O Cartão de Emergência do Motociclista (CEM) ajuda os motociclistas e as
equipas de emergência em caso de acidente, uma vez que contém dados importantes
para uma correta assistência médica.
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Quando guardado
no interior do capacete1 (entre o forro e o casco), o CEM dá as informações
necessárias que as equipas de emergência precisam no local do sinistro,
nomeadamente sobre a medicação (medicamentos que
esteja a tomar ou alergias a medicamentos), o tipo sanguíneo ou o número
a contactar em caso de emergência.
Uma
iniciativa meritória criada por Francisco Pedro e Rui Faria para ajudar a salvar
motociclistas em caso de acidente. O download do cartão pode ser efectuado aqui.
Este cartão pode mesmo ser uma ajuda vital!
Fonte: Cartão de Emergência do
Motociclista
____________________
1 Mais uma razão para não emprestar
o capacete a terceiros.
domingo, 20 de janeiro de 2013
domingo, 13 de janeiro de 2013
Projecto CB400F SS
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Magnífico projecto de Marc Ischepp baseado numa Honda CB400F Super Sport da segunda metade dos anos 70 do século passado.
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O que é verdadeiramente surpreendente e difícil de acreditar é que estas imagens não são de um modelo real, mas sim geradas por computador através de um processo de rendering.
Incrível!
Fonte: Inazuma Café
Magnífico projecto de Marc Ischepp baseado numa Honda CB400F Super Sport da segunda metade dos anos 70 do século passado.
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O que é verdadeiramente surpreendente e difícil de acreditar é que estas imagens não são de um modelo real, mas sim geradas por computador através de um processo de rendering.
Incrível!
Fonte: Inazuma Café
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Pingüinos 2013
Para os puros e duros motociclistas ibéricos que não têm medo do frio, eis
que chega a primeira grande reunião do ano, a 32.ª Concentración Motera Pingüinos.
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Já com um longo historial que remonta a 1982, o ano da sua primeira edição, a maior concentração invernal do mundo é organizada pelo Club Turismoto e decorre habitualmente no segundo fim-de-semana do mês de Janeiro na região de Valladolid, mais precisamente em Puente Duero.
Para além das habituais actividades associadas a estes eventos, um dos pontos altos da concentração é sem dúvida o desfile das tochas no Sábado à noite, que culmina com uma grande sessão de fogo-de-artifício e com a queima da “Pilha do Pinguim”, que vai arder em homenagem a todos os motociclistas que já não se encontram entre nós.
Para os interessados, aqui fica o programa desta 32.ª edição e as indicações para chegar ao local.
Mais informações no sítio do Club Turismoto.
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Já com um longo historial que remonta a 1982, o ano da sua primeira edição, a maior concentração invernal do mundo é organizada pelo Club Turismoto e decorre habitualmente no segundo fim-de-semana do mês de Janeiro na região de Valladolid, mais precisamente em Puente Duero.
Para além das habituais actividades associadas a estes eventos, um dos pontos altos da concentração é sem dúvida o desfile das tochas no Sábado à noite, que culmina com uma grande sessão de fogo-de-artifício e com a queima da “Pilha do Pinguim”, que vai arder em homenagem a todos os motociclistas que já não se encontram entre nós.
Para os interessados, aqui fica o programa desta 32.ª edição e as indicações para chegar ao local.
Mais informações no sítio do Club Turismoto.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Ano novo, regras novas
A chegada do novo ano de 2013 trouxe novas regras para quem anda na
estrada, onde se destacam as novas categorias de carta de condução, os prazos
de validade e as idades de revalidação de títulos de condução, bem como um novo
modelo de carta de condução comunitária.
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O Decreto-Lei n.º 138/2012, de 5 de julho, introduziu diversas alterações ao Código da Estrada e aprovou o novo Regulamento da Habilitação Legal para Conduzir (RHLC), transpondo parcialmente para a ordem jurídica interna a Diretiva n.º 2006/126/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 20 de dezembro, relativa à carta de condução (pode aceder aqui a uma apresentação das principais alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 138/2012).
O novo RHLC contém regras que entraram em vigor a 2 de novembro de 2012 e outras regras que passaram a vigorar a partir de 2 de Janeiro de 2013. Relativamente às duas rodas, destacam-se as seguintes:
– A1: Motociclos até 125cc, até 11 kW de potência e relação potência/peso até 0,1kW/kg. Triciclos até 15 kW.
– A2: Motociclos até 35 kW, relação potência/peso até 0,2 kW/kg, não derivados de versão com mais do dobro da sua potência máxima (pode ser obtida a partir dos 18 anos).
– A: Motociclos e triciclos de grande cilindrada (passa a ser obtida aos 24 anos, podendo contudo ser obtida a partir dos 20 anos pelos titulares de carta de condução da categoria A2, com pelo menos 2 anos de experiência).
Fonte: Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres
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O Decreto-Lei n.º 138/2012, de 5 de julho, introduziu diversas alterações ao Código da Estrada e aprovou o novo Regulamento da Habilitação Legal para Conduzir (RHLC), transpondo parcialmente para a ordem jurídica interna a Diretiva n.º 2006/126/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 20 de dezembro, relativa à carta de condução (pode aceder aqui a uma apresentação das principais alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 138/2012).
O novo RHLC contém regras que entraram em vigor a 2 de novembro de 2012 e outras regras que passaram a vigorar a partir de 2 de Janeiro de 2013. Relativamente às duas rodas, destacam-se as seguintes:
- Deixa de existir o conceito de subcategoria de carta de condução, sendo inseridas/alteradas as categorias:
– A1: Motociclos até 125cc, até 11 kW de potência e relação potência/peso até 0,1kW/kg. Triciclos até 15 kW.
– A2: Motociclos até 35 kW, relação potência/peso até 0,2 kW/kg, não derivados de versão com mais do dobro da sua potência máxima (pode ser obtida a partir dos 18 anos).
– A: Motociclos e triciclos de grande cilindrada (passa a ser obtida aos 24 anos, podendo contudo ser obtida a partir dos 20 anos pelos titulares de carta de condução da categoria A2, com pelo menos 2 anos de experiência).
- São encurtados os prazos de validade para os títulos de condução. Assim, as novas idades de revalidação da carta de condução, aplicáveis apenas aos condutores que obtêm a carta pela primeira vez após 2 de janeiro de 2013, são aos 30, 40, 50, 60, 65 e 70 anos do condutor e depois de 2 em 2 anos, para as categorias AM, A1, A2 e A).
- Os novos prazos de validade só são aplicáveis às cartas emitidas pela primeira vez após 2 de janeiro de 2013, mantendo-se as cartas emitidas antes daquela data válidas pelo período delas constante, com excepção das cartas de condução das categorias A1 e A cujo prazo de validade continua a situar-se nas datas em que os seus titulares perfaçam 50 ou 60 anos, independentemente do prazo inscrito na carta de condução.
- A revalidação pode ser administrativa (aos 30 e aos 40 anos do titular das categorias AM, A1, A2 e A) ou obrigatoriamente precedida de exame médico e de exame psicológico (quando exigido), já definida pelo anterior RHLC (a partir dos 50 anos para os titulares das categorias AM, A1, A2 e A).
Fonte: Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Dakar 2013
Com início marcado para o dia 5 de Janeiro de 2013 na terra dos Incas, a grande
caravana de motas, carros e camiões sairá para a estrada (ou melhor para a
terra) para cumprir a 5.ª edição em solo Sul-Americano da maior e mais
mediática competição de todo-o-terreno do planeta.
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Com a conclusão da prova prevista para o dia 20 de Janeiro, o percurso delineado pela organização para o Dakar 2013 percorrerá os mesmos três países que foram atravessados em 2012, embora não pela mesma ordem, ou seja, o Peru (partida de Lima), a Argentina (descanso em San Miguel de Tucumán) e o Chile (chegada a Santiago), num total de mais de 8.000 km repartidos por 14 etapas.
Percurso. Via
Etapas. Via
Nas duas rodas, a representação lusa está muito bem entregue aos bravos pilotos Hélder Rodrigues (Honda CRF450 Rally n.º 3), com estatuto de chefe-de-fila no regresso da HRC, após ter deixado a Yamaha, Rúben Faria (KTM 450 Rallye n.º 11), novamente como “mochileiro” de Cyril Després, o seu chefe-de-fila na equipa Red Bull KTM, Paulo “Speedy” Gonçalves (Husqvarna TE449 Rally n.º 20), um dos dois chefes-de-fila da equipa italo-germânica Husqvarna Speed Brain, Pedro Bianchi Prata (Husqvarna TE449 Rally n.º 44), com a sua equipa Team Bianchi Prata a tentar angariar apoios, e Mário Patrão (Suzuki RM-Z 450 n.º 103), Penta-Campeão Nacional de Todo-o-Terreno que faz agora a sua estreia no Dakar.
Apesar da enorme qualidade de todos estes pilotos, a grande esperança de uma classificação de topo (leia-se o pódio ou, porque não, a vitória) recai naturalmente em Hélder Rodrigues, fruto das suas excelentes classificações nas anteriores edições do Dakar (3.º lugar em 2012 e 3.º lugar em 2011) e em provas do “mundial de Todo-o-Terreno”, onde foi Campeão do Mundo de Ralis TT em 2011.
Ainda em relação aos portugueses mas agora nas quatro rodas, uma palavra final para a dupla Carlos Sousa/Miguel Ramalho (Great Wall n.º 308), que terá como mais-valia a grande experiência do piloto de Almada, que já vai na sua 14.ª participação no Dakar (com um total de 5 vitorias em etapas e um 4.º lugar em 2003 como melhor classificação), para obter um bom resultado final.
Boa sorte para todos.
Fonte: Dakar
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Com a conclusão da prova prevista para o dia 20 de Janeiro, o percurso delineado pela organização para o Dakar 2013 percorrerá os mesmos três países que foram atravessados em 2012, embora não pela mesma ordem, ou seja, o Peru (partida de Lima), a Argentina (descanso em San Miguel de Tucumán) e o Chile (chegada a Santiago), num total de mais de 8.000 km repartidos por 14 etapas.
Percurso. Via
Etapas. Via
Nas duas rodas, a representação lusa está muito bem entregue aos bravos pilotos Hélder Rodrigues (Honda CRF450 Rally n.º 3), com estatuto de chefe-de-fila no regresso da HRC, após ter deixado a Yamaha, Rúben Faria (KTM 450 Rallye n.º 11), novamente como “mochileiro” de Cyril Després, o seu chefe-de-fila na equipa Red Bull KTM, Paulo “Speedy” Gonçalves (Husqvarna TE449 Rally n.º 20), um dos dois chefes-de-fila da equipa italo-germânica Husqvarna Speed Brain, Pedro Bianchi Prata (Husqvarna TE449 Rally n.º 44), com a sua equipa Team Bianchi Prata a tentar angariar apoios, e Mário Patrão (Suzuki RM-Z 450 n.º 103), Penta-Campeão Nacional de Todo-o-Terreno que faz agora a sua estreia no Dakar.
Apesar da enorme qualidade de todos estes pilotos, a grande esperança de uma classificação de topo (leia-se o pódio ou, porque não, a vitória) recai naturalmente em Hélder Rodrigues, fruto das suas excelentes classificações nas anteriores edições do Dakar (3.º lugar em 2012 e 3.º lugar em 2011) e em provas do “mundial de Todo-o-Terreno”, onde foi Campeão do Mundo de Ralis TT em 2011.
Ainda em relação aos portugueses mas agora nas quatro rodas, uma palavra final para a dupla Carlos Sousa/Miguel Ramalho (Great Wall n.º 308), que terá como mais-valia a grande experiência do piloto de Almada, que já vai na sua 14.ª participação no Dakar (com um total de 5 vitorias em etapas e um 4.º lugar em 2003 como melhor classificação), para obter um bom resultado final.
Boa sorte para todos.
Fonte: Dakar
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