O Museu
do Caramulo decidiu disponibilizar o serviço das Oficinas do Caramulo,
responsáveis pelo restauro e manutenção dos veículos do museu durante mais de
60 anos, a coleccionadores e proprietários de veículos clássicos.
Via
Localizadas na Vila do Caramulo, e com um novo chefe de oficina, João
Nunes, com uma larga experiência em veículos clássicos, as oficinas contam com
uma equipa a trabalhar a tempo inteiro e com capacidade de realizar restauros e
manutenções de A a Z, seja em veículos de duas ou quatro rodas,
independentemente da sua idade ou valor de mercado.
Segundo Tiago Patrício Gouveia, director do Museu do Caramulo, e
simultaneamente responsável pelas Oficinas do Caramulo, “a experiência
adquirida ao longo de mais de 60 anos é muito vasta, e durante este período
tivemos a oportunidade de lidar com veículos de todos os tipos e épocas.
Enfrentámos diferentes desafios em muitos dos veículos que hoje estão no Museu
do Caramulo, e aprendemos com todos eles. Naturalmente que com o tempo
começámos a receber contactos de coleccionadores privados que, perante iguais
desafios, solicitavam a nossa ajuda”. E acrescenta “se juntarmos isto a um
mercado de clássicos em crescimento, dentro e fora de Portugal, percebemos que
devíamos disponibilizar este capital de conhecimento e de experiência a todos
os proprietários de veículos clássicos, cumprindo assim com a missão do Museu
do Caramulo”.
Os serviços das Oficinas do Caramulo estão orientados tanto para
automóveis como para motociclos clássicos, sempre sob a promessa que os
profissionais envolvidos tratam os veículos de todos os clientes como peças de
museu.
Aqui fica uma reportagem da SIC sobre o assunto:
Para mais informações contactar:
Oficinas do Caramulo | Tel. (+351) 232 861 270 | oficinas@museu-caramulo.net
Fonte: VisitCaramulo
domingo, 23 de março de 2014
terça-feira, 18 de março de 2014
Apartamentos para motociclistas
Ser motociclista é, para muitos, não apenas o facto de conduzir um
veículo de duas rodas com motor, seja por motivos profissionais, desportivos ou
recreativos, mas também (e acima de tudo) um estilo de vida muito próprio e muitas
vezes incompreendido pela grande maioria das pessoas, sendo que “para as que compreendem, nenhuma explicação
é necessária. Para as que não compreendem, nenhuma explicação é possível!”.
Ora foi precisamente a pensar nestes motociclistas que os arquitectos japoneses Yuji Nakae, Akiyoshi Takagi e Hirofumi Ohno criaram o NE apartment, um bloco de oito apartamentos situado no bairro de Suginami, na populosa metrópole de Tóquio.
Via
Destinados ao mercado do arrendamento, cada unidade é composta por três pisos com garagem individual, funcionando esta também como porta de entrada do apartamento.
As linhas curvilíneas em forma de ‘C’ que o edifício apresenta facilitam a inversão de marcha das motas e maximizam não só o espaço exterior, bem como o interior dos apartamentos.
De acordo com os arquitectos, esta forma permite que os residentes tenham acesso aos seus apartamentos através de um “beco comum que os conduz directamente ao centro do complexo”.
Via
Via
Toda a estrutura foi concebida para ser uma extensão da estrada, de modo que quando os residentes se dirigem para o beco e entram na praça central, podem parquear as suas motas na respectiva garagem e imediatamente subir as escadas para as suas casas.
Sabendo que o aproveitamento do espaço é uma questão de extrema importância, as paredes curvas que separam cada unidade foram dispostas segundo um padrão radial, para que o interior dos apartamentos pareça mais espaçoso.
Via
Via
Via
Engenhoso e prático.
Fonte: Design TAXI
Ora foi precisamente a pensar nestes motociclistas que os arquitectos japoneses Yuji Nakae, Akiyoshi Takagi e Hirofumi Ohno criaram o NE apartment, um bloco de oito apartamentos situado no bairro de Suginami, na populosa metrópole de Tóquio.
Via
Destinados ao mercado do arrendamento, cada unidade é composta por três pisos com garagem individual, funcionando esta também como porta de entrada do apartamento.
As linhas curvilíneas em forma de ‘C’ que o edifício apresenta facilitam a inversão de marcha das motas e maximizam não só o espaço exterior, bem como o interior dos apartamentos.
De acordo com os arquitectos, esta forma permite que os residentes tenham acesso aos seus apartamentos através de um “beco comum que os conduz directamente ao centro do complexo”.
Via
Via
Toda a estrutura foi concebida para ser uma extensão da estrada, de modo que quando os residentes se dirigem para o beco e entram na praça central, podem parquear as suas motas na respectiva garagem e imediatamente subir as escadas para as suas casas.
Sabendo que o aproveitamento do espaço é uma questão de extrema importância, as paredes curvas que separam cada unidade foram dispostas segundo um padrão radial, para que o interior dos apartamentos pareça mais espaçoso.
Via
Via
Via
Engenhoso e prático.
Fonte: Design TAXI
Subscrever:
Mensagens (Atom)






