HR48 - Casal K160. Via
Coube desta vez ao motociclo Casal K160 sofrer um restyling através das hábeis mãos do “modelista 3D” Hélder
Rodrigues.
Casal K160. Via
Procurando não alterar muito as características originais do modelo
simples e acessível da marca de Aveiro, percutor da popular Boss, esta
nova HR48 mantém o mesmo aspecto esguio (quase a lembrar uma bicicleta) mas com um toque de
modernidade.
HR48 - Casal K160. Via
HR48 - Casal K160. Via
HR48 - Casal K160. Via
Fonte: 3D a brincar
sábado, 15 de junho de 2013
segunda-feira, 10 de junho de 2013
GP Itália Moto3 - Miguel Oliveira em quarto
Miguel Oliveira teve brilhante desempenho no circuito de Mugello. Andou
sempre no grupo da frente, chegou a liderar a corrida de Moto3 durante uma
volta, e cruzou a meta na 4.ª posição, apenas a sete décimos de segundo do
vencedor!
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Foi mesmo uma actuação de grande nível, esta de Miguel Oliveira no G.P. de Itália, na prova da classe Moto3. Arrancou no 6.º lugar da grelha, inicialmente foi superado por três adversários, mas ainda na primeira volta retomou a posição inicial. Entretanto, na frente destacou-se um grupo de seis pilotos, e durante uma dúzia de voltas o lusitano oscilou quase sempre entre o 4.º e 5.º lugar.
Na décima quinta de vinte passagens ao circuito, Oliveira explorou bem o efeito de aspiração na recta para meta para assumir o comando. Depois dessa volta e até final da corrida, experimentou todas as posições entre os cinco primeiros.
Miguel Oliveira não conseguiu chegar ao pódio, essencialmente devido a menor velocidade de ponta da sua Mahindra na longa recta da meta de Mugello. Compensou isso aplicando-se a fundo no “miolo” do circuito, sempre acutilante mas muito seguro, para rubricar uma exibição consistente e de grande classe.
Via
Na meta foi 4.º classificado, a sete décimos de segundo do vencedor, Luís Salom. Pelo meio, o piloto português conseguiu também estabelecer um novo recorde para o circuito de Mugello nesta classe, ao fazer uma volta em 1m58s exactos (média de 160 km/h). Depois deste resultado, ascendeu à 7.ª posição na tabela do Campeonato do Mundo.
“Hoje foi uma corrida bastante dura”, declarou Oliveira. “Tanto eu como a equipa estamos muito satisfeitos com o resultado. Podemos lutar mano a mano com os nossos adversários mais fortes e reduzir a diferença”.
Campeonato: 1.º Maverick Viñales (KTM), 106 pontos; 2.º Luís Salom (KTM), 102; 3.º Alex Rins (KTM), 81; 4.º Jonas Folger (Kalex/KTM), 63; 5.º Alex Marquez (KTM), 35; 6.º Brad Binder (Suter/Honda), 34; 7.º Miguel Oliveira (Mahindra), 33; etc.
Fonte: Federação de Motociclismo de Portugal
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Foi mesmo uma actuação de grande nível, esta de Miguel Oliveira no G.P. de Itália, na prova da classe Moto3. Arrancou no 6.º lugar da grelha, inicialmente foi superado por três adversários, mas ainda na primeira volta retomou a posição inicial. Entretanto, na frente destacou-se um grupo de seis pilotos, e durante uma dúzia de voltas o lusitano oscilou quase sempre entre o 4.º e 5.º lugar.
Na décima quinta de vinte passagens ao circuito, Oliveira explorou bem o efeito de aspiração na recta para meta para assumir o comando. Depois dessa volta e até final da corrida, experimentou todas as posições entre os cinco primeiros.
Miguel Oliveira não conseguiu chegar ao pódio, essencialmente devido a menor velocidade de ponta da sua Mahindra na longa recta da meta de Mugello. Compensou isso aplicando-se a fundo no “miolo” do circuito, sempre acutilante mas muito seguro, para rubricar uma exibição consistente e de grande classe.
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Na meta foi 4.º classificado, a sete décimos de segundo do vencedor, Luís Salom. Pelo meio, o piloto português conseguiu também estabelecer um novo recorde para o circuito de Mugello nesta classe, ao fazer uma volta em 1m58s exactos (média de 160 km/h). Depois deste resultado, ascendeu à 7.ª posição na tabela do Campeonato do Mundo.
“Hoje foi uma corrida bastante dura”, declarou Oliveira. “Tanto eu como a equipa estamos muito satisfeitos com o resultado. Podemos lutar mano a mano com os nossos adversários mais fortes e reduzir a diferença”.
Campeonato: 1.º Maverick Viñales (KTM), 106 pontos; 2.º Luís Salom (KTM), 102; 3.º Alex Rins (KTM), 81; 4.º Jonas Folger (Kalex/KTM), 63; 5.º Alex Marquez (KTM), 35; 6.º Brad Binder (Suter/Honda), 34; 7.º Miguel Oliveira (Mahindra), 33; etc.
Fonte: Federação de Motociclismo de Portugal
quarta-feira, 5 de junho de 2013
15º Lés-a-Lés (2013) – Fafe-Castelo Vide-Aljezur
Começa já no próximo dia 8 a 15.ª edição da maior maratona mototurística da
Europa, o Portugal de Lés-a-Lés!
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Para este ano de 2013, a Comissão de Mototurismo da Federação de Motociclismo de Portugal (liderada por Tó Manel e Ernesto Brochado) definiu um percurso que levará a grande e animada caravana de cerca de 500 equipas (1.000 participantes) a percorrer novamente o país de Norte para Sul, ligando desta vez Fafe a Aljezur, com passagem por Castelo de Vide (pernoita).
Após as verificações técnicas e um pequeno prólogo em Fafe em jeito de aperitivo, os participantes vão ter pela frente cerca de 1.000 km para percorrer em dois dias (repartidos por duas etapas), sempre sem passar em auto-estradas, SCUT, Itinerários Principais ou Secundários ou vias rápidas. Há também que contar com as habituais surpresas que vão surgindo pelo caminho, como sejam os troços de terra batida (e pedras), a travessia a vau de cursos de água e os controlos secretos para picar a tarjeta.
Uma coisa é certa, após três dias de intensa condução e de muitas peripécias, quando os motociclistas finalmente subirem ao palanque em Aljezur sentirão que já não são mais as mesmas pessoas que iniciaram o Lés-a-Lés em Fafe. Motociclisticamente falando, claro!
Mais informações aqui.
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Para este ano de 2013, a Comissão de Mototurismo da Federação de Motociclismo de Portugal (liderada por Tó Manel e Ernesto Brochado) definiu um percurso que levará a grande e animada caravana de cerca de 500 equipas (1.000 participantes) a percorrer novamente o país de Norte para Sul, ligando desta vez Fafe a Aljezur, com passagem por Castelo de Vide (pernoita).
Após as verificações técnicas e um pequeno prólogo em Fafe em jeito de aperitivo, os participantes vão ter pela frente cerca de 1.000 km para percorrer em dois dias (repartidos por duas etapas), sempre sem passar em auto-estradas, SCUT, Itinerários Principais ou Secundários ou vias rápidas. Há também que contar com as habituais surpresas que vão surgindo pelo caminho, como sejam os troços de terra batida (e pedras), a travessia a vau de cursos de água e os controlos secretos para picar a tarjeta.
Uma coisa é certa, após três dias de intensa condução e de muitas peripécias, quando os motociclistas finalmente subirem ao palanque em Aljezur sentirão que já não são mais as mesmas pessoas que iniciaram o Lés-a-Lés em Fafe. Motociclisticamente falando, claro!
Mais informações aqui.
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