O G.P. das Américas não correu de feição a Miguel Oliveira, pois
terminou a corrida da classe Moto3 no 15.º lugar, marcando apenas um ponto para
o Campeonato do Mundo, que teve em Austin, nos Estados Unidos, a sua segunda
jornada.
Via
Tal como no ano passado, Miguel Oliveira não se entendeu bem com a longa
pista texana, em cujos 5.513 metros de perímetro avulta uma recta principal com
mais de um quilómetro. Logo nos treinos o piloto português sentiu dificuldades
em encontrar as afinações mais adequadas para a sua Mahindra, com reflexos
negativos na negociação das curvas. Assim, ao rubricar o 18.º tempo na qualificação,
arrancou para a corrida no meio do pelotão.
O início de prova foi perturbado pela queda de dois pilotos, e Oliveira
era apenas 29.º colocado na primeira passagem pela meta. Após quatro voltas
estava já a 16 segundos do comandante, mas foi subindo na classificação. Na
décima volta instalou-se em 16.º, e a partir daí tentou aproximar-se dos
adversários que o precediam.
Na penúltima volta subiu a 15.º, na derradeira ainda chegou a ser 14.º,
em luta directa com três adversários, mas acabou por ter de contentar-se com a
15.ª posição, a última que dá direito a pontos, terminando a 35,4s do
australiano Jack Miller, novamente vitorioso.
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Apesar desta jornada difícil, Miguel Oliveira ocupa agora o 9.º lugar no
Campeonato – ele que tinha sido 4.º na ronda inaugural no Qatar – e tem a
próxima corrida do Mundial a 27 de Abril, na Argentina.
Campeonato: 1.º Jack Miller (KTM) 50 pontos; 2.º Efren Vazquez (Honda) 32
pontos; 3.º Romano Fenati (KTM) 24 pontos; 4.º Alex Rins (Honda) 24 pontos; 5.º
Jakub Kornfeil (KTM) 21 pontos; 5.º Alex Marquez (Honda) 20 pontos; ... 9.º Miguel Oliveira (Mahindra) 14 pontos;
etc.
Fonte: Federação
de Motociclismo de Portugal
segunda-feira, 21 de abril de 2014
sexta-feira, 18 de abril de 2014
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Massimo Tamburini RIP
Aos 70 anos de idade, o grande designer
italiano Massimo Tamburini não resistiu à doença prolongada e deixou assim o
motociclismo mais pobre.
De entre algumas das suas icónicas criações ficam as sublimes Ducati 916 e MV Agusta F4, maravilhas da era moderna do motociclismo. Mas o seu trabalho foi reconhecido inclusivamente fora do mundo das duas rodas pelo Museu Guggenheim de Nova Iorque, que na exposição “The Art of the Motorcycle” colocou algumas das motos desenhadas por Massimo Tamburini.
Via
O “mestre” Tamburini foi vítima de cancro nos pulmões, doença diagnosticada em novembro de 2013 e que o obrigou a intensivas sessões de quimioterapia desde então.
Nascido em Rimini no ano de 1943, Tamburini trabalhou apaixonadamente com a Cagiva, Ducati, MV Agusta e ainda a Bimota, que fundou em 1973 juntamente com Valerio Bianchi e Giuseppe Morri (Bianchi Morri Tamburini). Foi um dos fundadores do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Cagiva, e foi sob a sua “batuta” que nasceram alguns dos elementos que ainda hoje permanecem nas atuais Ducati ou MV, como a configuração dos escapes debaixo do assento traseiro ou os esbeltos monobraços.
Massimo Tamburini e Claudio Castiglioni com a magnífica MV Agusta F4. Via
Desaparece assim uma das figuras mais importantes do motociclismo mundial contemporâneo, mas será certo que o seu trabalho irá influenciar muitas gerações de futuros motociclistas e designers.
R.I.P.
Fonte: Motociclismo
De entre algumas das suas icónicas criações ficam as sublimes Ducati 916 e MV Agusta F4, maravilhas da era moderna do motociclismo. Mas o seu trabalho foi reconhecido inclusivamente fora do mundo das duas rodas pelo Museu Guggenheim de Nova Iorque, que na exposição “The Art of the Motorcycle” colocou algumas das motos desenhadas por Massimo Tamburini.
Via
O “mestre” Tamburini foi vítima de cancro nos pulmões, doença diagnosticada em novembro de 2013 e que o obrigou a intensivas sessões de quimioterapia desde então.
Nascido em Rimini no ano de 1943, Tamburini trabalhou apaixonadamente com a Cagiva, Ducati, MV Agusta e ainda a Bimota, que fundou em 1973 juntamente com Valerio Bianchi e Giuseppe Morri (Bianchi Morri Tamburini). Foi um dos fundadores do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Cagiva, e foi sob a sua “batuta” que nasceram alguns dos elementos que ainda hoje permanecem nas atuais Ducati ou MV, como a configuração dos escapes debaixo do assento traseiro ou os esbeltos monobraços.
Massimo Tamburini e Claudio Castiglioni com a magnífica MV Agusta F4. Via
Desaparece assim uma das figuras mais importantes do motociclismo mundial contemporâneo, mas será certo que o seu trabalho irá influenciar muitas gerações de futuros motociclistas e designers.
R.I.P.
Fonte: Motociclismo
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