Miguel Oliveira conquistou mais um bom resultado nesta sua campanha no
“Mundial” de Velocidade. Desta vez em Silverstone, terminou na 5.ª posição a
corrida da classe Moto3, consolidando o 6.º lugar que ocupa no Campeonato.
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Na presente temporada Miguel Oliveira está a dar provas de uma
consistência assinalável. Em onze corridas só falhou a pontuação em duas delas,
e nas restantes classificou-se sempre entre os nove primeiros, com três quartos
lugares como melhores resultados até ao momento. Uma regularidade na tabela de
pontos que rende dividendos, pois o lusitano está cada vez mais sólido no 6.º
lugar da tabela – tem agora 30 pontos de vantagem sobre o perseguidor imediato
– sendo também o primeiro piloto “não KTM”.
Para este G.P. da Grã-Bretanha, em Silverstone, arrancou do 8.º lugar na
grelha para mais uma boa exibição. Começou por rodar em 9.º, mas à terceira
volta já escapava ao pelotão o quarteto que iria discutir a vitória; entretanto
mais atrás definiu-se outro grupo de quatro pilotos onde estava Oliveira. A
partir daí, ao longo da corrida o português oscilou entre os 5.º e 7.º postos,
mas liderando o seu grupo durante a maior parte do tempo.
Enquanto os quatro primeiros cruzaram a meta em menos de um segundo,
novamente com o espanhol Luís Salom a garantir o triunfo, Miguel Oliveira
chegava 20,5s depois, logo seguido de dois adversários directos a menos de um
décimo de segundo, e o restante a quatro décimos.
“Mais uma vez, não parti como deveria, o que me fez
atrasar relativamente ao grupo da frente”, afirmou
Oliveira, acrescentando que “uma escolha de relação final longa não
me permitiu recuperar tempo, quando o grupo se partiu. Voltámos a
encontrar um melhor caminho na afinação da ciclística, o que me permitiu fazer
uma boa corrida”.
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Após esta décima primeira jornada válida para a classe Moto3, restam
ainda seis por disputar, a próxima das quais a 15 de Setembro, em Misano.
Campeonato: 1.º Luís Salom (KTM), 233 pontos; 2.º Maverick
Viñales (KTM), 207; 3.º Alex Rins (KTM), 200; 4.º Jonas
Folger (Kalex/KTM), 120; 5.º Alex Marquez (KTM), 117; 6.º Miguel Oliveira (Mahindra), 95; etc.
Fonte: Federação
de Motociclismo de Portugal
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Glemseck 101 - Sprint
Decorrem este fim-de-semana as disputadas corridas de sprint do Glemseck 101, evento organizado pelo Hotel Glemseck e pelo Município de Leonberg situado a pouco mais
de 15 km a Oeste de Stuttgart, na Alemanha.
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Considerado o maior evento da cultura café racer na Europa, graças aos mais de 40.000 visitantes presentes na edição de 2012, o Glemseck 101 é o herdeiro de uma forte tradição de desporto motorizado no sul da Alemanha e que remonta aos longínquos anos 60 do século passado, onde máquinas e pilotos se envolviam em lutas emocionantes por coroas de louros e troféus brilhantes no lendário Circuito de Solitude nos arredores de Glemseck.
Para estes três dias e duas noites estão previstas diversas actividades associadas a esta cultura e que abrangem diversos tipos de motas, das mais clássicas às mais personalizadas, sem esquecer o respectivo lifestyle que lhes está associado.
Mas o grande motivo de interesse do Glemseck 101 são sem dúvida as corridas tipo sprint de 1/8 de milha (cerca de 200 m), com partida parada, e onde a capacidade de aceleração das motas acaba por ser mais importante que sua velocidade máxima. As mais importantes são a Sprint International (32 pilotos - 32 motas internacionais), Cafe Racer Sprint 32 (32 pilotos - 32 motas café racer), Classic Racer Sprint (32 pilotos - 32 motas clássicas) e Gastsprint StarrWars (16 pilotos - 16 motas de quadro rígido), entre outras.
Para abrilhantar ainda mais o evento, conhecidas personalidades ligadas às duas rodas estarão presentes à partida da Sprint International, como é o caso do piloto de TT Guy Martin (Rau Suzuki), do piloto de TT Conor Cummins (Buell XB12) e do dono do lendário Ace Café de Londres Mark Wilsmore (Norton Commando 961 Sport).
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Ainda antes do início da Sprint International e em jeito de aperitivo para as seguintes corridas, Guy Martin e Conor Cummins estrão lado a lado numa das rondas da denominada Show Runs, aos comandos de uma Suzuki GSX 1100 Katana de 1981 e de uma Suzuki GS 1000 de 1978, respectivamente.
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O programa detalhado pode ser consultado aqui.
É pena ser tão longe...
Fonte: Glemseck 101
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Considerado o maior evento da cultura café racer na Europa, graças aos mais de 40.000 visitantes presentes na edição de 2012, o Glemseck 101 é o herdeiro de uma forte tradição de desporto motorizado no sul da Alemanha e que remonta aos longínquos anos 60 do século passado, onde máquinas e pilotos se envolviam em lutas emocionantes por coroas de louros e troféus brilhantes no lendário Circuito de Solitude nos arredores de Glemseck.
Para estes três dias e duas noites estão previstas diversas actividades associadas a esta cultura e que abrangem diversos tipos de motas, das mais clássicas às mais personalizadas, sem esquecer o respectivo lifestyle que lhes está associado.
Mas o grande motivo de interesse do Glemseck 101 são sem dúvida as corridas tipo sprint de 1/8 de milha (cerca de 200 m), com partida parada, e onde a capacidade de aceleração das motas acaba por ser mais importante que sua velocidade máxima. As mais importantes são a Sprint International (32 pilotos - 32 motas internacionais), Cafe Racer Sprint 32 (32 pilotos - 32 motas café racer), Classic Racer Sprint (32 pilotos - 32 motas clássicas) e Gastsprint StarrWars (16 pilotos - 16 motas de quadro rígido), entre outras.
Para abrilhantar ainda mais o evento, conhecidas personalidades ligadas às duas rodas estarão presentes à partida da Sprint International, como é o caso do piloto de TT Guy Martin (Rau Suzuki), do piloto de TT Conor Cummins (Buell XB12) e do dono do lendário Ace Café de Londres Mark Wilsmore (Norton Commando 961 Sport).
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Ainda antes do início da Sprint International e em jeito de aperitivo para as seguintes corridas, Guy Martin e Conor Cummins estrão lado a lado numa das rondas da denominada Show Runs, aos comandos de uma Suzuki GSX 1100 Katana de 1981 e de uma Suzuki GS 1000 de 1978, respectivamente.
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O programa detalhado pode ser consultado aqui.
É pena ser tão longe...
Fonte: Glemseck 101
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