A grande
vencedora da edição de 2012 do Campeonato Mundial de Motas Custom, que se
realizou de 5 a 8 do passado mês de Agosto em Sturgis (South Dakota, USA), foi
a PainTTless
dos alemães da Thunderbike. Os lugares
mais baixos do pódio foram ocupados respectivamente pela Old
Black dos americanos da LC
Fabrications e pela Speed-Demon
dos italianos da Abnormal Cycles,
todas incluídas na freestyle class.
Top 3 (freestyle class):
Jeremy Cupps da LC Fabrications (2.º lugar) (esquerda), o novo campeão Andreas
Bergerforth da Thunderbike (centro) e Samuele Reali da Abnormal Cycles (3.º
lugar) (direita). Via
Ostentando
o título de Campeã do Mundo, a PainTTless é uma verdadeira obra de arte em duas
rodas, cheia de detalhe e originalidade, que vale a pena apreciar ao pormenor.
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Em resumo,
os primeiros classificados nas quatro classes em disputa no Campeonato Mundial
de Motas Custom de 2012 foram os seguintes:
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Fonte: AMD
Championship
terça-feira, 13 de novembro de 2012
terça-feira, 30 de outubro de 2012
GP Austrália Moto3 - Miguel Oliveira em segundo
Miguel
Oliveira culminou uma brilhante exibição com a conquista do 2.º lugar na
corrida de Moto3 do G.P. da Austrália, onde apesar de nunca ter corrido no
circuito de Phillip Island conseguiu uma boa adaptação à pista australiana.
Esse passa a constituir o seu melhor resultado – e de um piloto português – em
provas do “Mundial” de Velocidade, que valeu também a subida de Oliveira ao 7.º
lugar no Campeonato.
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Nesta penúltima jornada do Campeonato, Miguel Oliveira conseguiu o 6.º tempo na qualificação, mas no “warm up” ainda apanhou dois sustos com outras tantas quedas devido a problemas de estabilidade na dianteira da moto. Na corrida, durante a primeira meia dúzia de voltas evoluiu entre o 8.º e º 5.º lugares, mas a partir da sétima passagem à pista começou o festival, com o piloto da Charneca da Caparica solidamente instalado no 2.º posto.
Na maior parte da corrida Oliveira seguiu como uma sombra o novo campeão mundial, Sandro Cortese, numa cavalgada que lhes permitiu escapar à concorrência. O germânico atacava forte, já livre de qualquer compromisso táctico por ter garantido a conquista do título na jornada anterior, e Miguel luzia os seus talentos na perseguição. Já perto do fim ainda comandou durante duas voltas – nas 18.ª e 19.ª de vinte e três efectuadas – mas depois Cortese recuperou em definitivo a posição. Em boa ordem, Miguel Oliveira garantiu o 2.º lugar, resultado histórico e que rendeu uma mão cheia de pontos para o Campeonato.
Na síntese do despique com Cortese, Miguel Oliveira foi claro: “Consegui manter o ritmo dele e no final, quando me passou, optei por conservar a segunda posição”. Naturalmente, o português ficou muito satisfeito com esta segunda subida ao pódio na sua carreira mundialista: “Estou muito contente com este pódio, acho que toda a equipa o merece. Foi uma temporada com altos e baixos, felizmente nesta última parte temos vindo a subir aos poucos e a aprender bastante. Isto é muito positivo para mim”, concluiu.
Com este resultado, Miguel Oliveira tem já garantido que terminará o Campeonato entre os nove primeiros, faltando definir a posição. Neste momento ocupa o 7.º lugar, tem poucas hipóteses de alcançar o 6.º, mas se terminar a última corrida entre os onze primeiros não ficará abaixo de 8.º na tabela de pontos. O principal despique será com o malaio Khairuddin, mas a jornada final da época realiza-se no Circuito de Valência, uma pista que Oliveira conhece muito bem. Para já, e até ao segundo fim-de-semana de Novembro, é tempo de saborear este excelente resultado obtido na Austrália.
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Campeonato: 1.º Sandro Cortese (KTM) 305 pontos; 2.º Luis Salom (Kalex KTM) 208; 3.º Maverick Viñales (FTR Honda) 199; 4.º Alex Rins (Suter Honda) 141; 5.º Romano Fenati (FTR Honda) 136; 6.º Danny Kent (KTM) 129; 7.º Miguel Oliveira (Suter Honda) 114; 8.º Zulfahmi Khairuddin (KTM) 112; etc.
Fonte: Federação de Motociclismo de Portugal
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Nesta penúltima jornada do Campeonato, Miguel Oliveira conseguiu o 6.º tempo na qualificação, mas no “warm up” ainda apanhou dois sustos com outras tantas quedas devido a problemas de estabilidade na dianteira da moto. Na corrida, durante a primeira meia dúzia de voltas evoluiu entre o 8.º e º 5.º lugares, mas a partir da sétima passagem à pista começou o festival, com o piloto da Charneca da Caparica solidamente instalado no 2.º posto.
Na maior parte da corrida Oliveira seguiu como uma sombra o novo campeão mundial, Sandro Cortese, numa cavalgada que lhes permitiu escapar à concorrência. O germânico atacava forte, já livre de qualquer compromisso táctico por ter garantido a conquista do título na jornada anterior, e Miguel luzia os seus talentos na perseguição. Já perto do fim ainda comandou durante duas voltas – nas 18.ª e 19.ª de vinte e três efectuadas – mas depois Cortese recuperou em definitivo a posição. Em boa ordem, Miguel Oliveira garantiu o 2.º lugar, resultado histórico e que rendeu uma mão cheia de pontos para o Campeonato.
Na síntese do despique com Cortese, Miguel Oliveira foi claro: “Consegui manter o ritmo dele e no final, quando me passou, optei por conservar a segunda posição”. Naturalmente, o português ficou muito satisfeito com esta segunda subida ao pódio na sua carreira mundialista: “Estou muito contente com este pódio, acho que toda a equipa o merece. Foi uma temporada com altos e baixos, felizmente nesta última parte temos vindo a subir aos poucos e a aprender bastante. Isto é muito positivo para mim”, concluiu.
Com este resultado, Miguel Oliveira tem já garantido que terminará o Campeonato entre os nove primeiros, faltando definir a posição. Neste momento ocupa o 7.º lugar, tem poucas hipóteses de alcançar o 6.º, mas se terminar a última corrida entre os onze primeiros não ficará abaixo de 8.º na tabela de pontos. O principal despique será com o malaio Khairuddin, mas a jornada final da época realiza-se no Circuito de Valência, uma pista que Oliveira conhece muito bem. Para já, e até ao segundo fim-de-semana de Novembro, é tempo de saborear este excelente resultado obtido na Austrália.
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Campeonato: 1.º Sandro Cortese (KTM) 305 pontos; 2.º Luis Salom (Kalex KTM) 208; 3.º Maverick Viñales (FTR Honda) 199; 4.º Alex Rins (Suter Honda) 141; 5.º Romano Fenati (FTR Honda) 136; 6.º Danny Kent (KTM) 129; 7.º Miguel Oliveira (Suter Honda) 114; 8.º Zulfahmi Khairuddin (KTM) 112; etc.
Fonte: Federação de Motociclismo de Portugal
sábado, 27 de outubro de 2012
Yamaha Virago XV750 Café Racer
Via
No mundo das duas rodas a expressão café racer está normalmente associada às motas clássicas inglesas dos anos 50 e 60 do século passado, com motores bicilíndricos paralelos, devidamente “aligeiradas” em termos de peso e “tonificadas” em termos de potência, aproveitando muitas vezes o que de melhor existia à data relativamente a quadros e motores das diversas marcas (as famosas Triton, TriBSA ou Norvin, por exemplo).
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Mas tal como um bom vinho, poder-se-á dizer que o estilo café racer foi amadurecendo ao longo dos anos, acompanhando também a evolução natural das motas, e está verdadeiramente na moda, fundindo-se muitas vezes com outros estilos em torno da chamada kustom kulture (bobber, tracker, scrambler, brat, etc.), conquistando cada vez mais adeptos das motas minimalistas e esteticamente de mecânica limpa.
Via
Estas considerações vêm a propósito da Yamaha Virago XV750 Café Racer, magistralmente concebida por Greg Hageman da Doc's Chops para a segunda temporada da série Café Racer TV do Discovery Channel, configurando um dos (poucos) exemplos de sucesso de transformação de uma base (neste caso japonesa) com um motor v-twin que à partida seria mais apropriada para uma cruiser tal como é a Virago 750cc de 1982, numa bela café racer de aspecto moderno e musculado.
Yamaha Virago XV750 (1982). Via
Em traços gerais, esta é a relação do que foi aplicado pela Doc's Chops na Yamaha Virago XV750 Café Racer:
Quadro: De série
Sub-quadro: Fabricado
Motor: V-twin 750cc
Alimentação: Carburadores Dynojet (filtros K&N)
Braço oscilante: De série
Mola traseira: Showa
Clip-Ons: Tarozzi
Assento: Moto Lanna (Yamaha SR 500)
Depósito: Benelli Original NOS
Rear Sets: Tarozzi
Radiador: De série
Roda traseira (tamanho): 15 x 3”
Roda dianteira (tamanho): 18 x 3”
Pneu traseiro: Bridgestone Spitfire 140/90-15
Pneu dianteiro: Bridgestone Spitfire 120/90-18
Escape: Jardine
Pintura: Kenny Chains
Via
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Como curiosidade, refira-se o facto de Greg Hageman ter concebido posteriormente a Yamaha Virago XV920 Café Racer (a pedido de um cliente), onde a principal alteração em termos mecânicos relativamente à Virago 750 Café Racer foi a inclusão de um motor v-twin de 920cc de uma Virago XV920 de 1982, com o sistema de escape composto por duas ponteiras SuperTrapp, uma de cada lado da mota.
Via
Aqui ficam algumas imagens de um teste dinâmico efectuado à Yamaha Virago XV750 Café Racer:
Sendo eu um adepto dos motores em ‘V’ (ou não tivesse uma VFR), na minha modesta opinião esta é a mais interessante café racer construída em torno de num motor v-twin.
Fontes: Return of the Café Racers e Bike Exif
No mundo das duas rodas a expressão café racer está normalmente associada às motas clássicas inglesas dos anos 50 e 60 do século passado, com motores bicilíndricos paralelos, devidamente “aligeiradas” em termos de peso e “tonificadas” em termos de potência, aproveitando muitas vezes o que de melhor existia à data relativamente a quadros e motores das diversas marcas (as famosas Triton, TriBSA ou Norvin, por exemplo).
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Mas tal como um bom vinho, poder-se-á dizer que o estilo café racer foi amadurecendo ao longo dos anos, acompanhando também a evolução natural das motas, e está verdadeiramente na moda, fundindo-se muitas vezes com outros estilos em torno da chamada kustom kulture (bobber, tracker, scrambler, brat, etc.), conquistando cada vez mais adeptos das motas minimalistas e esteticamente de mecânica limpa.
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Estas considerações vêm a propósito da Yamaha Virago XV750 Café Racer, magistralmente concebida por Greg Hageman da Doc's Chops para a segunda temporada da série Café Racer TV do Discovery Channel, configurando um dos (poucos) exemplos de sucesso de transformação de uma base (neste caso japonesa) com um motor v-twin que à partida seria mais apropriada para uma cruiser tal como é a Virago 750cc de 1982, numa bela café racer de aspecto moderno e musculado.
Yamaha Virago XV750 (1982). Via
Em traços gerais, esta é a relação do que foi aplicado pela Doc's Chops na Yamaha Virago XV750 Café Racer:
Quadro: De série
Sub-quadro: Fabricado
Motor: V-twin 750cc
Alimentação: Carburadores Dynojet (filtros K&N)
Braço oscilante: De série
Mola traseira: Showa
Clip-Ons: Tarozzi
Assento: Moto Lanna (Yamaha SR 500)
Depósito: Benelli Original NOS
Rear Sets: Tarozzi
Radiador: De série
Roda traseira (tamanho): 15 x 3”
Roda dianteira (tamanho): 18 x 3”
Pneu traseiro: Bridgestone Spitfire 140/90-15
Pneu dianteiro: Bridgestone Spitfire 120/90-18
Escape: Jardine
Pintura: Kenny Chains
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Como curiosidade, refira-se o facto de Greg Hageman ter concebido posteriormente a Yamaha Virago XV920 Café Racer (a pedido de um cliente), onde a principal alteração em termos mecânicos relativamente à Virago 750 Café Racer foi a inclusão de um motor v-twin de 920cc de uma Virago XV920 de 1982, com o sistema de escape composto por duas ponteiras SuperTrapp, uma de cada lado da mota.
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Aqui ficam algumas imagens de um teste dinâmico efectuado à Yamaha Virago XV750 Café Racer:
Sendo eu um adepto dos motores em ‘V’ (ou não tivesse uma VFR), na minha modesta opinião esta é a mais interessante café racer construída em torno de num motor v-twin.
Fontes: Return of the Café Racers e Bike Exif
terça-feira, 23 de outubro de 2012
GP Malásia Moto3 - Miguel Oliveira em quinto
Miguel
Oliveira conquistou mais um bom resultado na sua campanha mundialista na classe
Moto3. Na Malásia terminou a corrida no 5.º lugar, a 8,6s do vencedor e novo
campeão mundial, Sandro Cortese. Assim, Oliveira consolidou a 8.º posição que
ocupa no Campeonato.
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Nesta fase oriental do “Mundial” de Velocidade, Miguel Oliveira está a descobrir circuitos onde nunca tinha competido, como este de Sepang. Apesar desse “handicap”, o lusitano patenteou rápida e eficaz adaptação à pista malaia, conseguindo o 6.º melhor tempo na qualificação, para concluir a corrida no 5.º posto. Durante a maior parte da corrida Oliveira foi oscilando entre os 7.º e 5.º lugares, tendo mesmo passado pelo 4.º posto nas últimas voltas. Em detalhe, na primeira metade da prova quatro pilotos escaparam à concorrência, ficando o lusitano num segundo grupo composto por três elementos. “Acompanhar o ritmo das KTM foi mesmo complicado, já que abriram um fosso nas primeiras voltas que não conseguimos recuperar mais tarde”, explicou Oliveira.
Entretanto, a luta do segundo grupo passou a travar-se pelo 4.º posto, colocando Oliveira em renhido confronto com Luis Salom e Danny Kent. À frente, o alemão Sandro Cortese saudava a conquista do título com uma vitória, após vibrante despique com o ídolo local, o piloto malaio Zulfahmi Khairuddin, ficando Jonas Folger no 3.º posto. Depois, o espanhol Luis Salom obteve o 4.º lugar, batendo Miguel Oliveira por magros 171 milésimos de segundo. Muito eficaz nos sectores sinuosos mas perdendo um pouco para a concorrência em velocidade de ponta nas rectas, Miguel Oliveira voltou a fazer uma boa gestão da sua corrida, atacando de forma segura em momentos oportunos. “Fisicamente, foi uma das corridas mais exigentes que já disputámos”, declarou no final. “Apesar da dureza da prova, estamos satisfeitos com o resultado”.
Após esta 15.ª jornada do “Mundial” para a classe Moto3, o piloto português mantém o 8.º lugar no Campeonato, ainda com algumas hipóteses de subir na tabela, mas também sujeito à pressão do perseguidor imediato, o alemão Jonas Folger. A penúltima prova da competição terá lugar já no próximo fim-de-semana, no circuito australiano de Phillip Island.
Via
Campeonato: 1.º Sandro Cortese (KTM) 280 pontos; 2.º Luis Salom (Kalex KTM) 207; 3.º Maverick Viñales (FTR Honda) 199; 4.º Alex Rins (Suter Honda) 128; 5.º Romano Fenati (FTR Honda) 126; 6.º Danny Kent (KTM) 118; 7.º Zulfahmi Khairuddin (KTM) 112; 8.º Miguel Oliveira (Suter Honda) 94; etc.
Fonte: Federação de Motociclismo de Portugal
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Nesta fase oriental do “Mundial” de Velocidade, Miguel Oliveira está a descobrir circuitos onde nunca tinha competido, como este de Sepang. Apesar desse “handicap”, o lusitano patenteou rápida e eficaz adaptação à pista malaia, conseguindo o 6.º melhor tempo na qualificação, para concluir a corrida no 5.º posto. Durante a maior parte da corrida Oliveira foi oscilando entre os 7.º e 5.º lugares, tendo mesmo passado pelo 4.º posto nas últimas voltas. Em detalhe, na primeira metade da prova quatro pilotos escaparam à concorrência, ficando o lusitano num segundo grupo composto por três elementos. “Acompanhar o ritmo das KTM foi mesmo complicado, já que abriram um fosso nas primeiras voltas que não conseguimos recuperar mais tarde”, explicou Oliveira.
Entretanto, a luta do segundo grupo passou a travar-se pelo 4.º posto, colocando Oliveira em renhido confronto com Luis Salom e Danny Kent. À frente, o alemão Sandro Cortese saudava a conquista do título com uma vitória, após vibrante despique com o ídolo local, o piloto malaio Zulfahmi Khairuddin, ficando Jonas Folger no 3.º posto. Depois, o espanhol Luis Salom obteve o 4.º lugar, batendo Miguel Oliveira por magros 171 milésimos de segundo. Muito eficaz nos sectores sinuosos mas perdendo um pouco para a concorrência em velocidade de ponta nas rectas, Miguel Oliveira voltou a fazer uma boa gestão da sua corrida, atacando de forma segura em momentos oportunos. “Fisicamente, foi uma das corridas mais exigentes que já disputámos”, declarou no final. “Apesar da dureza da prova, estamos satisfeitos com o resultado”.
Após esta 15.ª jornada do “Mundial” para a classe Moto3, o piloto português mantém o 8.º lugar no Campeonato, ainda com algumas hipóteses de subir na tabela, mas também sujeito à pressão do perseguidor imediato, o alemão Jonas Folger. A penúltima prova da competição terá lugar já no próximo fim-de-semana, no circuito australiano de Phillip Island.
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Campeonato: 1.º Sandro Cortese (KTM) 280 pontos; 2.º Luis Salom (Kalex KTM) 207; 3.º Maverick Viñales (FTR Honda) 199; 4.º Alex Rins (Suter Honda) 128; 5.º Romano Fenati (FTR Honda) 126; 6.º Danny Kent (KTM) 118; 7.º Zulfahmi Khairuddin (KTM) 112; 8.º Miguel Oliveira (Suter Honda) 94; etc.
Fonte: Federação de Motociclismo de Portugal
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