Não sei muito bem como classificar esta concept bike da autoria do designer
inglês John Bridge, mas
há qualquer coisa de bizarro e ao mesmo tempo apelativo nesta criação.
Via
Baptizada com o nome do deus grego do submundo (governante do mundo dos
mortos, senhor do mundo subterrâneo e dos seres das sombras), a Hades
foi digitalmente criada através do programa Alias (software de desenho industrial) e tem como principal característica
a estranha e inovadora configuração do seu quadro.
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Estas são algumas das suas principais especificações:
– Quadro
tubular de grande diâmetro numa estrutura contínua e rígida, com monobraço
traseiro (na realidade são duas peças separadas e aparafusadas ao depósito de
combustível).
– Depósito
de combustível tubular curvilíneo, funcionando como elemento estruturante do
quadro.
– Motor da Harley-Davidson Sportster 883.
–
Suspensão frontal personalizada tipo girder.
– Assento
personalizado com molas.
–
Controlos e manípulos da Suzuki GSXR.
– Tavões de
discos perimetrais (dois à frente e um atrás).
– Rodas volumosas
com raios.
Via
Via
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A Hades é para já um mero exercício de estilo, cujo conceito, embora cativante
e não convencional, está longe de ser aplicável num protótipo rolante. Estará?
Bom, para tal certamente que haveria um longo trabalho a desenvolver neste
campo, mas são ideias excêntricas deste tipo que muitas vezes mudam
mentalidades e apontam para novos caminhos.
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"Straight from the underworld".
Fonte: Custom
Fighters
sexta-feira, 11 de abril de 2014
terça-feira, 8 de abril de 2014
GP Qatar Moto3 - Miguel Oliveira em 4º
Miguel Oliveira iniciou em grande forma a nova campanha no Campeonato do
Mundo de Velocidade. No Qatar foi 4.º classificado e falhou o pódio por uma
“unha negra”, pois ficou apenas a escassos 15 milésimos de segundo do
adversário que o precedeu na tabela da classe Moto3.
Via
“O Mundial” de Velocidade começou com uma jornada nocturna no circuito de Losail, no Qatar, onde Miguel Oliveira concretizou o seu melhor arranque de sempre nesta competição. O ano passado tinha sido 7.º classificado, e agora conquistou o 4.º posto, chegando a rolar em 2.º na última das dezoito voltas à pista.
Na qualificação o lusitano obteve apenas o 11.º melhor tempo, mas em corrida realizou uma exibição de grande nível. Se depois do arranque baixou dois lugares, depressa passou ao ataque e na sexta volta já era 5.º colocado, no qual rodou durante a maior parte do tempo na meia-dúzia seguinte de voltas.
Na décima terceira passagem à pista subiu ao 4.º posto, baixando ainda um lugar durante pouco tempo, mas desde a penúltima volta surgiu sistematicamente em 4.º. Com seis pilotos em luta cerrada, a derradeira volta foi entusiasmante de seguir. Miguel Oliveira esteve ao ataque e ainda chegou ao 2.º posto, mas no frenético sprint final acabou em 4.º, a 15 milésimos do terceiro e a 62 do 2.º classificado. Numa corrida em que os seis primeiros cruzaram a meta num intervalo de meio segundo, o vencedor foi o australiano Jack Miller.
Via
Além do resultado, a exibição de Miguel Oliveira é francamente auspiciosa para esta nova temporada, confirmando também a evolução da Mahindra durante o último “defeso”. Portanto, é com o moral em alta que o piloto português segue para a segunda ronda, no Circuito das Américas, em Austin, nos EUA, a 13 de Abril.
Campeonato: 1.º Jack Miller, 25 pontos; 2.º Alex Marquez, 20 pontos; 3.º Efren Vazquez, 16 pontos; 4.º Miguel Oliveira, 13 pontos; 5.º Alex Rins, 11 pontos; 6.º Jakub Korfeil, 10 pontos; etc.
Fonte: Federação de Motociclismo de Portugal
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“O Mundial” de Velocidade começou com uma jornada nocturna no circuito de Losail, no Qatar, onde Miguel Oliveira concretizou o seu melhor arranque de sempre nesta competição. O ano passado tinha sido 7.º classificado, e agora conquistou o 4.º posto, chegando a rolar em 2.º na última das dezoito voltas à pista.
Na qualificação o lusitano obteve apenas o 11.º melhor tempo, mas em corrida realizou uma exibição de grande nível. Se depois do arranque baixou dois lugares, depressa passou ao ataque e na sexta volta já era 5.º colocado, no qual rodou durante a maior parte do tempo na meia-dúzia seguinte de voltas.
Na décima terceira passagem à pista subiu ao 4.º posto, baixando ainda um lugar durante pouco tempo, mas desde a penúltima volta surgiu sistematicamente em 4.º. Com seis pilotos em luta cerrada, a derradeira volta foi entusiasmante de seguir. Miguel Oliveira esteve ao ataque e ainda chegou ao 2.º posto, mas no frenético sprint final acabou em 4.º, a 15 milésimos do terceiro e a 62 do 2.º classificado. Numa corrida em que os seis primeiros cruzaram a meta num intervalo de meio segundo, o vencedor foi o australiano Jack Miller.
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Além do resultado, a exibição de Miguel Oliveira é francamente auspiciosa para esta nova temporada, confirmando também a evolução da Mahindra durante o último “defeso”. Portanto, é com o moral em alta que o piloto português segue para a segunda ronda, no Circuito das Américas, em Austin, nos EUA, a 13 de Abril.
Campeonato: 1.º Jack Miller, 25 pontos; 2.º Alex Marquez, 20 pontos; 3.º Efren Vazquez, 16 pontos; 4.º Miguel Oliveira, 13 pontos; 5.º Alex Rins, 11 pontos; 6.º Jakub Korfeil, 10 pontos; etc.
Fonte: Federação de Motociclismo de Portugal
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