sexta-feira, 18 de abril de 2014
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Massimo Tamburini RIP
Aos 70 anos de idade, o grande designer
italiano Massimo Tamburini não resistiu à doença prolongada e deixou assim o
motociclismo mais pobre.
De entre algumas das suas icónicas criações ficam as sublimes Ducati 916 e MV Agusta F4, maravilhas da era moderna do motociclismo. Mas o seu trabalho foi reconhecido inclusivamente fora do mundo das duas rodas pelo Museu Guggenheim de Nova Iorque, que na exposição “The Art of the Motorcycle” colocou algumas das motos desenhadas por Massimo Tamburini.
Via
O “mestre” Tamburini foi vítima de cancro nos pulmões, doença diagnosticada em novembro de 2013 e que o obrigou a intensivas sessões de quimioterapia desde então.
Nascido em Rimini no ano de 1943, Tamburini trabalhou apaixonadamente com a Cagiva, Ducati, MV Agusta e ainda a Bimota, que fundou em 1973 juntamente com Valerio Bianchi e Giuseppe Morri (Bianchi Morri Tamburini). Foi um dos fundadores do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Cagiva, e foi sob a sua “batuta” que nasceram alguns dos elementos que ainda hoje permanecem nas atuais Ducati ou MV, como a configuração dos escapes debaixo do assento traseiro ou os esbeltos monobraços.
Massimo Tamburini e Claudio Castiglioni com a magnífica MV Agusta F4. Via
Desaparece assim uma das figuras mais importantes do motociclismo mundial contemporâneo, mas será certo que o seu trabalho irá influenciar muitas gerações de futuros motociclistas e designers.
R.I.P.
Fonte: Motociclismo
De entre algumas das suas icónicas criações ficam as sublimes Ducati 916 e MV Agusta F4, maravilhas da era moderna do motociclismo. Mas o seu trabalho foi reconhecido inclusivamente fora do mundo das duas rodas pelo Museu Guggenheim de Nova Iorque, que na exposição “The Art of the Motorcycle” colocou algumas das motos desenhadas por Massimo Tamburini.
Via
O “mestre” Tamburini foi vítima de cancro nos pulmões, doença diagnosticada em novembro de 2013 e que o obrigou a intensivas sessões de quimioterapia desde então.
Nascido em Rimini no ano de 1943, Tamburini trabalhou apaixonadamente com a Cagiva, Ducati, MV Agusta e ainda a Bimota, que fundou em 1973 juntamente com Valerio Bianchi e Giuseppe Morri (Bianchi Morri Tamburini). Foi um dos fundadores do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Cagiva, e foi sob a sua “batuta” que nasceram alguns dos elementos que ainda hoje permanecem nas atuais Ducati ou MV, como a configuração dos escapes debaixo do assento traseiro ou os esbeltos monobraços.
Massimo Tamburini e Claudio Castiglioni com a magnífica MV Agusta F4. Via
Desaparece assim uma das figuras mais importantes do motociclismo mundial contemporâneo, mas será certo que o seu trabalho irá influenciar muitas gerações de futuros motociclistas e designers.
R.I.P.
Fonte: Motociclismo
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Directamente do submundo
Não sei muito bem como classificar esta concept bike da autoria do designer
inglês John Bridge, mas
há qualquer coisa de bizarro e ao mesmo tempo apelativo nesta criação.
Via
Baptizada com o nome do deus grego do submundo (governante do mundo dos mortos, senhor do mundo subterrâneo e dos seres das sombras), a Hades foi digitalmente criada através do programa Alias (software de desenho industrial) e tem como principal característica a estranha e inovadora configuração do seu quadro.
Via
Estas são algumas das suas principais especificações:
– Quadro tubular de grande diâmetro numa estrutura contínua e rígida, com monobraço traseiro (na realidade são duas peças separadas e aparafusadas ao depósito de combustível).
– Depósito de combustível tubular curvilíneo, funcionando como elemento estruturante do quadro.
– Motor da Harley-Davidson Sportster 883.
– Suspensão frontal personalizada tipo girder.
– Assento personalizado com molas.
– Controlos e manípulos da Suzuki GSXR.
– Tavões de discos perimetrais (dois à frente e um atrás).
– Rodas volumosas com raios.
Via
Via
Via
A Hades é para já um mero exercício de estilo, cujo conceito, embora cativante e não convencional, está longe de ser aplicável num protótipo rolante. Estará? Bom, para tal certamente que haveria um longo trabalho a desenvolver neste campo, mas são ideias excêntricas deste tipo que muitas vezes mudam mentalidades e apontam para novos caminhos.
Via
"Straight from the underworld".
Fonte: Custom Fighters
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Baptizada com o nome do deus grego do submundo (governante do mundo dos mortos, senhor do mundo subterrâneo e dos seres das sombras), a Hades foi digitalmente criada através do programa Alias (software de desenho industrial) e tem como principal característica a estranha e inovadora configuração do seu quadro.
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Estas são algumas das suas principais especificações:
– Quadro tubular de grande diâmetro numa estrutura contínua e rígida, com monobraço traseiro (na realidade são duas peças separadas e aparafusadas ao depósito de combustível).
– Depósito de combustível tubular curvilíneo, funcionando como elemento estruturante do quadro.
– Motor da Harley-Davidson Sportster 883.
– Suspensão frontal personalizada tipo girder.
– Assento personalizado com molas.
– Controlos e manípulos da Suzuki GSXR.
– Tavões de discos perimetrais (dois à frente e um atrás).
– Rodas volumosas com raios.
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A Hades é para já um mero exercício de estilo, cujo conceito, embora cativante e não convencional, está longe de ser aplicável num protótipo rolante. Estará? Bom, para tal certamente que haveria um longo trabalho a desenvolver neste campo, mas são ideias excêntricas deste tipo que muitas vezes mudam mentalidades e apontam para novos caminhos.
Via
"Straight from the underworld".
Fonte: Custom Fighters
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