O Moto Clube de Sintra
vai realizar no próximo dia 7 de Setembro a 29.ª edição do seu Passeio de Motas
Antigas, sem dúvida um dos mais importantes encontros nacionais de motas
antigas e clássicas.
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Como vem sendo hábito, o “quartel-general” do passeio será montado no
recinto da Feira de São Pedro de Sintra (Largo
D. Fernando II), mas para este ano de 2013 a organização apenas reservou o
dia de Sábado para o evento, já que no Domingo realiza-se neste mesmo local a
referida Feira.
Mais informações em: Moto Clube de Sintra
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Caramulo Motorfestival 2013
Apesar dos grandes incêndios que infelizmente têm assolado esta região,
a organização do Caramulo Motorfestival mantém a realização do evento para os
próximos dias 6 a 8 de Setembro, na Serra do Caramulo.
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O Caramulo Motorfestival é um evento organizado pelo Museu do Caramulo e é dedicado aos automóveis e motociclos clássicos e desportivos, que combina a parte de competição com um conjunto de acções lúdicas e turísticas, assumindo-se como um evento orientado não só para os verdadeiros aficionados dos automóveis e motociclos, mas também para todo o público em geral, em especial para as famílias que, assim, podem desfrutar de um fim-de-semana inesquecível na Serra do Caramulo.
Relativamente às duas rodas, o Caramulo Motorfestival vai contar com um plantel de luxo, que realizarão subidas da rampa em demonstração. Entre eles contam-se Tiago Magalhães (Campeão Nacional de Velocidade em 2011), numa Kawasaki ZX10 Ninja, a KS Team of Portugal, composta pelo road racer Nuno Caetano (o único português no TT da Ilha de Man em 2013) e o Vice-Campeão Nacional Promomoto 1000 de 2011, José Leite, várias vezes Campeão Nacional de Velocidade em 125cc, Ricardo Duarte, que corre no Campeonato Nacional Superbike 1000 e Afonso Vaz, que corre no Campeonato Nacional Supersport 600, todos em Suzuki.
Com apenas 9 anos de idade, Rodrigo Correia é outro piloto fará a sua exibição no Motorfestival, numa Mini Moto4, em manobras alucinantes como andar sobre apenas duas rodas. A estes pilotos juntam-se ainda o Clube do Troço, com o Osvaldo Bastos Pinho em Triumph Daytona 675 e o piloto Fernando Costa, em MV Agusta F4 1000 R312. A categoria das super motos será representada pela Ducati Desmosedici. Este modelo, limitado a uma produção de 1.500 unidades, tem 200cv, quatro válvulas em titânio por cilindro e atinge os 304 Km/h.
As duas rodas clássicas serão representadas por uma esquadra de luxo de Norton dos anos 50 e 60, além de uma Moto Guzzi Le Mans 850 cc de 1978, que farão subidas da rampa. A zona Motorfestival vai ainda incluir uma pista TT e uma zona de Trial de Motos ao ar livre, onde serão feitas demonstrações de trial com o apoio da Comissão de Trial da FMP.
Como sempre, o Caramulo vai receber alguns passeios e concentrações de duas rodas ao longo do fim-de-semana como sejam o Passeio Harley-Davidson – 110 Anos, o Passeio Ducati e a Raiada do Caramulo - Concentração & Desfile de Bicicletas Antigas no Sábado, dia 7 de Setembro, e o Passeio Cabeças de Fósforo do Botulho e a Concentração “Vespa Caramulo” no Domingo, dia 8 de Setembro.
Durante o Sábado e Domingo os visitantes terão ainda a oportunidade de contactar com os pilotos nas sessões de autógrafos que irão decorrer, assim como visitar a colecção do Museu do Caramulo, que inclui uma colecção de cerca de 30 motociclos e velocípedes antigas.
Muitas e boas razões para uma viagem ao Caramulo.
Fonte: Caramulo Motorfestival
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O Caramulo Motorfestival é um evento organizado pelo Museu do Caramulo e é dedicado aos automóveis e motociclos clássicos e desportivos, que combina a parte de competição com um conjunto de acções lúdicas e turísticas, assumindo-se como um evento orientado não só para os verdadeiros aficionados dos automóveis e motociclos, mas também para todo o público em geral, em especial para as famílias que, assim, podem desfrutar de um fim-de-semana inesquecível na Serra do Caramulo.
Relativamente às duas rodas, o Caramulo Motorfestival vai contar com um plantel de luxo, que realizarão subidas da rampa em demonstração. Entre eles contam-se Tiago Magalhães (Campeão Nacional de Velocidade em 2011), numa Kawasaki ZX10 Ninja, a KS Team of Portugal, composta pelo road racer Nuno Caetano (o único português no TT da Ilha de Man em 2013) e o Vice-Campeão Nacional Promomoto 1000 de 2011, José Leite, várias vezes Campeão Nacional de Velocidade em 125cc, Ricardo Duarte, que corre no Campeonato Nacional Superbike 1000 e Afonso Vaz, que corre no Campeonato Nacional Supersport 600, todos em Suzuki.
Com apenas 9 anos de idade, Rodrigo Correia é outro piloto fará a sua exibição no Motorfestival, numa Mini Moto4, em manobras alucinantes como andar sobre apenas duas rodas. A estes pilotos juntam-se ainda o Clube do Troço, com o Osvaldo Bastos Pinho em Triumph Daytona 675 e o piloto Fernando Costa, em MV Agusta F4 1000 R312. A categoria das super motos será representada pela Ducati Desmosedici. Este modelo, limitado a uma produção de 1.500 unidades, tem 200cv, quatro válvulas em titânio por cilindro e atinge os 304 Km/h.
As duas rodas clássicas serão representadas por uma esquadra de luxo de Norton dos anos 50 e 60, além de uma Moto Guzzi Le Mans 850 cc de 1978, que farão subidas da rampa. A zona Motorfestival vai ainda incluir uma pista TT e uma zona de Trial de Motos ao ar livre, onde serão feitas demonstrações de trial com o apoio da Comissão de Trial da FMP.
Como sempre, o Caramulo vai receber alguns passeios e concentrações de duas rodas ao longo do fim-de-semana como sejam o Passeio Harley-Davidson – 110 Anos, o Passeio Ducati e a Raiada do Caramulo - Concentração & Desfile de Bicicletas Antigas no Sábado, dia 7 de Setembro, e o Passeio Cabeças de Fósforo do Botulho e a Concentração “Vespa Caramulo” no Domingo, dia 8 de Setembro.
Durante o Sábado e Domingo os visitantes terão ainda a oportunidade de contactar com os pilotos nas sessões de autógrafos que irão decorrer, assim como visitar a colecção do Museu do Caramulo, que inclui uma colecção de cerca de 30 motociclos e velocípedes antigas.
Muitas e boas razões para uma viagem ao Caramulo.
Fonte: Caramulo Motorfestival
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
GP Inglaterra Moto3 - Miguel Oliveira em quinto
Miguel Oliveira conquistou mais um bom resultado nesta sua campanha no
“Mundial” de Velocidade. Desta vez em Silverstone, terminou na 5.ª posição a
corrida da classe Moto3, consolidando o 6.º lugar que ocupa no Campeonato.
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Na presente temporada Miguel Oliveira está a dar provas de uma consistência assinalável. Em onze corridas só falhou a pontuação em duas delas, e nas restantes classificou-se sempre entre os nove primeiros, com três quartos lugares como melhores resultados até ao momento. Uma regularidade na tabela de pontos que rende dividendos, pois o lusitano está cada vez mais sólido no 6.º lugar da tabela – tem agora 30 pontos de vantagem sobre o perseguidor imediato – sendo também o primeiro piloto “não KTM”.
Para este G.P. da Grã-Bretanha, em Silverstone, arrancou do 8.º lugar na grelha para mais uma boa exibição. Começou por rodar em 9.º, mas à terceira volta já escapava ao pelotão o quarteto que iria discutir a vitória; entretanto mais atrás definiu-se outro grupo de quatro pilotos onde estava Oliveira. A partir daí, ao longo da corrida o português oscilou entre os 5.º e 7.º postos, mas liderando o seu grupo durante a maior parte do tempo.
Enquanto os quatro primeiros cruzaram a meta em menos de um segundo, novamente com o espanhol Luís Salom a garantir o triunfo, Miguel Oliveira chegava 20,5s depois, logo seguido de dois adversários directos a menos de um décimo de segundo, e o restante a quatro décimos.
“Mais uma vez, não parti como deveria, o que me fez atrasar relativamente ao grupo da frente”, afirmou Oliveira, acrescentando que “uma escolha de relação final longa não me permitiu recuperar tempo, quando o grupo se partiu. Voltámos a encontrar um melhor caminho na afinação da ciclística, o que me permitiu fazer uma boa corrida”.
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Após esta décima primeira jornada válida para a classe Moto3, restam ainda seis por disputar, a próxima das quais a 15 de Setembro, em Misano.
Campeonato: 1.º Luís Salom (KTM), 233 pontos; 2.º Maverick Viñales (KTM), 207; 3.º Alex Rins (KTM), 200; 4.º Jonas Folger (Kalex/KTM), 120; 5.º Alex Marquez (KTM), 117; 6.º Miguel Oliveira (Mahindra), 95; etc.
Fonte: Federação de Motociclismo de Portugal
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Na presente temporada Miguel Oliveira está a dar provas de uma consistência assinalável. Em onze corridas só falhou a pontuação em duas delas, e nas restantes classificou-se sempre entre os nove primeiros, com três quartos lugares como melhores resultados até ao momento. Uma regularidade na tabela de pontos que rende dividendos, pois o lusitano está cada vez mais sólido no 6.º lugar da tabela – tem agora 30 pontos de vantagem sobre o perseguidor imediato – sendo também o primeiro piloto “não KTM”.
Para este G.P. da Grã-Bretanha, em Silverstone, arrancou do 8.º lugar na grelha para mais uma boa exibição. Começou por rodar em 9.º, mas à terceira volta já escapava ao pelotão o quarteto que iria discutir a vitória; entretanto mais atrás definiu-se outro grupo de quatro pilotos onde estava Oliveira. A partir daí, ao longo da corrida o português oscilou entre os 5.º e 7.º postos, mas liderando o seu grupo durante a maior parte do tempo.
Enquanto os quatro primeiros cruzaram a meta em menos de um segundo, novamente com o espanhol Luís Salom a garantir o triunfo, Miguel Oliveira chegava 20,5s depois, logo seguido de dois adversários directos a menos de um décimo de segundo, e o restante a quatro décimos.
“Mais uma vez, não parti como deveria, o que me fez atrasar relativamente ao grupo da frente”, afirmou Oliveira, acrescentando que “uma escolha de relação final longa não me permitiu recuperar tempo, quando o grupo se partiu. Voltámos a encontrar um melhor caminho na afinação da ciclística, o que me permitiu fazer uma boa corrida”.
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Após esta décima primeira jornada válida para a classe Moto3, restam ainda seis por disputar, a próxima das quais a 15 de Setembro, em Misano.
Campeonato: 1.º Luís Salom (KTM), 233 pontos; 2.º Maverick Viñales (KTM), 207; 3.º Alex Rins (KTM), 200; 4.º Jonas Folger (Kalex/KTM), 120; 5.º Alex Marquez (KTM), 117; 6.º Miguel Oliveira (Mahindra), 95; etc.
Fonte: Federação de Motociclismo de Portugal
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Glemseck 101 - Sprint
Decorrem este fim-de-semana as disputadas corridas de sprint do Glemseck 101, evento organizado pelo Hotel Glemseck e pelo Município de Leonberg situado a pouco mais
de 15 km a Oeste de Stuttgart, na Alemanha.
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Considerado o maior evento da cultura café racer na Europa, graças aos mais de 40.000 visitantes presentes na edição de 2012, o Glemseck 101 é o herdeiro de uma forte tradição de desporto motorizado no sul da Alemanha e que remonta aos longínquos anos 60 do século passado, onde máquinas e pilotos se envolviam em lutas emocionantes por coroas de louros e troféus brilhantes no lendário Circuito de Solitude nos arredores de Glemseck.
Para estes três dias e duas noites estão previstas diversas actividades associadas a esta cultura e que abrangem diversos tipos de motas, das mais clássicas às mais personalizadas, sem esquecer o respectivo lifestyle que lhes está associado.
Mas o grande motivo de interesse do Glemseck 101 são sem dúvida as corridas tipo sprint de 1/8 de milha (cerca de 200 m), com partida parada, e onde a capacidade de aceleração das motas acaba por ser mais importante que sua velocidade máxima. As mais importantes são a Sprint International (32 pilotos - 32 motas internacionais), Cafe Racer Sprint 32 (32 pilotos - 32 motas café racer), Classic Racer Sprint (32 pilotos - 32 motas clássicas) e Gastsprint StarrWars (16 pilotos - 16 motas de quadro rígido), entre outras.
Para abrilhantar ainda mais o evento, conhecidas personalidades ligadas às duas rodas estarão presentes à partida da Sprint International, como é o caso do piloto de TT Guy Martin (Rau Suzuki), do piloto de TT Conor Cummins (Buell XB12) e do dono do lendário Ace Café de Londres Mark Wilsmore (Norton Commando 961 Sport).
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Ainda antes do início da Sprint International e em jeito de aperitivo para as seguintes corridas, Guy Martin e Conor Cummins estrão lado a lado numa das rondas da denominada Show Runs, aos comandos de uma Suzuki GSX 1100 Katana de 1981 e de uma Suzuki GS 1000 de 1978, respectivamente.
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O programa detalhado pode ser consultado aqui.
É pena ser tão longe...
Fonte: Glemseck 101
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Considerado o maior evento da cultura café racer na Europa, graças aos mais de 40.000 visitantes presentes na edição de 2012, o Glemseck 101 é o herdeiro de uma forte tradição de desporto motorizado no sul da Alemanha e que remonta aos longínquos anos 60 do século passado, onde máquinas e pilotos se envolviam em lutas emocionantes por coroas de louros e troféus brilhantes no lendário Circuito de Solitude nos arredores de Glemseck.
Para estes três dias e duas noites estão previstas diversas actividades associadas a esta cultura e que abrangem diversos tipos de motas, das mais clássicas às mais personalizadas, sem esquecer o respectivo lifestyle que lhes está associado.
Mas o grande motivo de interesse do Glemseck 101 são sem dúvida as corridas tipo sprint de 1/8 de milha (cerca de 200 m), com partida parada, e onde a capacidade de aceleração das motas acaba por ser mais importante que sua velocidade máxima. As mais importantes são a Sprint International (32 pilotos - 32 motas internacionais), Cafe Racer Sprint 32 (32 pilotos - 32 motas café racer), Classic Racer Sprint (32 pilotos - 32 motas clássicas) e Gastsprint StarrWars (16 pilotos - 16 motas de quadro rígido), entre outras.
Para abrilhantar ainda mais o evento, conhecidas personalidades ligadas às duas rodas estarão presentes à partida da Sprint International, como é o caso do piloto de TT Guy Martin (Rau Suzuki), do piloto de TT Conor Cummins (Buell XB12) e do dono do lendário Ace Café de Londres Mark Wilsmore (Norton Commando 961 Sport).
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Ainda antes do início da Sprint International e em jeito de aperitivo para as seguintes corridas, Guy Martin e Conor Cummins estrão lado a lado numa das rondas da denominada Show Runs, aos comandos de uma Suzuki GSX 1100 Katana de 1981 e de uma Suzuki GS 1000 de 1978, respectivamente.
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O programa detalhado pode ser consultado aqui.
É pena ser tão longe...
Fonte: Glemseck 101
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