“Não há
nada na Terra que se assemelhe às corridas TT da Ilha de Man!”
Via
E esta frase resume tudo... Uma pequena ilha no Mar da Irlanda, um circuito em estradas públicas com cerca de 60 km de
comprimento (urbano e montanha), seis corridas de motas Tourist Trophy (Lightweight,
Superstock, Supersport – 2, Superbike e Senior), uma corrida de motas
“ecológicas” (Zero Challenge), duas corridas de Sidecar, velocidades máximas próximas
dos 300 km/h e médias superiores a 200 km/h por volta!!!
O piloto português Nuno Caetano, que fez a sua estreia no IOMTT
em 2012 (após uma primeira participação no Manx Grand Prix de 2011), marcará presença na ilha pela terceira vez e será o representante
das cores lusas na edição de 2014, competindo nas corridas de TT aos
comandos de motas Kawasaki da KS Team of
Portugal.
Nuno Caetano. Via
Segundo o calendário
oficial, os treinos e as qualificações decorrerão de 24 de Maio (sábado) a
4 de Junho (quarta-feira), com as corridas das diversas classes a terem início
a 31 de Maio (sábado) e a prolongarem-se até ao dia 6 de Junho (sexta-feira).
Que pena ser tão longe...
Fonte: Isle of Man TT
quarta-feira, 21 de maio de 2014
terça-feira, 13 de maio de 2014
Na faixa do BUS
Desde o dia 1 de Maio que já é possível circular de mota nos corredores
BUS da baixa da Cidade do Porto.
Via
A Invicta torna-se assim no primeiro município em Portugal a adoptar um conceito ensaiado com sucesso em muitas outras cidades europeias como Paris, Barcelona e Madrid, satisfazendo um dos velhos anseios dos motociclistas nacionais (e portuenses em particular) no sentido de incentivar a mobilidade urbana em duas rodas com maior segurança, melhorar a fluidez do trânsito muitas vezes caótico das cidades e, não menos importante, reduzir os níveis de CO2.
As faixas do BUS passam também a estar assinaladas com grandes motas pintadas a banco no pavimento, bem como a respectiva sinalização vertical de via reservada a veículos de transporte público, à qual foi adicionada a inscrição “Exceto Motociclos e Ciclomotores”.
Via
Para a implementação desta medida, a Câmara Municipal do Porto “(...) pediu pareceres, obrigatórios mas não vinculativos, à Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e ao Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT, I.P.). Após essas diligências, optou por desenvolver um projeto-piloto, em parceria com a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), que permitirá avaliar todos os impactos, positivos e negativos, que a permissão de circulação de ciclomotores e motociclos nos corredores BUS terá no sistema de transportes”.
Ainda segundo o Executivo Camarário liderado por Rui Moreira, “o projeto-piloto deverá ter uma duração mínima de 18 meses, dividido em duas fases: a primeira, com a duração de seis meses, e a segunda de 12. No final dos primeiros seis meses deverá ser feita uma primeira avaliação global dos impactos desta medida. Nessa altura, a zona piloto poderá ser alargada para cerca de 50% da extensão total de corredores BUS existentes na cidade. No final da segunda fase será efetuada a avaliação global do projeto. Caso os resultados sejam positivos, a permissão poderá ser alargada na generalidade a toda a cidade”.
Esperemos que muitos outros municípios do país venham a seguir estas pisadas.
Parabéns à Câmara Municipal do Porto!
Fontes: Moto Clube do Porto e Câmara Municipal do Porto
Via
A Invicta torna-se assim no primeiro município em Portugal a adoptar um conceito ensaiado com sucesso em muitas outras cidades europeias como Paris, Barcelona e Madrid, satisfazendo um dos velhos anseios dos motociclistas nacionais (e portuenses em particular) no sentido de incentivar a mobilidade urbana em duas rodas com maior segurança, melhorar a fluidez do trânsito muitas vezes caótico das cidades e, não menos importante, reduzir os níveis de CO2.
As faixas do BUS passam também a estar assinaladas com grandes motas pintadas a banco no pavimento, bem como a respectiva sinalização vertical de via reservada a veículos de transporte público, à qual foi adicionada a inscrição “Exceto Motociclos e Ciclomotores”.
Via
Para a implementação desta medida, a Câmara Municipal do Porto “(...) pediu pareceres, obrigatórios mas não vinculativos, à Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e ao Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT, I.P.). Após essas diligências, optou por desenvolver um projeto-piloto, em parceria com a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), que permitirá avaliar todos os impactos, positivos e negativos, que a permissão de circulação de ciclomotores e motociclos nos corredores BUS terá no sistema de transportes”.
Ainda segundo o Executivo Camarário liderado por Rui Moreira, “o projeto-piloto deverá ter uma duração mínima de 18 meses, dividido em duas fases: a primeira, com a duração de seis meses, e a segunda de 12. No final dos primeiros seis meses deverá ser feita uma primeira avaliação global dos impactos desta medida. Nessa altura, a zona piloto poderá ser alargada para cerca de 50% da extensão total de corredores BUS existentes na cidade. No final da segunda fase será efetuada a avaliação global do projeto. Caso os resultados sejam positivos, a permissão poderá ser alargada na generalidade a toda a cidade”.
Esperemos que muitos outros municípios do país venham a seguir estas pisadas.
Parabéns à Câmara Municipal do Porto!
Fontes: Moto Clube do Porto e Câmara Municipal do Porto
Subscrever:
Mensagens (Atom)


