Exposição Permanente do
Clube Português de Automóveis Antigos
O Clube
Português de Automóveis Antigos (CPAA) foi criado com o objectivo de prestar
assistência à aquisição, ao restauro, à conservação, à exibição, e à manutenção
de veículos antigos, construídos há mais de vinte anos, bem como promover,
incitar e expandir o desporto motorizado dos referidos veículos.
Via
Um pouco
de História
No
longínquo ano de 1965, um entusiasta por automóveis antigos chamado Francisco
Cardoso Lima e o seu irmão Fernando, em conjunto com um grupo restrito de
amigos, pensaram em fundar um clube tendo como objectivo principal o culto do
automóvel antigo, ou seja, promover o estudo e a preservação das peças de modo
a atrair novos entusiastas.
A ideia
tomou forma em 1965, no Porto, com a constituição do Clube Portuense de
Automóveis Antigos. O verdadeiro entusiasmo que a iniciativa desperta e a
adesão de sócios vindos de diversos pontos do país, exigem que na assembleia-geral
de Maio de 1967 o clube passe a ter âmbito nacional, denominando-se a partir de
então, Clube Português de Automóveis Antigos.
Em 1970 o
clube torna-se membro efectivo da FIVA - Fédération
Internationale de Véhicules Anciens, sendo ainda hoje o único representante
daquela organização. O seu prestígio internacional traduz-se pela organização
de ralis internacionais FIVA, nos anos 1972, 1977, 1982, 1994 e 2001, em que
estiveram presentes alguns dos mais prestigiados concorrentes não só da Europa
como de diversas partes do mundo.
Tendo em
vista dar a conhecer o vasto património dos associados, o CPAA realiza em 1971 a 1ª Exposição de
Automóveis Antigos, no Palácio de Cristal (Porto), que foi visitada por mais de
100.000 pessoas.
1ª Exposição de Automóveis
Antigos – Palácio de Cristal (Porto) – 25 Nov. a 2 Dez. 1971. Via
Em 1973
realizou um evento semelhante na Feira Internacional de Lisboa, em 1988 repete
a iniciativa, denominada Retromobile, na Exponor em Matosinhos.
Em 1981 o
CPAA foi considerado pelo governo português como instituição de utilidade pública
e nesse mesmo ano inaugurou uma sede própria na cidade do Porto (Rua Duque de
Saldanha, n.º 308). Entre 1984 e 1988 o CPAA dirigiu o Museu
do Caramulo expondo aí veículos propriedade dos seus associados.
CPAA – Paço d’Arcos
(Oeiras).
Desde
1994 que o governo português atribui ao CPAA competência para classificar os
automóveis fabricados antes de 1960 como antigos, de modo a dispensá-los das Inspecções
Periódicas Obrigatórias (IPO). Esta competência abrange agora também as motas,
no âmbito do recente alargamento das IPO aos motociclos, triciclos e
quadriciclos com cilindrada superior a 250cc.
O clube
tem actualmente 2.300 associados e mais de 5.500 veículos registados e
devidamente homologados.
A
exposição
Desde 1990,
dispõe em Paço d’Arcos (Oeiras) de uma pequena exposição permanente dedicada
aos veículos antigos de quatro e de duas rodas, bem enquadrada por alguns artigos
de automobília e fotos de época, assim como uma grande variedade de pequenos
modelos de colecção à escala. A existência de um valioso património permite-lhe
ainda efectuar protocolos com o Museu dos Transportes e Comunicações do Porto,
bem como com a Empresa Municipal de Turismo de Fafe para a cedência de acervo
aos respectivos núcleos museológicos.
Informações
Delegação
de Lisboa (Paço d´Arcos):
Morada: Alameda
Calouste Gulbenkian, 7 – Paço d´Arcos – 2770-023 Oeiras
GPS: 38º41'57.90"N
9º17'3.36"W
Telefone:
(+351) 214 410 633
Fax: (+351)
214 412 378
E-mail: cpaalx@netcabo.pt ; geral@cpaa.pt
Página
Web: http://www.cpaa.pt/
Aberto de
terça a domingo das 10:00 às 13:00 e das 15:00 às 18:00 horas (visitas guiadas mediante
marcação prévia pelo telefone 214 410 633).
Fonte: Clube Português de Automóveis Antigos
domingo, 21 de outubro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
GP Japão Moto3 - Miguel Oliveira em sétimo
Miguel
Oliveira conseguiu no Japão fazer mais uma boa recolha de pontos para o
Campeonato. Graças ao 7.º lugar alcançado na pista de Motegi, o lusitano subiu
um lugar na tabela da classe Moto3, sendo agora 8.º classificado quando restam
por disputar três jornadas.
Via
A pista japonesa é uma daquelas que Miguel Oliveira enfrenta este ano pela primeira vez, implicando isso um natural processo de descoberta e adequação às características do traçado. Nos treinos, o piloto sentiu algumas dificuldades para obter a melhor eficácia da sua moto em aceleração à saída das curvas, conseguindo o 11.º tempo para a grelha de partida.
Na corrida, Oliveira instalou-se rapidamente no 10.º lugar, mas após quatro voltas já tinha perdido o contacto com oito pilotos, falhando o objectivo de rodar no grupo da frente – “isso desde o início não foi possível, pois não conseguia acompanhar nenhuma das motos na recta e perdi contacto com o grupo por causa disso”, explicou o português.
Assim, Miguel acabou por ficar integrado num lote de cinco pilotos, em discussão pelo 9.º posto. Porém, já na última volta, no grupo da frente caíram dois pilotos, e como tal entre os perseguidores a luta passou a travar-se pelo 7.º lugar, conquistado por Miguel Oliveira, muito eficaz na derradeira passagem à pista.
O resultado final possibilitou a Miguel Oliveira subir um lugar na classificação do Campeonato, para oitavo. Neste ciclo oriental da competição, o “Mundial” de Velocidade prossegue já no próximo fim-de-semana, na Malásia.
Via
Campeonato: 1.º Sandro Cortese (KTM) 255 pontos; 2.º Maverick Viñales (FTR Honda) 199; 3.º Luis Salom (Kalex KTM) 194; 4.º Romano Fenati (FTR Honda) 126; 5.º Alex Rins (Suter Honda) 119; 6.º Danny Kent (KTM) 108; 7.º Zulfahmi Khairuddin (KTM) 92; 8.º Miguel Oliveira (Suter Honda) 83; etc.
Fonte: Federação de Motociclismo de Portugal
Via
A pista japonesa é uma daquelas que Miguel Oliveira enfrenta este ano pela primeira vez, implicando isso um natural processo de descoberta e adequação às características do traçado. Nos treinos, o piloto sentiu algumas dificuldades para obter a melhor eficácia da sua moto em aceleração à saída das curvas, conseguindo o 11.º tempo para a grelha de partida.
Na corrida, Oliveira instalou-se rapidamente no 10.º lugar, mas após quatro voltas já tinha perdido o contacto com oito pilotos, falhando o objectivo de rodar no grupo da frente – “isso desde o início não foi possível, pois não conseguia acompanhar nenhuma das motos na recta e perdi contacto com o grupo por causa disso”, explicou o português.
Assim, Miguel acabou por ficar integrado num lote de cinco pilotos, em discussão pelo 9.º posto. Porém, já na última volta, no grupo da frente caíram dois pilotos, e como tal entre os perseguidores a luta passou a travar-se pelo 7.º lugar, conquistado por Miguel Oliveira, muito eficaz na derradeira passagem à pista.
O resultado final possibilitou a Miguel Oliveira subir um lugar na classificação do Campeonato, para oitavo. Neste ciclo oriental da competição, o “Mundial” de Velocidade prossegue já no próximo fim-de-semana, na Malásia.
Via
Campeonato: 1.º Sandro Cortese (KTM) 255 pontos; 2.º Maverick Viñales (FTR Honda) 199; 3.º Luis Salom (Kalex KTM) 194; 4.º Romano Fenati (FTR Honda) 126; 5.º Alex Rins (Suter Honda) 119; 6.º Danny Kent (KTM) 108; 7.º Zulfahmi Khairuddin (KTM) 92; 8.º Miguel Oliveira (Suter Honda) 83; etc.
Fonte: Federação de Motociclismo de Portugal
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