Museu Automóvel António
Augusto
A
colecção do Museu Automóvel António Augusto encontra-se sediada no Minho, mais
propriamente em Vila Nova de Famalicão (Distrito de Braga), e é uma das mais
antigas colecções particulares de automóveis e motos em Portugal. O seu
fundador, António Augusto Carvalho, foi pioneiro nesta actividade.
Via
As origens
O
industrial António Augusto Carvalho, neto de um dos fundadores da empresa «Reguladora» (fábrica de relógios,
contadores de água e contadores de electricidade) e seu administrador, adquiriu
a primeira viatura, um Ford T, em 1954.
Nessa
altura o seu interesse estava centrado nos carros do início do século XX,
nomeadamente nos automóveis da primeira e segunda década. Mais tarde, a
colecção foi sendo acrescida com modelos mais modernos até aos anos 80.
Actualmente
o museu é propriedade do seu sobrinho, o Eng.º José Artur de Carvalho Campos
Costa, 1.º Vice-Presidente e responsável pela Comissão de Motos Clássicas da direcção da
Federação de Motociclismo de Portugal (é também Presidente da Mesa da
Assembleia da direcção
do Clube Motard Escorpiões de Vila Nova de Famalicão).
Implantado
num terreno com vários armazéns, as instalações do museu dispõem de uma oficina
totalmente equipada (incluindo uma cabine de pintura) onde são recuperadas e
restauradas as motas e os carros que fazem parte da colecção. Este serviço
especializado também é prestado a outros clientes.
A
exposição
A
colecção é composta por viaturas que influenciaram ou marcaram na sua época o
desenvolvimento deste tipo de transporte, podendo ser considerada uma mostra da
História do Automóvel, tema que o seu fundador sempre teve como objectivo.
O mesmo
tema foi seguido na colecção de motos, composta por exemplares desde 1901 até
aos nossos dias. Dela fazem parte modelos emblemáticos como a Brough Superior
SS100, a Norton Manx e a Münch Mammut, só para citar alguns.
Uma parte
cada vez mais importante da colecção está a ser ocupada por motos de corrida,
que são regularmente utilizadas em competição (como é o caso da Yamaha TZ350G Spondon que o piloto Fernando Pedrinho
Martins levou ao 2.º lugar da Classe C3 do Troféu de Motos Clássicas/Fuchs
Silkolene de 2013) ou em exibições desportivas.
Via
Via
Brough Superior SS100. Via
Norton Manx. Via
Via
A RTP
efectuou esta reportagem em Janeiro de 2012, onde o proprietário confessa que
gosta mais de restaurar as máquinas que de as conduzir e só lamenta que não
existam condições para mostrar as preciosidades ao público:
Informações
Morada: Rua José
de Carvalho, 180 – 4760-408 Vila Nova de Famalicão
GPS: 41°24'25.76"N
8°31'36.47"W
Telefone: (+351) 252 323
351
E-mail: museu.aaa@gmail.com
Página Web: http://www.museuantonioaugusto.com/
Fontes: Museu Automóvel António Augusto
e Moto
Clube do Porto
terça-feira, 12 de novembro de 2013
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
GP Japão Moto3 - Miguel Oliveira em quarto
Miguel Oliveira conquistou mais um bom resultado ao terminar no 4.º
posto a corrida de Moto3 disputada no circuito japonês de Motegi, após uma
vibrante recuperação desde o 18.º lugar na grelha de partida.
Via
Este G.P. do Japão ficou marcado pelo cancelamento das sessões de treinos livres, devido a chuva e nevoeiro. Assim, os pilotos enfrentaram a sessão qualificativa sem oportunidade de ajustarem ao traçado as afinações das motos, e em piso molhado Miguel Oliveira procurou recolher o máximo de dados, acabando a sessão apenas em 18.º. Depois, a abrir a manhã deste Domingo e em vez do habitual “warm up”, para compensar aconteceu um treino extra com 35 minutos de duração.
Na pista japonesa, a corrida disputou-se em piso seco e Miguel Oliveira encetou uma boa recuperação. Após quatro voltas já era 6.º classificado, e na oitava subiu ao 5.º posto. Na décima sexta das vinte voltas cumpridas, aproveitou ainda o atraso de um adversário que rodava à sua frente para ascender finalmente ao 4.º lugar em que passou a linha de chegada, a 15,8s do vencedor, Alex Marquez, que bateu Maverick Viñales por 27 milésimos de segundo.
“Hoje a corrida foi bastante complicada. A nossa moto é muito sensível a pequenas mudanças e, portanto, fomos um pouco prejudicados por não termos um ‘setting’ melhor, pela falta de tempo”, explicou Miguel. Depois, “acabei por me envolver em toques na 1.ª volta, atrasando-me bastante. Senti-me bem durante toda a corrida, mas não consegui recuperar tempo algum. No final, acabei em 4.º, um bom resultado para a equipa e que reforça a minha posição no campeonato”, concluiu.
Via
Em termos de Campeonato, Oliveira mantém o 6.º posto e dificilmente poderá alcançar a 5.ª posição, visto que o alemão Jonas Folger terminou precisamente à sua frente em Motegi, aumentando para 19 pontos a diferença entre eles. Assim, só restam duas remotas hipóteses para o lusitano: ser 2.º na última prova em Valência e Folger não marcar mais que 1 ponto, ou ganhar e o germânico não ir além do 10.º lugar. No entanto, pelo menos a 6.ª posição neste “Mundial” de Moto3 ficou já garantida no Japão.
Dia 10 de Novembro, em Valência, na 17.ª e última prova da classe, anuncia-se um final empolgante, com três pilotos a dependerem apenas de si próprios para chegar ao título. Apesar de ter desistido no Japão, Luís Salom ainda está na frente, mas só com 2 pontos de vantagem sobre Maverick Viñales e 5 para Alex Rins, pois este último também não marcou pontos em Motegi.
Campeonato: 1.º Luís Salom (KTM), 300 pontos; 2.º Maverick Viñales (KTM), 298; 3.º Alex Rins (KTM), 295; 4.º Alex Marquez (KTM), 200; 5.º Jonas Folger (Kalex/KTM), 163; 6.º Miguel Oliveira (Mahindra), 144; etc.
Fonte: Federação de Motociclismo de Portugal
Via
Este G.P. do Japão ficou marcado pelo cancelamento das sessões de treinos livres, devido a chuva e nevoeiro. Assim, os pilotos enfrentaram a sessão qualificativa sem oportunidade de ajustarem ao traçado as afinações das motos, e em piso molhado Miguel Oliveira procurou recolher o máximo de dados, acabando a sessão apenas em 18.º. Depois, a abrir a manhã deste Domingo e em vez do habitual “warm up”, para compensar aconteceu um treino extra com 35 minutos de duração.
Na pista japonesa, a corrida disputou-se em piso seco e Miguel Oliveira encetou uma boa recuperação. Após quatro voltas já era 6.º classificado, e na oitava subiu ao 5.º posto. Na décima sexta das vinte voltas cumpridas, aproveitou ainda o atraso de um adversário que rodava à sua frente para ascender finalmente ao 4.º lugar em que passou a linha de chegada, a 15,8s do vencedor, Alex Marquez, que bateu Maverick Viñales por 27 milésimos de segundo.
“Hoje a corrida foi bastante complicada. A nossa moto é muito sensível a pequenas mudanças e, portanto, fomos um pouco prejudicados por não termos um ‘setting’ melhor, pela falta de tempo”, explicou Miguel. Depois, “acabei por me envolver em toques na 1.ª volta, atrasando-me bastante. Senti-me bem durante toda a corrida, mas não consegui recuperar tempo algum. No final, acabei em 4.º, um bom resultado para a equipa e que reforça a minha posição no campeonato”, concluiu.
Via
Em termos de Campeonato, Oliveira mantém o 6.º posto e dificilmente poderá alcançar a 5.ª posição, visto que o alemão Jonas Folger terminou precisamente à sua frente em Motegi, aumentando para 19 pontos a diferença entre eles. Assim, só restam duas remotas hipóteses para o lusitano: ser 2.º na última prova em Valência e Folger não marcar mais que 1 ponto, ou ganhar e o germânico não ir além do 10.º lugar. No entanto, pelo menos a 6.ª posição neste “Mundial” de Moto3 ficou já garantida no Japão.
Dia 10 de Novembro, em Valência, na 17.ª e última prova da classe, anuncia-se um final empolgante, com três pilotos a dependerem apenas de si próprios para chegar ao título. Apesar de ter desistido no Japão, Luís Salom ainda está na frente, mas só com 2 pontos de vantagem sobre Maverick Viñales e 5 para Alex Rins, pois este último também não marcou pontos em Motegi.
Campeonato: 1.º Luís Salom (KTM), 300 pontos; 2.º Maverick Viñales (KTM), 298; 3.º Alex Rins (KTM), 295; 4.º Alex Marquez (KTM), 200; 5.º Jonas Folger (Kalex/KTM), 163; 6.º Miguel Oliveira (Mahindra), 144; etc.
Fonte: Federação de Motociclismo de Portugal
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