O recinto da Feira de São Pedro de Sintra foi palco de mais uma edição do passeio de motas
antigas organizado pelo Moto Clube de Sintra, onde se reuniram os amantes das
motas antigas e clássicas num primeiro fim-de-semana de Setembro solarengo e
bastante convidativo a passeios ao ar livre... de mota, claro!
Recinto do evento com as
motas em exposição.
Embora este
ano o número de participantes tenha ficado um pouco aquém de edições anteriores
(serão os efeitos da crise?), quem se deslocou ao Largo
D. Fernando II não deu o seu tempo por mal empregue, e para além dos
locais de venda de peças e demais parafernália que se apresentaram em maior
número, pôde admirar belos exemplares que são, hoje, representativos da
indústria motociclística mundial de outras épocas.
Recinto do evento com as
motas em exposição.
Em
exposição estiveram modelos de duas rodas bastante interessantes e diversificados,
todos com mais de 25 anos de idade, onde, definitivamente, não se enquadrava o
triciclo Piaggio Ape Calessino (um tuk-tuk ou riquexó auto) numa acção de
publicidade da empresa Turislua sobre
os passeios turísticos que esta organiza na Vila de Sintra. Aqui ficam alguns
exemplares interessantes:
Ducati Elite 200/SS (1959).
Honda CB175 (1969-1973).
Norton Commander P53 com motor rotativo Wankel (1989–1992).
Heinkel 150 Type 14.00.
BMW R80G/S Paris Dakar (1984–1987).
Ducati Meccanica Bologna 250 MKI (anos 60).
Kreidler Van Veen.
No final
e como habitualmente a organização premiou as melhores motas presentes nas
diversas categorias, salvaguardando que este evento não é um concurso de
restauro mas sim um passeio de motas antigas e clássicas. Assim, os prémios atribuídos
funcionam como um reconhecimento do bom trabalho efectuado nestas máquinas e também
como um incentivo a todos os proprietários para recuperarem e manterem os seus
exemplares em boas condições.
1. Harley-Davidson VLD
(1934) de António Machado – Melhor
side-car
2. Lambretta LD 150 (1957)
de Gonçalo Torres – 3ª Melhor scooter
3. Zündapp Bella (1960) de Alcino
Mouro – 2ª Melhor scooter
4. Piaggio Vespa GS (1964)
de Jaime Ferreira – Melhor scooter
5. Yamaha CS3E (1971) de José
Coração – Melhor moto dos anos 70 e Melhor
moto japonesa
6. Moto Guzzi de Orlando Gallego1
– Melhor moto desportiva
7. Honda C110 (1964) de Manuel
Custódio – 3º Melhor ciclomotor
8. Macal Porsche de Manuel
Fonseca – 2º Melhor ciclomotor
9. Macal Cross (1978) de Carlos
Martins – Melhor ciclomotor
10. Ducati Paso (1984) de Pedro
Dias – Melhor moto dos anos 80
11. Kawasaki H1 (1974) de Rodolfo
Rodrigues – 2ª Melhor moto dos anos 70
12. MV Agusta Raid (1960)
de José Salvado – 4ª Melhor moto dos
anos 60
13. Honda CB72 (1966) de Nuno
Barradas – 3ª Melhor moto dos anos 60
14. MV Agusta de Henrique
Sobral – 2ª Melhor moto dos anos 60
15. Mondial de Ivo Silva – Melhor moto dos anos 60
16. BMW R26 (1959) de Hugo
Esteves – 4ª Melhor moto dos anos 50
17. Ariel VH (1954) de José
Botelho – 3ª Melhor moto dos anos 50
18. BMW R51/2 (1951) de Arlindo
Simões – 2ª Melhor moto dos anos 50
19. Ariel RH (1946) de João
Gama – 2ª Melhor moto dos anos 40
20. Triumph Speed Twin (1948)
de António Baptista – Melhor moto dos
anos 40
21. Norton International
(1937) de Peter Clarke2 – Melhor
moto dos anos 30
22. FN M60 (1925) de Armindo
Silva – Melhor moto dos anos 20
23. Norton Mercury de Orlando
Mota – Melhor moto não restaurada
24. Matchless Competition
(1954) de Martyn Knight – Melhor moto dos
anos 50 e Melhor moto do encontro
Para o
ano haverá certamente mais.
____________________
1 Piloto do
Moto Clube de Sintra, Orlando Gallego foi campeão em 1999 e 2000 na Classe
1 (500cc) do Troféu Nacional de Motos Clássicas.
2 No final de Junho de 2010,
Keith Saunders (67 anos) e o seu cunhado Peter Clarke (71 anos) embarcaram numa
aventura de mais de 3.200 km aos comandos de duas velhas Piaggio Ape (The
Strolling Bones Charity Tour), que os levou desde o Algarve até Inglaterra,
com o objectivo de realizar uma recolha de fundos em benefício de crianças vítimas
de doenças terminais.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
GP Aragón Moto3 - Miguel Oliveira em oitavo
Miguel
Oliveira continua a marcar pontos no “top 10” das corridas de Moto3. Desta vez,
o jovem lusitano conquistou o 8.º lugar no G.P. de Aragón, no final de uma
corrida em que andou sistematicamente no grupo da frente. Na pauta do
Campeonato, Oliveira permanece no 9.º posto.
Via
Em Aragón, o piloto português largou do nono lugar na grelha de partida. Nas primeiras cinco voltas andou a maior parte do tempo em oitavo, e depois foi variando o posicionamento desde o 7.º até ao 3.º lugar. Na parte mais sinuosa esteve acutilante, produzindo numerosas ultrapassagens, mas nas rectas perdia em velocidade de ponta para alguns adversários.
“Estivemos sempre no grupo da frente e acabámos a nada do primeiro”, declarou Miguel, sobre uma corrida em que os doze primeiros classificados cruzaram a meta num intervalo de tempo de 3 segundos. “Nestas corridas onde há grupos tão grandes é um pouco uma lotaria. O final da corrida conta muito, hoje a temperatura não estava muito alta e isso fez com que os pneus se desgastassem bastante. De qualquer das formas estou contente”, concluiu o piloto da Charneca da Caparica.
Até ao momento Miguel Oliveira tem oito pontuações no activo, em treze possíveis, e sempre que cruzou a linha de meta fê-lo entre os dez primeiros classificados. Um registo interessante sobre o percurso de Oliveira nesta sua segunda época de envolvimento no “Mundial” de Velocidade. Mais ainda, Oliveira atravessa agora um ciclo positivo, pois em Aragón marcou pontos pela quarta vez consecutiva. Assim, confortou o 9.º lugar que ocupa no Campeonato da classe Moto3, mantendo boas expectativas de subir na tabela, pois está só a 9 pontos do 6.º classificado. A próxima corrida será o G.P. do Japão, dentro de quinze dias.
Via
Campeonato: 1.º Sandro Cortese (KTM) 245 pontos; 2.º Luis Salom (Kalex KTM) 194; 3.º Maverick Viñales (FTR Honda) 179; 4.º Romano Fenati (FTR Honda) 120; 5.º Alex Rins (Suter Honda) 106; 6.º Danny Kent (KTM) 83; ... 9.º Miguel Oliveira (Suter Honda) 74; etc.
Fonte: Federação de Motociclismo de Portugal
Via
Em Aragón, o piloto português largou do nono lugar na grelha de partida. Nas primeiras cinco voltas andou a maior parte do tempo em oitavo, e depois foi variando o posicionamento desde o 7.º até ao 3.º lugar. Na parte mais sinuosa esteve acutilante, produzindo numerosas ultrapassagens, mas nas rectas perdia em velocidade de ponta para alguns adversários.
“Estivemos sempre no grupo da frente e acabámos a nada do primeiro”, declarou Miguel, sobre uma corrida em que os doze primeiros classificados cruzaram a meta num intervalo de tempo de 3 segundos. “Nestas corridas onde há grupos tão grandes é um pouco uma lotaria. O final da corrida conta muito, hoje a temperatura não estava muito alta e isso fez com que os pneus se desgastassem bastante. De qualquer das formas estou contente”, concluiu o piloto da Charneca da Caparica.
Até ao momento Miguel Oliveira tem oito pontuações no activo, em treze possíveis, e sempre que cruzou a linha de meta fê-lo entre os dez primeiros classificados. Um registo interessante sobre o percurso de Oliveira nesta sua segunda época de envolvimento no “Mundial” de Velocidade. Mais ainda, Oliveira atravessa agora um ciclo positivo, pois em Aragón marcou pontos pela quarta vez consecutiva. Assim, confortou o 9.º lugar que ocupa no Campeonato da classe Moto3, mantendo boas expectativas de subir na tabela, pois está só a 9 pontos do 6.º classificado. A próxima corrida será o G.P. do Japão, dentro de quinze dias.
Via
Campeonato: 1.º Sandro Cortese (KTM) 245 pontos; 2.º Luis Salom (Kalex KTM) 194; 3.º Maverick Viñales (FTR Honda) 179; 4.º Romano Fenati (FTR Honda) 120; 5.º Alex Rins (Suter Honda) 106; 6.º Danny Kent (KTM) 83; ... 9.º Miguel Oliveira (Suter Honda) 74; etc.
Fonte: Federação de Motociclismo de Portugal
Subscrever:
Mensagens (Atom)

