Miguel Oliveira conseguiu finalmente subir ao pódio na presente
temporada. Aconteceu em Sepang, na Malásia, onde o piloto português realizou
uma grande exibição para conquistar o 3.º lugar numa frenética corrida da
classe Moto3.
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Este ano, em outras ocasiões Miguel Oliveira já tinha ficado à beira do
pódio, mas agora alcançou esse objectivo, apesar de uma contrariedade logo no
arranque, ele que estava instalado no 4.º lugar da grelha. “Na partida um problema com a ativação do ‘launch control’ fez com que
perdesse muitas posições. O esforço extra que fiz para as recuperar fez com que
gastasse os pneus mais cedo e comprometesse a parte final da corrida”,
declarou.
Assim, no final da primeira volta Oliveira era apenas 14.º colocado, mas
já lançado ao ataque para concretizar uma bela recuperação. De tal forma que,
quase a meio da corrida, à oitava de dezoito voltas, era já 5.º classificado.
O nosso homem travou animada luta com os adversários directos e na
penúltima volta ascendeu ao 3.º lugar em que terminaria, a menos de meio
segundo dos pilotos que o antecederam, Luis Salom e Alex Rins. Um resultado que
poderia ter sido ainda melhor, sem o prematuro desgaste de pneus durante o
esforço de recuperação. “Esta corrida foi
muito difícil e louca”, confessou o piloto português.
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Esta foi a terceira vez que Miguel Oliveira subiu ao pódio na sua
carreira no “Mundial” de Velocidade. Embora mantenha o 6.º lugar no Campeonato,
reduziu para apenas 6 pontos a sua desvantagem face ao 5.º classificado, Jonas
Folger, quando restam ainda três jornadas por disputar. Aliás, a próxima
acontece precisamente no cenário onde Oliveira conquistou o seu melhor
resultado até ao momento em provas do “Mundial” – em Phillip Island, na
Austrália, o
ano passado terminou no 2.º posto. Mais um grande resultado em perspectiva
para o próximo Domingo?
Campeonato: 1.º Luís Salom (KTM), 284 pontos; 2.º Alex
Rins (KTM), 270; 3.º Maverick Viñales (KTM), 258; 4.º Alex Marquez
(KTM), 162; 5.º Jonas Folger (Kalex/KTM), 137; 6.º Miguel Oliveira (Mahindra), 131; etc.
Aqui fica um registo da grande cobertura feita pelo canal indiano zeenews
sobre o pódio de Miguel Oliveira na Malásia:
Qualquer semelhança com a realidade portuguesa é pura coincidência...
Fonte: Federação
de Motociclismo de Portugal
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Indian Board Track concept
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O americano Craig Kitzmann inspirou-se em fotos da icónica Indian Boardtrack Racer de 1915 para conceber uma modelação 3D desta famosa mota de competição americana das décadas de 1910/20, na qual, através de programas com o Maya, o Photoshop, o Zbrush, o Mudbox e o Mental Ray, colocou um grande detalhe ao nível dos acabamentos e pormenores.
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Mas Craig não se ficou apenas por um trabalho de recriação e foi um pouco mais além, ao ponto de ter quase que reinventado o próprio conceito de mota desportiva das velhas pistas de tábuas de madeira com esta máquina que é, no mínimo, diferente.
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Mantendo o mesmo motor V-twin do modelo original, as alterações efectuadas neste novo (velho) modelo foram bastantes, especialmente ao nível do quadro e da posição de condução. Talvez a mais interessante de todas seja o engenhoso (mas certamente pouco prático e funcional) sistema que permite ao condutor manobrar a mota com os pés, através de um conjunto de cabos e roldanas até ao guiador.
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Mas qual é a necessidade de ter uma mota deste tipo que possa ser conduzida com os pés? Craig explica: “Eu imaginei uma história com um transportador ilegal de bebidas alcoólicas, no tempo em que o consumo deste tipo de bebidas era proibido por lei. Ele conduz a sua Indian nas ruas e fora delas, evitando a polícia. Em determinada altura tem um violento despiste, destruindo a moto e perdendo o seu braço esquerdo. Em vez de ficar derrotado, recupera as peças dos destroços e cria um novo quadro e um novo mecanismo de condução. Agora usa um suporte em volta do peito para se poder agarrar do lado esquerdo e o seu braço direito para agarrar o acelerador”.
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Não sei porquê mas parece-me que um contrabandista de álcool a distribuir bebidas numa pura mota de competição talvez não seja a combinação mais feliz. Mas isso também não é de todo importante e o que interessa mesmo é admirar e elogiar este magnifico trabalho realizado por Craig Kitzmann.
Fonte: Megadeluxe
O americano Craig Kitzmann inspirou-se em fotos da icónica Indian Boardtrack Racer de 1915 para conceber uma modelação 3D desta famosa mota de competição americana das décadas de 1910/20, na qual, através de programas com o Maya, o Photoshop, o Zbrush, o Mudbox e o Mental Ray, colocou um grande detalhe ao nível dos acabamentos e pormenores.
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Mas Craig não se ficou apenas por um trabalho de recriação e foi um pouco mais além, ao ponto de ter quase que reinventado o próprio conceito de mota desportiva das velhas pistas de tábuas de madeira com esta máquina que é, no mínimo, diferente.
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Mantendo o mesmo motor V-twin do modelo original, as alterações efectuadas neste novo (velho) modelo foram bastantes, especialmente ao nível do quadro e da posição de condução. Talvez a mais interessante de todas seja o engenhoso (mas certamente pouco prático e funcional) sistema que permite ao condutor manobrar a mota com os pés, através de um conjunto de cabos e roldanas até ao guiador.
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Mas qual é a necessidade de ter uma mota deste tipo que possa ser conduzida com os pés? Craig explica: “Eu imaginei uma história com um transportador ilegal de bebidas alcoólicas, no tempo em que o consumo deste tipo de bebidas era proibido por lei. Ele conduz a sua Indian nas ruas e fora delas, evitando a polícia. Em determinada altura tem um violento despiste, destruindo a moto e perdendo o seu braço esquerdo. Em vez de ficar derrotado, recupera as peças dos destroços e cria um novo quadro e um novo mecanismo de condução. Agora usa um suporte em volta do peito para se poder agarrar do lado esquerdo e o seu braço direito para agarrar o acelerador”.
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Não sei porquê mas parece-me que um contrabandista de álcool a distribuir bebidas numa pura mota de competição talvez não seja a combinação mais feliz. Mas isso também não é de todo importante e o que interessa mesmo é admirar e elogiar este magnifico trabalho realizado por Craig Kitzmann.
Fonte: Megadeluxe
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