Dois anos passaram até que a ideia original do russo Igor Jarovenko
pudesse ver a luz do dia... e o resultado final foi este: Eis o Steampunk
Trike!
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O conceito que está por trás da cultura steampunk
incide essencialmente sobre o design
dos produtos, sem se preocupar muito com o ganho (ou perda) de funcionalidade, o
que faz com que muitos artistas criem por vezes objectos meramente ornamentais,
estáticos, sem peças móveis associadas. Mas não é o caso deste projecto
concebido por Igor, pois trata-se de um veículo que não só é perfeitamente funcional
como também é não poluente. Porquê? Porque o combustível que o faz mover é a
electricidade (bem, poderá não ser muito “steam” mas pelo menos é ecológico).
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O princípio de funcionamento é relativamente simples e baseia-se num
motor eléctrico com cerca de 5 kW de potência, acoplado à roda traseira através
de uma corrente tipo o-ring. O sistema é alimentado por intermédio de um
conjunto de 6 baterias de 45A/h, com um tempo de carregamento de 3 a 4 horas aproximadamente.
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Como qualquer criação steampunk digna deste nome, Igor Jarovenko dedicou
uma grande atenção aos acabamentos neste trike, conseguindo obter um nível de
detalhe extraordinariamente elevado e de grande qualidade, como se pode
observar por estas imagens:
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Com uma autonomia de cerca de 30 km, a uma velocidade média de 20 km/h,
este Steampunk Trike é ideal para pequenas deslocações em meio urbano... desde
que não se tenha muita pressa para chegar ao destino, claro!
Fonte: Steampunker
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
GP Malásia Moto3 - Miguel Oliveira em terceiro
Miguel Oliveira conseguiu finalmente subir ao pódio na presente
temporada. Aconteceu em Sepang, na Malásia, onde o piloto português realizou
uma grande exibição para conquistar o 3.º lugar numa frenética corrida da
classe Moto3.
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Este ano, em outras ocasiões Miguel Oliveira já tinha ficado à beira do pódio, mas agora alcançou esse objectivo, apesar de uma contrariedade logo no arranque, ele que estava instalado no 4.º lugar da grelha. “Na partida um problema com a ativação do ‘launch control’ fez com que perdesse muitas posições. O esforço extra que fiz para as recuperar fez com que gastasse os pneus mais cedo e comprometesse a parte final da corrida”, declarou.
Assim, no final da primeira volta Oliveira era apenas 14.º colocado, mas já lançado ao ataque para concretizar uma bela recuperação. De tal forma que, quase a meio da corrida, à oitava de dezoito voltas, era já 5.º classificado.
O nosso homem travou animada luta com os adversários directos e na penúltima volta ascendeu ao 3.º lugar em que terminaria, a menos de meio segundo dos pilotos que o antecederam, Luis Salom e Alex Rins. Um resultado que poderia ter sido ainda melhor, sem o prematuro desgaste de pneus durante o esforço de recuperação. “Esta corrida foi muito difícil e louca”, confessou o piloto português.
Via
Esta foi a terceira vez que Miguel Oliveira subiu ao pódio na sua carreira no “Mundial” de Velocidade. Embora mantenha o 6.º lugar no Campeonato, reduziu para apenas 6 pontos a sua desvantagem face ao 5.º classificado, Jonas Folger, quando restam ainda três jornadas por disputar. Aliás, a próxima acontece precisamente no cenário onde Oliveira conquistou o seu melhor resultado até ao momento em provas do “Mundial” – em Phillip Island, na Austrália, o ano passado terminou no 2.º posto. Mais um grande resultado em perspectiva para o próximo Domingo?
Campeonato: 1.º Luís Salom (KTM), 284 pontos; 2.º Alex Rins (KTM), 270; 3.º Maverick Viñales (KTM), 258; 4.º Alex Marquez (KTM), 162; 5.º Jonas Folger (Kalex/KTM), 137; 6.º Miguel Oliveira (Mahindra), 131; etc.
Aqui fica um registo da grande cobertura feita pelo canal indiano zeenews sobre o pódio de Miguel Oliveira na Malásia:
Qualquer semelhança com a realidade portuguesa é pura coincidência...
Fonte: Federação de Motociclismo de Portugal
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Este ano, em outras ocasiões Miguel Oliveira já tinha ficado à beira do pódio, mas agora alcançou esse objectivo, apesar de uma contrariedade logo no arranque, ele que estava instalado no 4.º lugar da grelha. “Na partida um problema com a ativação do ‘launch control’ fez com que perdesse muitas posições. O esforço extra que fiz para as recuperar fez com que gastasse os pneus mais cedo e comprometesse a parte final da corrida”, declarou.
Assim, no final da primeira volta Oliveira era apenas 14.º colocado, mas já lançado ao ataque para concretizar uma bela recuperação. De tal forma que, quase a meio da corrida, à oitava de dezoito voltas, era já 5.º classificado.
O nosso homem travou animada luta com os adversários directos e na penúltima volta ascendeu ao 3.º lugar em que terminaria, a menos de meio segundo dos pilotos que o antecederam, Luis Salom e Alex Rins. Um resultado que poderia ter sido ainda melhor, sem o prematuro desgaste de pneus durante o esforço de recuperação. “Esta corrida foi muito difícil e louca”, confessou o piloto português.
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Esta foi a terceira vez que Miguel Oliveira subiu ao pódio na sua carreira no “Mundial” de Velocidade. Embora mantenha o 6.º lugar no Campeonato, reduziu para apenas 6 pontos a sua desvantagem face ao 5.º classificado, Jonas Folger, quando restam ainda três jornadas por disputar. Aliás, a próxima acontece precisamente no cenário onde Oliveira conquistou o seu melhor resultado até ao momento em provas do “Mundial” – em Phillip Island, na Austrália, o ano passado terminou no 2.º posto. Mais um grande resultado em perspectiva para o próximo Domingo?
Campeonato: 1.º Luís Salom (KTM), 284 pontos; 2.º Alex Rins (KTM), 270; 3.º Maverick Viñales (KTM), 258; 4.º Alex Marquez (KTM), 162; 5.º Jonas Folger (Kalex/KTM), 137; 6.º Miguel Oliveira (Mahindra), 131; etc.
Aqui fica um registo da grande cobertura feita pelo canal indiano zeenews sobre o pódio de Miguel Oliveira na Malásia:
Qualquer semelhança com a realidade portuguesa é pura coincidência...
Fonte: Federação de Motociclismo de Portugal
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