Miguel Oliveira conquistou mais um bom resultado ao terminar no 4.º
posto a corrida de Moto3 disputada no circuito japonês de Motegi, após uma
vibrante recuperação desde o 18.º lugar na grelha de partida.
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Este G.P. do Japão ficou marcado pelo cancelamento das sessões de
treinos livres, devido a chuva e nevoeiro. Assim, os pilotos enfrentaram a
sessão qualificativa sem oportunidade de ajustarem ao traçado as afinações das
motos, e em piso molhado Miguel Oliveira procurou recolher o máximo de dados,
acabando a sessão apenas em 18.º. Depois, a abrir a manhã deste Domingo e em
vez do habitual “warm up”, para compensar aconteceu um treino extra com 35
minutos de duração.
Na pista japonesa, a corrida disputou-se em piso seco e Miguel Oliveira
encetou uma boa recuperação. Após quatro voltas já era 6.º classificado, e na
oitava subiu ao 5.º posto. Na décima sexta das vinte voltas cumpridas, aproveitou
ainda o atraso de um adversário que rodava à sua frente para ascender
finalmente ao 4.º lugar em que passou a linha de chegada, a 15,8s do vencedor,
Alex Marquez, que bateu Maverick Viñales por 27 milésimos de segundo.
“Hoje a
corrida foi bastante complicada. A nossa moto é muito sensível a pequenas
mudanças e, portanto, fomos um pouco prejudicados por não termos um ‘setting’
melhor, pela falta de tempo”, explicou Miguel. Depois, “acabei por me envolver em toques na 1.ª
volta, atrasando-me bastante. Senti-me bem durante toda a corrida, mas não
consegui recuperar tempo algum. No final, acabei em 4.º, um bom resultado para
a equipa e que reforça a minha posição no campeonato”, concluiu.
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Em termos de Campeonato, Oliveira mantém o 6.º posto e dificilmente
poderá alcançar a 5.ª posição, visto que o alemão Jonas Folger terminou
precisamente à sua frente em Motegi, aumentando para 19 pontos a diferença
entre eles. Assim, só restam duas remotas hipóteses para o lusitano: ser 2.º na
última prova em Valência e Folger não marcar mais que 1 ponto, ou ganhar e o
germânico não ir além do 10.º lugar. No entanto, pelo menos a 6.ª posição neste
“Mundial” de Moto3 ficou já garantida no Japão.
Dia 10 de Novembro, em Valência, na 17.ª e última prova da classe,
anuncia-se um final empolgante, com três pilotos a dependerem apenas de si
próprios para chegar ao título. Apesar de ter desistido no Japão, Luís Salom
ainda está na frente, mas só com 2 pontos de vantagem sobre Maverick Viñales e
5 para Alex Rins, pois este último também não marcou pontos em Motegi.
Campeonato: 1.º Luís Salom (KTM), 300 pontos; 2.º Maverick
Viñales (KTM), 298; 3.º Alex Rins (KTM), 295; 4.º Alex
Marquez (KTM), 200; 5.º Jonas Folger (Kalex/KTM), 163; 6.º Miguel Oliveira (Mahindra), 144; etc.
Fonte: Federação
de Motociclismo de Portugal
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
The Flying Flea
“A
Pulga Voadora”, designação pela qual ficou conhecida esta mota, foi durante
a 2.ª Guerra Mundial um verdadeiro presente das alturas para as tropas britânicas.
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Este pequeno modelo foi concebido pela marca inglesa Royal Enfield e é maioritariamente uma cópia da germânica DKW RT98 de 98cc (a ‘Model RE’, tal como era oficialmente conhecido na Grã-Bretanha) e foi posteriormente integrado no serviço militar.
Ostentava um motor monocilíndrico de 125cc a 2T, uma caixa de 3 velocidades de mão (selector junto ao depósito) e tinha como particularidade a sua suspensão dianteira com uma forquilha tipo girder, copiada da DKW, com um funcionamento através de tiras de borracha.
O seu reduzido peso (cerca de 57 kg) permitia que fosse largada de pára-quedas, dentro de uma estrutura tubular, pelo que a alcunha de “A Pulga Voadora” (“The Flying Flea”) acabou por surgir naturalmente.
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O modelo das fotos (à escala 1/9) foi construído por Alexander Wence De Leon, um Americano reformado do estado que se dedica de corpo e alma ao modelismo, construindo magníficas peças em miniatura e respectivos dioramas que se destacam pela elevada qualidade ao nível do detalhe e acabamento (a mancha de gasolina no depósito de combustível da mota está espectacular).
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Juntamente com outro extraordinário modelo à escala 1/9 de uma Ariel W/NG 350cc, esta Royal Enfield WD/RE 125cc foi considerada “Best World War II Subject” no evento Tulsa Show de 2012, organizado anualmente pela Historical Miniatures Society of Northeastern Oklahoma (HMSNEO) durante o primeiro Sábado do mês de Junho na localidade de Tulsa, Oklahoma.
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Um regalo para a vista.
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Este pequeno modelo foi concebido pela marca inglesa Royal Enfield e é maioritariamente uma cópia da germânica DKW RT98 de 98cc (a ‘Model RE’, tal como era oficialmente conhecido na Grã-Bretanha) e foi posteriormente integrado no serviço militar.
Ostentava um motor monocilíndrico de 125cc a 2T, uma caixa de 3 velocidades de mão (selector junto ao depósito) e tinha como particularidade a sua suspensão dianteira com uma forquilha tipo girder, copiada da DKW, com um funcionamento através de tiras de borracha.
O seu reduzido peso (cerca de 57 kg) permitia que fosse largada de pára-quedas, dentro de uma estrutura tubular, pelo que a alcunha de “A Pulga Voadora” (“The Flying Flea”) acabou por surgir naturalmente.
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O modelo das fotos (à escala 1/9) foi construído por Alexander Wence De Leon, um Americano reformado do estado que se dedica de corpo e alma ao modelismo, construindo magníficas peças em miniatura e respectivos dioramas que se destacam pela elevada qualidade ao nível do detalhe e acabamento (a mancha de gasolina no depósito de combustível da mota está espectacular).
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Juntamente com outro extraordinário modelo à escala 1/9 de uma Ariel W/NG 350cc, esta Royal Enfield WD/RE 125cc foi considerada “Best World War II Subject” no evento Tulsa Show de 2012, organizado anualmente pela Historical Miniatures Society of Northeastern Oklahoma (HMSNEO) durante o primeiro Sábado do mês de Junho na localidade de Tulsa, Oklahoma.
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Um regalo para a vista.
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