assistimos uma vez mais à calendarização simultânea de duas importantes exposições nacionais relacionadas com as duas rodas.
Assim, o primeiro fim-de-semana do passado mês de Abril foi palco da Expomoto – Feira de Motos, Acessórios e Equipamentos (Exposalão, Batalha) e do Motorclássico – Salão Internacional de Automóveis e Motociclos Clássicos (FIL, Lisboa).

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Relativamente ao Salão Motorclássico e segundo a organização, esta 10.ª edição recebeu mais de 40.000 visitantes durante os três dias do evento, onde para além dos 150 expositores presentes (com exposições temáticas ligadas ao centenário da marca Maserati, às motorizadas portuguesas Casal e aos veículos miliares clássicos), decorreram também vários eventos como concentrações e passeios de motos e automóveis, sessões de autógrafos, o Salão Motor Racing, dedicado ao mundo da competição e um leilão de clássicos & automobilia, realizado pela leiloeira Aqueduto, que levou à praça cerca de 150 lotes, entre automóveis, motociclos e outras peças de colecção relacionadas com o universo motorizado.

Foi então logo no final da tarde de sexta-feira, dia 4, que me desloquei ao Pavilhão 3 da Feira Internacional das Indústrias, no Parque das Nações junto ao Rio Tejo, para apreciar as belezas de duas e quatro rodas de outras épocas presentes neste Salão.
 
Ainda sem a habitual enchente do fim-de-semana, o ambiente era tranquilo e propício a uma visita descontraída e mais pormenorizada do Motorclássico.
Logo junto à entrada (entre os Pavilhões 2 e 3) encontrava-se uma exposição de motas clássicas organizada pelo Moto Clube do Montijo, onde podiam ser vistos diversos modelos, alguns bastante originais, de motas, motorizadas e scooters de estrada, bem como outros exemplares com características mais apropriadas ao “fora de estrada”.

Yamaha FS1 50cc (anos 70).

Honda P50 50cc a 4T (final dos anos 60), a última moped da marca com motor na roda.

Puch MS 50V 50cc (provavelmente dos anos 60).

Kreidler Florett K54 50cc de 3 velocidades (1961).

Puch City Automatic 50cc (1981).

Forvel Hodaka 125cc (final dos anos 70).

Yamaha RD250 250cc (anos 70).

Puch M125 a 2T (final dos anos 60, principio dos anos 70).

Solex Micron (1968-1974), a fusão entre uma (mini) scooter e uma Solex 3800 (motor), embora sem pedais.

Puch 175 SV 172cc a 2T de pistão duplo (final dos anos 50).

Macal Sport (anos 70), com motor Zündapp de 50cc.

Carnielli Motograziella (1968-1979), com motor Sachs 50cc.

Puch Roller 125 (final dos anos 50).

Bultaco Chispa 50, pequeno ciclomotor de trial da marca de Barcelona (1974-1982).

Montesa Enduro 250 H6 (final dos anos 70).

Yamaha GT 50 (anos 70), uma mini-enduro monocilindrica com carburador externo, admissão pelo cilindro e mistura através de válvula de palhetas "Torque Induction".

Honda XL125R “Paris Dakar” (anos 80).

Bultaco Alpina modelo 212 250cc (final dos anos 70).

Famel XF-17, o mítico modelo da marca de Águeda equipada com o motor Zündapp 50cc de 5 velocidades (décadas de 70 e 80).

Puch MiniCross TT 2.ª Série (início dos anos 80).

Jawa TS 350 “Twin Sport” tipo 638 (final dos anos 80, começo dos anos 90).

KTM Comet 504 S (início dos anos 70).

Kawasaki B1L 125cc a 2T (final dos anos 60, principio dos anos 70). 

Continua...